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Sábado, 10 de Novembro de 2007, 09h:15 | Atualizado: 26/12/2010, 12h:19

EXECUTIVO

5 secretários deixam o staff nos próximos 90 dias

  João Carlos sai do governo Maggi no próximo mês; Teis, Baiano, Furlan e Daltro devem ser substituídos

  A um mês de deixar o cargo de secretário de Estado de Cultura, o escritor João Carlos Vicente Ferreira começa a limpar as gavetas. Seu substituito deve ser indicado pela facção petista Unidade na Luta, dos deputados Carlos Abicalil, Alexandre Cesar e Ságuas. O nome mais cotado é do professor universitário Fabrício Carvalho, maestro da orquestra da UFMT. Também correm por fora outros dois nomes: coreógrafo Kelson Panosso, um dos fundadores do Ballet Caroline – Centro de Educação e Artes, e o adjunto da própria pasta Toco Palma.

    Em princípio, João Carlos tinha pretensão de disputar as eleições, ou a prefeito em Barão de Melgaço ou a vereador por Cuiabá. Acabou transferindo o título para Barão. Por fim, concluiu que se dedicará inteiramente às atividades particulares. Não está descartado, porém, a possibilidade do governador Blairo Maggi convidá-lo para alguma outra função dentro da máquina estatal.

   João Carlos assumiu a Cultura, detentora de um orçamento anual de R$ 15 milhões em abril de 2004. Substituiu Benedito (Dito) de Campos, que ganhou a Prefeitura de Jangada.

    A Cultura não será a única a passar por mudança de comando nos próximos três meses. Devem sair do staff os secretários Waldir Teis (Fazenda), Baiano Filho (Esportes e Lazer), Alexandre Furlan (Indústria, Comércio, Minas e Energia) e até Chico Daltro (Ciência e Tecnologia). Teis vive expectativa de ser nomeado conselheiro do Tribunal de Contas do Estado. Ex-PPS e agora no PR, Baiano deve concorrer, de novo, a sucessão municipal em Sinop. Furlan acumula funções e está disposto a voltar à iniciativa privada. No caso de Daltro, há expectativa de ele possa assumir cadeira de deputado federal no lugar de Pedro Henry, que corre risco de ser cassado pelo TRE, sob acusação de compra de votos.

   "Intocáveis"

   Dos 22 secretários do governo Maggi - fora Defensoria Pública, órgãos e autarquias -, o governador Blairo Maggi só não alterou o comando de sete. Enquanto isso, quatro secretarias (Casa Civil, Saúde, Educação e Desenvolvimento Rural) já tiveram quatro secretários nestes seis anos da atual gestão.

   Hoje, permanecem no mesmo cargo desde janeiro de 2003 Teis, Furlan, Terezinha Maggi (Trabalho, Emprego, Cidadania e Assistência Social), João Virgílio (Procuradoria-Geral) e João Carlos (Cultura) e Yênes Magalhães (Planejamento), além de Cloves Vettorato, que começou em Projetos Estratégicos, foi para Desenvolvimento Rural e depois retornou à primeira pasta.

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Comentários (12)

  • Bruno Duro | Quarta-Feira, 31 de Dezembro de 1969, 20h00
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    Artista as vêzs é meio lento....fica sabendo da notícia depois que passou. Ë que artista, tem que trabalhar...ralar...ralar. Será que seu Toco, filho de não sei quem e neto de totoró....sabe o que é pegar onibus, entrar na madrugada acordado, matar um leão por dia? Duvido.
    Este palavreado bonitinho, de equipe, não sei mais o que ....não me convence não. E mais, É falso e politiqueiro. Quero ver propostas minha gente, pois cabide de emprego a secretaria já é e a muito tempo.Do povo para o povo. Sou Bruno, duro na jogada e mais: tenho hotmail.

  • Valdir | Quarta-Feira, 31 de Dezembro de 1969, 20h00
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    Várias dessas pastas tem que mostrar para o que veio.
    É secretário demais para o povo pagar. Assim, não tem como reduzir o ICMS né governador ?

    Vamos modernizar a máquina pública. Mato Grosso, pelo atraso que tem na educação, caos na saúde, na segurança pública, poderia (deve) ter menos secretaria e mais investimentos nessas pastas. Prá que Ciência e Tecnologia, se o povo tá morrendo de fome e sem cultura.

    Nosso desafio deve ser: estado com melhor taxa de alfabetismo, um estado sem crime, sem corrupção, e com o povo sadio, com fácil acesso à saude. Aliás esses desafios, são na verdade os direitos assegurados na Constituição Federal e por consequência um dever do homem público que se propõe à administrar um estado.

