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Terça-Feira, 07 de Outubro de 2008, 20h:34 | Atualizado: 26/12/2010, 12h:21

ARTICULAÇÃO

4 deixam o governo Maggi para reforçar Mendes

Baiano, Pitaluga, Yênes e Orestes devem se afastar por 20 dias; governador encomenda estudos à Sefaz sobre crise e avisa que deve trocar secretários

 Quatro secretários de Estado anunciaram neste terça (7), durante reunião do primeiro escalão com o governador Blairo Maggi, a intenção de se afastar da administração pelos próximos 20 dias para se dedicarem à campanha à sucessão em Cuiabá do candidato do PR, empresário Mauro Mendes. O republicano disputa o segundo turno contra o prefeito Wilson Santos (PSDB). Eles sinalizaram nesse sentido após o governador pedir empenho de sua equipe na luta pela candidatura do amigo Mendes, mas de uma forma que não venha misturar as questões políticas com as administrativas.

   Orientou aqueles que eventualmente estejam interessados em se dedicar mais à campanha eleitoral a se desvincular do Palácio Paiaguás. De imediato, os secretários Paulo Pitaluga (Cultura), coronel Orestes Oliveira (Casa Militar), Yênes Magalhães (Planejamento) e Baiano Filho (Esporte e Lazer) anunciaram a disposição de colaborar. Ficaram de formalizar o afastamento provisório a partir desta quarta. O assunto será tratado diretamente com o secretário-chefe da Casa Civil, Eumar Novacki. Neste período de 20 dias, os cargos sem titulares serão ocupados pelos adjuntos. Resta saber em que os quatro secretários que se prontificaram a subir no palanque de Mendes podem colaborar eleitoralmente, já que não têm atuação e nem militância política fortes.

   A reunião de Maggi com o staff demorou 2 horas. Só não estiveram presentes João Virgílio (Procurador-Geral do Estado) e Flávia Nogueira (Apoio a Políticas Educacionais) devido a compromissos em Brasília.

   Crise

  O governador abriu o encontro discorrendo sobre a crise financeira internacional, que trouxe pânico nos mercados no mundo, com quedas espetaculares nas Bolsas, e o risco de isso impactar a economia de Mato Grosso, considerando que o preço da soja já atingiu esta semana o menor valor dos últimos 12 meses. Maggi encomendou a secretaria de Fazenda um estudo para saber, na prática, se há risco de prejuízos e quer orientações de como o governo deve agir. Desde já, o governador pediu maior rigor e contenção dos gastos públicos.

  O governador voltou a repetir o que havia declarado em discurso na semana passada em Rosário Oeste, quando disse que no próximo ano vai promover mudanças no secretariado. Sua intenção foi, com esse alarde, animar a equipe para manter ritmo administrativo como se tivesse no primeiro ano do mandato. "Não quero que ninguém se acomode".

  Maggi destacou que a Casa Civil vai continuar fazendo acompanhamento sobre a produtividade e desenvolvimento de ações e projetos de cada pasta. Disse que muitos encaminhamentos precisam ser retomados agora com o fim das eleições municipais, apesar das atenções ainda estarem voltadas para o segundo turno em Cuiabá.

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Comentários (35)

  • Thiago Tocantins | Quarta-Feira, 31 de Dezembro de 1969, 20h00
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    Isto reflete o Medo para 2010, tudo indica que estarao fragilizados, de nada adianta senhor MAggi, Admiinistraçao já foi reprovada em seu próprio reduto eleitoral onde Zé Carlos Elegeu , Povo cuiabano nao é burro em votar em Mauro Mendes fantochi da turma da botina. AQUi em Cuiabá quando mexem com a cuiabania é como mexer com ABELHA.
    Cuiabá merece um cuibano de corçaao como Wilson Santos

    cuiabá é PSDB 45

  • Sergio | Quarta-Feira, 31 de Dezembro de 1969, 20h00
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    Ninguém merece saber uma noticia dessa...Esse tal Paulo Pitaluga deveria era deixar essa pasta de vez..A Cultura merece um Secretário que olha mais p/a nossa cultura que respeita e valoriza o produtor cultural...Fora Paulo Pitaluga...vc e sua corja...

