Polícia

Terça-Feira, 25 de Junho de 2019, 10h:10 | Atualizado: 25/06/2019, 10h:16

Servidores da PJC fazem paralisação na Capital contra a reforma da Previdência

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Investigadores e escrivães aderem manifesto contra a reforma em tramitação no Congresso

Investigadores e escrivães da Polícia Civil de Mato Grosso vão paralisar as atividades na tarde desta terça (25), em adesão ao movimento nacional que protesta contra a reforma da Previdência. As categorias se reuniram na semana passada para votar a adesão. A Polícia Federal também participará do movimento. A concentração ocorre a partir das 13h, em frente à secretaria de Estado de Segurança Pública do Estado.

 Na sede do Sindepol-MT, cerca de 200 profissionais votaram em participar do movimento. O que, segundo a presidente Edleusa Mesquita, mostra uma preocupação da categoria em debater a reforma.

Já no Sindespojuc, que representa os escrivães de polícia, a adesão foi feita também durante assembleia, já que os profissionais entendem que a reforma pode resultar na perda de direitos já conquistados caso o texto seja aprovado sem emendas. 

A paralisação tem caráter nacional e foi convocada pela Confederação Brasileira de Trabalhadores Policiais Civis (Cobrapol), que em nota informou que a paralisação se deve ao tratamento de descaso à categoria. 

Além do dia de paralisação, a confederação convocou as entidades filiadas para uma manifestação da área da Segurança Pública contra a PEC da reforma, que está marcada para 02 de julho, em Brasília. Um ofício assinado pelos dois presidentes do sindicato informaram sobre a paralisação ao diretor geral da PJC, Mário Demerval Aravéchia de Resende.

“ Informamos que os servidores da área metropolitana  se reunirão de forma pacífica e ordeira , em frente a Sesp, enquanto no interior, o ponto de encontro será em frente as delegacias”, diz trecho do documento.

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