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Sábado, 24 de Janeiro de 2009, 15h:12 | Atualizado: 26/12/2010, 12h:22

ARTICULAÇÃO

4 adjuntos são confirmados; Moisés, remanejado

Prefeito empurra para final de fevereiro as mudanças no 2º e 3º escalões; Oswaldo Sobrinho leva para sua equipe ex-secretário do PTB; Josemar vai para a SMTU

  Wilson Santos, que ainda bate-cabeça para concluir as mudanças do secretariado com vistas a este novo mandato, postergou para o final de fevereiro a reforma do segundo e terceiro escalões. Apesar disso, quatro secretários-adjuntos estão definidos. Eles têm salário de R$ 2,7 mil, longe do de secretário, que passou a ganhar R$ 9,2 mil mensais.

  Para a secretaria de Governo, o novo titular Oswaldo Sobrinho, ex-vice-governador e primo do prefeito, emplacou Moisés Dias, filiado ao PTB. Moisés é "cria" de Oswaldo, um dos caciques da agremiação petebista. Ele respondia pela pasta de Trabalho, Desenvolvimento Econômico e Turismo, que agora está sob o coronel da reserva Edson Leite (PRTB). O adjunto de Leite passa a ser o professor do Cefet, Ivo da Silva.

   Edivá Alves, novo secretário de Trânsito e Transporte Urbano, aceitou um nome indicado pelo prefeito para ser o adjunto. Trata-se de Josemar Sobrinho, ex-diretor da secretaria municipal de Meio Ambiente. Outro confirmado no segundo escalão é Arnaldo Almeida, que já responde como adjunto de Finanças.

    Expectativa

   A maioria dos ocupantes de postos de segundo escalão continua em atividade, mas inseguos. Outros se desvinculam de vez da administração, como Andelson Gil do Amaral, que deixou a secretaria de Governo e vai cuidar do escritório político do prefeito, em Cuiabá, e José Carlos Carvalho, o Zé do Nordeste, ex-secretário de Finanças.

  O vice-prefeito Chico Galindo assumiu Planejamento, Orçamento e Gestão. Por enquanto, ele mantém como adjunto Raul Spinelli. Na Infra-Estrutura, o pedetista Josué de Souza tem como auxiliar direto o servidor de carreira Quidauguro Fonseca, que já respondeu pela pasta por vários meses, desde a saída de Euclides Santos.

   No Meio Ambiente, o adjunto de Osmário Daltro é o ambientalista Eduardo Figueiredo. A secretária Celcita Pinheiro, da Assistência Social e Desenvolvimento Humano, continua com o médico Eudes Carvalho como adjunto. O prefeito avalia, no entanto, a hipótese de substituí-los. Luiz Soares não muda a equipe na Saúde, assim como Carlos Carlão na Educação.

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Comentários (7)

  • Carlos Vieira | Quarta-Feira, 31 de Dezembro de 1969, 20h00
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    É, o Marcelo V.B(W), além de dissimulado, maldoso e vazio de conteúdo, há muito tempo vive uma situação de ociosidade e improdutividade, e utiliza desse tempo improdutivo e ocioso para fazer futricas, plantar falsos boatos, tecer rede de intrigas e mentiras. ISSO É MUITO FEIO. Por ÉTICA, deveria fazer algo de produtivo no interesse da arrecadação ajudando a Coordenadoria em que está lotado desde 2007. Será que entende o que significa ÉTICA ?

  • SÉRGIO ALCÂNTARA | Quarta-Feira, 31 de Dezembro de 1969, 20h00
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    NA SMADES, NO INÍCIO DA PRIMEIRA GESTÃO, O LEVE LEVI TEVE PROBLEMAS COM O EDUARDO FIGUEIREDO, TANTO É QUE ESTE TEVE QUE SAIR POR TER TEMPERAMENTO DIFÍCIL E PRINCIPALMENTE A DIFICULDADE EM TRABALHAR EM EQUIPE...

    JÁ COM O OSMÁRIO DALTRO, EXCELENTE SECRETÁRIO POR SINAL, O PROBLEMA CONTINUOU RESULTANDO EM DIVERSOS DESENTIMENTOS ENTRE O OSMÁRIO E EDUARDO PORQUE ESTE TEM PROBLEMA EM RESPEITAR HIERARQUIA...

    A PALAVRA FINAL ESTÁ COM O PREFEITO, PORÉM ACHO QUE O ADJUNTO DA SMADES DEVE SER UMA PESSOA TÉCNICA, QUE TRABALHO EM PROL SA SECRETARIA...

    OUTRO PROBLEMA NA SMADES É QUE OS SETORES LIGADOS AO DESENVOLVIMENTO URBANO SÃO RESPONSÁVEIS POR 80% DA ARRECADAÇÃO DA SECRETARIA, NO ENTANTO, O ADJUNTO SÓ FALA EM GESTÃO DE RESÍDUOS...

    O EDUARDO TEM CONHECIMENTO EM 1 ASSUNTO APENAS E ACHO QUE DEVERIA SER REMANEJADO PARA A SEMINFE PARA ACOMPANHAR E DESENVOLVER TRABALHO NA ÁREA DE RESÍDUOS SÓLIDOS JUNTO ÀS COOPERATIVAS DE CATADORES DE LIXO...