  • Marlos Fabricio | Quarta-Feira, 31 de Dezembro de 1969, 20h00
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    Isso é pra compensar esse povo do PT vai sair da campanha do Mauro Mendes

  • ana.mariabezerra@hotmail.com | Quarta-Feira, 31 de Dezembro de 1969, 20h00
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    Na minha opinião é mais uma questão de vaidade pessoal do Governador ,tanto faz um ou outro candidato para a economia do estado e do municipio.Porque não deixar os secretários trabalhando em suas pastas e deixar esta politica apaixonada de lado,ou será que o governador se esqueceu que é humano ,e os humanos as vezes perdem e as vezes ganham ? Está empatado,ele ganhou em vg e perdeu em rondonopolis.Deixe nós daqui de cuiabá resolvermos isso no voto e com discernimento.E que vença o melhor e nos convença disso.

  • Ernane Feitosa | Quarta-Feira, 31 de Dezembro de 1969, 20h00
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    A rigor, dir-se-ia que os votos desses secretários, que se ofereceram a trabalhar na campanha de Mauro Mendes, não encheria uma latinha de extrato de tomate de votos. Politicamente são fraquíssimos.

  • Marielle | Quarta-Feira, 31 de Dezembro de 1969, 20h00
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    KKKKKKKKK..
    Esse comentário sobre a Cultura é hilário e pior de tudo VERDADEIRO!
    Como pode um Estado tão rico em valores culturais, em manifestações, em patrimõnio viver essa panáceia desvairada!
    MP! MP! MP!
    fui....

  • mauro jaco | Quarta-Feira, 31 de Dezembro de 1969, 20h00
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    vai trabalhar Maggico, a crise esta a porta.
    deixa Mauro mente, ai e jogar dinheiro fora

    o povo ja escolheu WS 45

  • Drausio de Oliveira | Quarta-Feira, 31 de Dezembro de 1969, 20h00
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    Aqui em Rondonóplis pôde de tudo, e o governador teve o que mereceu, foi derrotado nas urnas, espero que aí em Cuiabá o TRE fiscalize melhor, pois só não viu quem não quiz os desmandos ocorridos. Tomara que aí ele também seja derrotado. Em vez de governar para todos ele fica impondo os seus marionetes, mas o povo está esperto. Fora butina e seus asseclas, queremos quem valoriza o ser humano, não só os pé de soja.

  • Roberto Barcelos | Quarta-Feira, 31 de Dezembro de 1969, 20h00
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    Blairo demonstra ser um estadista que possui equilíbrio com sua postura. O desfecho de uma campanha municipal depende-se de ações acertadas e outras não, que se acumulam durante a administração e ainda retém rusgas de campanhas anteriores, e o estado tem que andar e a vida continua. O que aconteceu em Rondonópolis, cidade onde mora o governador, demonstra que hoje o povo está mais atento para a política do que os políticos imaginam. Várzea Grande também respondeu nas urnas negativamente a certos tipos de acordos fechados a revelia da vontade popular. É preciso que os políticos a nível geral se reciclem porque, me parece que o povo já está acordado a muito tempo. Blairo é um homem sensato e bom administrador, Adilton também fez um bom governo municipal com muitas realizações, aí eu pergunto; Onde erraram? E eu respondo conforme minhas convicções; Na relação com o povo e nos acertos políticos que é uma faca de dois legumes como diria um bom baiano amigo meu.

  • Oliveira | Quarta-Feira, 31 de Dezembro de 1969, 20h00
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    Quem será que vai pagar estes quatro secretários que deixarão as pasta?

    Será que o salário deles serão cortado?

    Será que a população vai aceitar isto?

    Onde está o MP?

    Vamos fiscalizar.....

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