  • Aluízio de Azevedo | Quarta-Feira, 31 de Dezembro de 1969, 20h00
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    Romilson tem alguma informação equivocada na matéria, pois primeiro fala-se que o Secretário João Carlos substitui o Dito Campos e depois o chama de intocável e fala que foi o único a exercer a função na administração?

    Gosto muito do seu site, tenho acompanhado sempre!

    Parabéns pelo trabalho!

    Aluízio.

  • Cybelle Bussiki | Quarta-Feira, 31 de Dezembro de 1969, 20h00
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    Caro Romilson!
    Me dá um frio na barriga quando leio sobre a saída do então Secretário de Cultura do Estado João Carlos Vicente Ferreira. Ele tem melhorado muito o potencial de expansão da cultura no Estado, ainda mais agora como Presidente do Fórum Nacional de Secretários de Cultura.
    Obrigada por esse espaço onde podemos expressar verdadeiramente nossa opinião.
    Grata por tudo.

    Cybelle Bussiki.

    Obs: Na listagem de Artigos leiam - Cultura: uma grande missão!

  • raul oliveira | Quarta-Feira, 31 de Dezembro de 1969, 20h00
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    o sr.governador vai fazer vistas grossas ao sr. secretário DEUSVITO QUE PROMETERA OS NÚCLEOS ADMINISTRATIVOS EM DEZ/06 E ATÉ AGORA AGORA A FAMIGERADA REFORMA NÃO SAI DO PAPEL. OU TÁ TUDO DOMINADO

  • Pedro | Quarta-Feira, 31 de Dezembro de 1969, 20h00
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    ....realmente vai ser uma grande perda para o segmento da cultura de nosso Estado!!
    ....com o orçamento que tem, e com o feudo cultural que vive de projtos no seu pé, realmente demonstrou versatilidade e ousadia!
    ...parabéns pelos serviços prestados em nosso Estado.

  • Mario Luicio Avelino | Quarta-Feira, 31 de Dezembro de 1969, 20h00
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    A guinada positiva que o Secretário João Carlos deu na cultura foi de alto nível, só o fato de sua gestão acabar com as maracutáias que existia já e um avanço, tantos outros que passaram por ali e não disseram para que vieram, no caso do João, ele fez muito e em todas as áreas. Cidade como Barão ganharia muito em ter um cara como ele na administração da cidade, todos sabem que ali é igual a Santo Antônio, um bando de corruptos e preguiçosos, falsos e mentirosos e nada tem de empreendedorismo neles.
    Governador acorda time que esta ganhando não se meche....

  • Mario Luicio Avelino | Quarta-Feira, 31 de Dezembro de 1969, 20h00
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    Ate que enfim apareceu uma coisa muito boa neste governo que pelo jeito veio para ficar. A criação do programa MT REGIONAL hoje vinculada a Secretaria estratégica parece que veio para ficar, é um programa de integração e desenvolvimento que vai salvar a baixada cuiabana com os arranjos das cadeias produtivas e integrar o estado culturalmente, socialmente e economicamente. Vale à pena verificar e se for positivo divulgar....

  • Jose Alberto Neves | Quarta-Feira, 31 de Dezembro de 1969, 20h00
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    Com certeza absoluta o nome para substituir o Dr.Joao Carlos na Secretaria de Cultura, é de Kelson Panosso pois tem competencia,trabalho realizado pelo estado, tem apoio da comunidade cultural e circula facilmente pelo ambiente politico.
    Vamos lhe dar uma oportunidade Sr. Governador.
    A cultura precisa de pessoas jovens e competentes.

  • Luiz Carlos Bordin | Quarta-Feira, 31 de Dezembro de 1969, 20h00
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    Adimiro muito a atuação do secretário João Carlos na Cultura do Estado. Mas se ele não vai continuar na Pasta, é preciso que o novo seja do povo, com trabalhos relevantes prestados há 27 anos pela cultura em Mato Grosso. Não desmerecendo o Toco ou o Maestro, mas acredito que Kelson Panosso é a pessoa mais "pra frente" na substituição. Kelson, além de possuir forte simpatia de vários seguimentos da Classe Artística, pensa no Estado como um todo, sem contar o trânsito que possui até mesmo a nível nacional. Que seja abnçoado por Deus e tenha a oportunidade de ter seus trabalhos e ideais expandidos em nome dos matogrossenses.

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