  • paula cristina de oliveira cintra | Quarta-Feira, 31 de Dezembro de 1969, 20h00
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    O engenheiro eduardo é, sem dúvida, uma das grandes revelações da gestão do wilson santos. O conheço desde a Sema, trata-se de profissional muito competente, além de muito hábil politicamente, com vários cursos de pós graduação e mestrado na área ambiental, fui inclusive seu colega em um desses cursos, e sempre demonstrou um conhecimento invejável da área ambiental. Ele, além de ser ambientalista equilibrado, possui grande trânsito no setor privado, que está envolvido nas ações e projetos que promove, sendo inclusive convidado para participar de eventos e ministrar palestras em encontros promovidos pela fiemt, famato, universidades, etc. Sem dúvida, ele teria todas as condições de ser o secretário, cuiabá ganharia com isso, pois além de ser cuiabano, hoje ele conhece por dentro a prefeitura, sua estrutura e suas limitações. No entanto, ele não é pastor evangélico e nem milita no COMEC, que é a entidade que vêm indicando os secretários desde o início da gestão do prefeito wilson, que independente do perfil técnico da pessoa indicada por essa organização, e o resultado dessa opção politica-religiosa está aí, cuiabá com muitos problemas nesta área. Dias desses estive na secretaria municipal para protocolar um projeto, e constatei algo preocupante, em vez de técnicos percebi uma quantidade grande de pastor na smades, e pensei até que seria um culto evangélico que seria realizado, mas, depois de perguntar para alguns fiscais que lá trabalham, e para o meu espanto fiquei sabendo que na verdade tais pastores estão lotados naquela secretaria, que até parece uma igreja, e se não bastasse isso, existem também alguns indicados destes, inclusive desde a época do leve levi, e que ocupam alguns cargos e que estiveram nesses quatro anos na secretaria por favor político e sem apresentar resultado prático nenhum, são apenas burocratas esperando o final do mês para receber o salário. Fico pensando a situação do Eduardo, que técnicamente deve estar constrangido com tal situação, ele não deve ter nenhum poder de decisão, e se ao menos tivesse mais gente com o seu perfil na smades talvez a gestão ambiental em cuiabá seria outra bem diferente. Mas, quem decide é o prefeito wilson santos, que esperamos tenha sensatez na formação do seu secretáriado, dando a ele um perfil mais técnico, em vez de político e missionário. 2010 está aí, e não adianta colher apoio político das diversas facções políticas desse Estado (alguns partidos já reprovados nas urnas) se não apresentar resultados práticos na sua gestão.

  • Janio de Silva Cuadradon | Quarta-Feira, 31 de Dezembro de 1969, 20h00
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    Dona Paula gostei do que a senhora escreveu, precisamos mais ação e menos religião, um prefeito sério não daria a minima para a religião e sim para a capacidade do servidor.

  • MArcelo Villas Boas | Quarta-Feira, 31 de Dezembro de 1969, 20h00
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    Olha aqui, Wilson Santos, o Adjunto da Sec. de Finanças tudo bem, mas continuar com o Diretor de Tributação só se for na casa dele pois não encontra com esse moco, o 2º andar da secretaria esta em reforma a mais de anos , nos contribuinte não podemos nem falar com coordenadores pois não tem nem cadeira para sentar.

    Esse diretor pode ser bom para altra função, mais para atender e resolver problema para nos contribuinte deixou a desejar.

    Se o srº. esta remanejando certas pessoas, esta na hora, mais acho que este moço por Ética, deveria é pegar seu banquinho e sair de fininho.

  • Lívia Pulcherio | Quarta-Feira, 31 de Dezembro de 1969, 20h00
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    Em resposta aos comentários veiculados no blog Rdnews, a Secretaria de Meio Ambiente e Desenvolvimento Urbano (Smades) esclarece que não há nem nunca existiu incompatibilidade entre os secretários Osmário Forte Daltro e o adjunto Eduardo Figueiredo Abreu. O trabalho é realizado de maneira compartilhada, dinâmica e aberta.

    Muitas propostas e idéias amparadas por ambos não puderam ser implantadas pelo tempo restrito, já que os secretários assumiram a pasta no último ano da gestão, no mês de abril respectivamente. Mesmo assim desenvolveram com eficiência diversos programas tanto na área ambiental como em desenvolvimento urbano, entre eles projetos de vistoria de postos de combustivel, poluição sonora, projeto Quadrante - de combate às queimadas urbanas, projeto Trilhas Urbanas- de educação ambiental, a realização de cursos de capacitação para agente ambiental, gestão de resíduos, Agenda 21, Projeto Sarã- de recuperação da mata ciliar dos rios e outros eventos, projetos e parcerias no decorrer desses nove meses.

    A Smades ainda esclarece que a gestão Osmário-Eduardo sempre esteve aberta à sociedade, entidades, Ongs. Os secretários priorizaram a educação e a máxima atenção no recebimento do público, seguindo a diretriz de um trabalho em parceria entre Prefeitura e munícipe e sem importar com a religião do atendido.

    Quanto à colocação de haver vários pastores evangélicos, a informação não procede. A Órgão é laico, a Secretaria de Meio Ambiente possui servidores de várias religiões,como por exemplo, espíritas, católicos e evangélicos. E o único pastor lotado na Smades é o secretário da pasta Osmário Daltro.

    Lívia Pulcherio
    Jornalista e assessora de imprensa da Smades

  • malu dias de arruda | Quarta-Feira, 31 de Dezembro de 1969, 20h00
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    Será que a gestão desses pastores na smades sobreviveriam a uma investigação minuciosa dos gastos públicos???Eta turminha que gosta de grana!!!principalmente na época do senhor leve levi o que proliferou de termos de alustamento de conduta (tac), é coisa de loko! não será mera coincidência de certo segmento econômico tiver financiado a campanha de certo vereador que gostaria de ser secretário.

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