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Quarta-Feira, 25 de Novembro de 2009, 10h:31 | Atualizado: 26/12/2010, 12h:24

Unemat

11 mil fiscais e coordenadores do concurso não recebem

   As cerca de 11 mil pessoas convocadas para atuar no concurso público do governo do Estado, suspenso duas horas depois do prazo do início das provas, só devem receber pelos serviços quando da realização das provas efetivamente, possivelmente no próximo ano. Cada um deveria receber R$ 120. O dinheiro seria depositado na conta bancária num prazo máximo de 7 dias. Como o concurso acabou adiado, quando alguns candidatos já estavam fazendo as provas, a coordenação do setor da Universidade do Estado (Unemat), responsável pelo certame, entende que não deva fazer o pagamento agora, mas sim quando da nova convocação para conclusão dos serviços.

   Dos R$ 5 milhões previstos para realização do que seria o maior concurso público do país, com 271 mil candidatos para 10.086 vagas no serviço público do Estado, em torno de R$ 1,3 milhão seria para pagamento pelo serviço no dia do concurso. Foram convocados cerca de 7,8 mil fiscais de sala, mais aproximadamente 2 mil fiscais de corredores e 450 coordenadores e diretores das instituições de ensino, que ficaram responsáveis pelo cadastramento dessas pessoas. Cada diretor inseria o nome, dados pessoais e conta bancária do fiscal e demais contratados no sistema, através de senha.

   Entre tantas falhas que motiveram o cancelamento estão "vazamento" de provas e gabaritos antes da aplicação das provas e não-treinamento de fiscais. Muitos deles foram contratados de última hora e começaram a atuar apenas sob orientação básica nas 3.912 salas em 422 estabelecimentos de ensino. Aliás, a confusão foi tanta que alguns estabelecimentos estão até desativados e, mesmo assim, entraram na relação de locais onde os candidatos deveriam comparecer para fazer as provas.

    Quando procurados pelas pessoas para recebimento pelo "serviço prestado", os diretores que cadastraram-nas argumentam que não há previsão de pagamento e que a tendência é da efetivação ocorrer mesmo após a realização do concurso. Uma outra possibilidade é da Unemat pagar metade, ou seja, R$ 60, como se fosse meio-período de serviço. De todo modo, pediram uma semana de prazo para definição oficial sobre essa pendência.

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Comentários (31)

  • Cuiabano | Quarta-Feira, 31 de Dezembro de 1969, 20h00
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    Vçs ouviram o que o semi-deus vitto disse: quem se sentir lesado que entre na justiça, e reclame os seus direitos , portanto fiscais é só fazer isso que vçs receberão o din- din.

  • João da Morte | Quarta-Feira, 31 de Dezembro de 1969, 20h00
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    Caro RD...

    trabalhei de fiscal aqui em Cáceres e tivemos informação do cancelamento apenas as 14:30, onde já tinhamos entregado provas para turma do vespertino.

    Com isso, no periodo matutino, transcorreu normal a prova e iniciou o periodo vespertino normal.

    Gostariamos que o conceituado site jornalistco, tivesse a atenção para esse CALOTE EM CIMA DOS FISCAIS que o Governo Blairo Maggi esta APLICANDO em trabalhadores que se despuseram para trabalhar e não para contribuir para a palhaçada aplicada que levaram o cancelamento do concurso.

    Todos os fiscais estavam de boa fé, achando que tudo esta correto, cumprindo a lei e efetivação da realização do concurso.

    Os fiscais não podem levar esse CALOTE!

    Nós permite uma nova matéria sobre esse assunto no decorrer da semana, e que tivesse a opinião do Ministério Público Estadual.

    Realização treinamento no período matutino de sábado, exigiram que usássemos camisa branca e calça preta.

    Esse trio (Maggi, Devito, Karin) não pode brincar com mais de 7mil fiscais

    Não tivemos culpa pela incompetência deles.

  • Mara de Jesus | Quarta-Feira, 31 de Dezembro de 1969, 20h00
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    MAS UM CASO PRA POLICIA, ESTELIONATO FISCAL DE CONCURSO DUVIDOSO E CASO PRO MINISTERIO PUBLICO 

    ESSE MAGGICO É MAGGICO MESMO. 

    PARA DE MOCHIBAGEM, EU QUASE ESPANQUEI UM FISCAL POR ELE NÃO SABER O QUE DIZER SOBRE O CANCELAMENTO, O POBRE TAVA LA PRA TRABALHAR APENAS MAS A CULPA NÃO SÃO DOS FISCAIS

  • arquimedes | Quarta-Feira, 31 de Dezembro de 1969, 20h00
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    ESSES FISCAIS NÃO TEM QUE RECEBER MESMO ESTOU COM O SENHOR GOVERNADOR ESSES FISCAIS NÃO FIZERAM NADA

    PARABÉNS MAGGI ESTOU COM VC PARA O SENADO... ESSES MEIA DUZIA NÃO VÃO FAZER A DIFERENÇA PRA VC NESSA CAMPANHA

  • decepcionado | Quarta-Feira, 31 de Dezembro de 1969, 20h00
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    Vetado por conter expressões agressivas, ofensas e/ou denúncias sem provas.
    Queira, por gentileza, refazer o seu comentário.

  • jose carlos | Quarta-Feira, 31 de Dezembro de 1969, 20h00
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    Quer dizer então que o ato de termos se deslocado de nossa residência até o local do concurso, ficarmos na sala com os concursands por 2, 3 e até 4 horas, e alguns fiscais como até destratados, agredidos moralmente, e tudo isso não valeu nada??? Olha, desde já vou avisando ao governador maggi que estou fora do próximo concurso, vou exigir indenização por meus projuizos materiais e morais, e estou agora convencido de que este governo de mato grosso é além de incompetente, um tremendo de um caloteiro!

  • trabalhador do concurso.. | Quarta-Feira, 31 de Dezembro de 1969, 20h00
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    Vetado por conter expressões agressivas, ofensas e/ou denúncias sem provas.
    Queira, por gentileza, refazer o seu comentário.

  • becao | Quarta-Feira, 31 de Dezembro de 1969, 20h00
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    edai, que tem haver uma coisa com outra, eles nao tem culpa do fiasco, o problema nao sao deles, cumpra-se, ou seja pague, isso é calote, agora como disse o secretário que a culpa é dos fiscais, isso é para desviar atençao, ele disse que os fiscais é que nao estava preparado para o concurso e de que sala de aula tinha bastante, é que os fiscais foram encompetente de nao poder levar os candidatos na sala certa, isso é conversa, vcs sao incompetentes..

  • Lando | Quarta-Feira, 31 de Dezembro de 1969, 20h00
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    SHOMANO.....

    MAIS UMA DO DE VITTO....
    AGORA ELE VAI DAR CANO ATÉ NOS FISCAIS???? QUE CULPA TEMOS NÓS???
    APLICAMOS NORMALMENTE AS PROVAS PELA MANHA... TCHA POR DEUS.....

  • Mauro | Quarta-Feira, 31 de Dezembro de 1969, 20h00
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    Quem vai pagar a conta do fracasso?
    Aos lesados pela incompetência administrativa do governo Blairo Maggi não restará outra alternativa senão recorrer à Justiça para tentar reaver seus prejuízos. Uma solução demorada e trabalhosa, mas uma solução.
    Mas quem pagará a conta do dinheiro público gasto com esse fracasso? Quem pagará os R$ 5 milhões já dispendidos na realização do maior fiasco administrativo da história de Mato Grosso? E quem pagará pela realização do novo concurso?
    Se depender do governo esta conta cairá nas costas do contribuinte. Mas isso é justo? Afinal, quem decidiu realizar o concurso com a inexperiente Unemat? Quem se omitiu ou não planejou corretamente a logística do concurso? Quem não assumiu a responsabilidade pela gestão do concursos quando tinha obrigação de fazê-lo? Quem assumiu o risco de promover um certame dessa magnitude e de custo estratosférico sem o mínimo de cuidado e planejamento?
    A resposta está na ponta da língua, está na palma da mão: Blairo Maggi e seu secretário de Administração, Geraldo De Vitto, são os únicos responsáveis tanto pelo fracasso quanto pelos prejuízos causados ao erário e às milhares de pessoas lesadas pela monumental falta de gestão e logística na aplicação das provas do concurso público.
    Blairo e De Vitto vão pagar do próprio bolso o prejuízo que causaram? Dificilmente, mas seria o justo. E é neste sentido que se espera que o Ministério Público aja: que cobre do governador e do secretário, na medida de suas responsabilidades, a devolução ao erário de todo o prejuízo que direta ou indiretamente causaram aos cofres públicos e aos concursandos.
    Blairo e De Vitto negligenciaram, autorizaram uma instituição sem a menor tradição na execução desse tipo de serviço a realizar um trabalho que exige alta especialidade. E fizeram isso porque tinham pressa em viabilizar a contratação dos concursados antes do prazo permitido pela legislação eleitoral. Agiram, pois, no interesse eleitoral, exclusivamente. E esta é a única razão para que tenham delegado à Unemat uma tarefa que todos sabiam, inclusive o Ministério Público, que a instituição não detinha a menor competência para realizar.
    Mas Blairo e De Vitto, apesar das recomendações do MP, insistiram. Queriam escapar da obrigação de realizar uma concorrência pública nacional para contratar a elaboração e aplicação do certame. Porque tinham pressa eleitoral na condução do concurso. As declarações públicas, em particular do secretário De Vitto, não deixam dúvidas sobre as intenções eleitoreiras a cerca da realização daquele que deveria ter sido o maior o concurso público do País.
    Blairo Maggi e Geraldo De Vitto são - repito - os únicos responsáveis pelo fracasso e pelos prejuízos. E são eles, pela negligência, imperícia e imprudência - com claro interesse eleitoral - quem devem ser responsabilizados por todos os prejuízos causados aos cofres públicos.
    Oxalá seja este o entendimento do MP, porque será o cúmulo da injustiça que a conta dessa desfaçatez recaia sobre o contribuinte.

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