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Terça-Feira, 25 de Março de 2008, 08h:40 | Atualizado: 26/12/2010, 12h:20

Artigo

Acadêmico fomenta o debate sobre "juridiquês"

  O acadêmico de Direito, Fabiano Rabaneda, discorre, em artigo, sobre um assunto bastante discutido e polêmico: a simplificação da linguagem jurídica. Ele faz alguns contrapontos e argumenta que "não podemos forçar um homem culto a escrever bobagens, resumos, apenas porque uma grande parcela da população não consegue discernir a essência da comunicação formal."

   Confira a íntegra do artigo intitulado de "Português" postado na seção Artigos logo acima, à esquerda.

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Comentários (16)

  • Alessandra Martins | Quarta-Feira, 31 de Dezembro de 1969, 20h00
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    Pobre Fabiano, foi infeliz ao tentar dissertar sobre o vocabulário jurídico.
    Bem se vê que não contém conteúdo jurídico, muito menos conhece a gramática.Infelizmente padece de interesse político para se projetar. Vá estudar, Fabiano. O seu "texto" (se é que podemos chamá-lo de texto) comprova o engodo que você representa. Por isso os professores alertam, quem COLA não sai da ESCOLA!
    Em vez de você tentar discursar, tenha postura e adote atitudes de um um verdadeiro operador do direito. Antes de tudo, ESTUDE, meu caro.... Vamos acompanhar seu desfecho no exame da ordem. Não agüentamos sua arrogância pelos corredores. HUMILDADE é tudo!

  • teles | Quarta-Feira, 31 de Dezembro de 1969, 20h00
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    enquanto isso a democracia se dane hein.....o brasil é uma democracia , mas o povo em geral não sabe usa-la, por isso é uma anarquia...

  • Fernando Moreira | Quarta-Feira, 31 de Dezembro de 1969, 20h00
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    Realmente, pertinentes são os comentários ao texto do bacharelando. A maioria da doutrina jurídica considera um retrocesso a linguagem rebuscada. Não se valoriza mais o uso do latim. Exalta-se o conteúdo em detrimento da forma. O objetivo de toda decisão judicial é garantir que qualquer pessoa compreenda o seu teor. Tal entendimento é decorrente de uma onda renovatória no Direito denominada Acesso à Justiça cujos expoentes são os professores Bryant Garth e Mauro Cappelletti.

  • Sidney | Quarta-Feira, 31 de Dezembro de 1969, 20h00
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    Nobilíssimo amigo: alguns têm razão, quanto ao eterno aprendizado em que todos nós deveríamos viver mergulhados até o pescoço, porém, antes de mais nada, é preciso ter coragem, determinação e ousadia! Parabéns!

  • Sidney | Quarta-Feira, 31 de Dezembro de 1969, 20h00
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    Para Alessandra: vai arrumar um namorado, minha filha!

  • Lobo da Estepe | Quarta-Feira, 31 de Dezembro de 1969, 20h00
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    Quando toda a humanidade tenta acabar com a discriminação social, vem êste individuo com esta conversa fiada, deveria sim lutar para que todos tivessem educação, mas sem ninguem precisar carregar dicionario nas axilas no dia a dia.
    OBS: Êste artigo "Português" deve ser arquivado com o titulo "Chover no molhado".

  • Verena | Quarta-Feira, 31 de Dezembro de 1969, 20h00
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    O acadêmico de Direito, ao defender a linguagem técnica e rebuscada no "arcabouço" jurídico, limitou-se ao vocabulário,esquecendo-se de que a coesão e coerência também caracterizam um bom usuário da língua materna. Cito como exemplo o décimo parágrafo do seu texto,será que ele mesmo entende o que escreveu? "Seria uma involução agir dessa forma...se assim fosse...pois se assim for...e tão pouco a justiça como tal...permitir o convívio comum." Há convívio que não é comum?
    Usar corretamente os elementos coesivos, principalmente os pronomes relativos, também caracteriza um bom usuário da língua portuguesa, o que nosso inflamado acadêmico ainda não domina bem. Exemplifico do seu próprio texto:
    1º) no mesmo décimo parágrafo: "aonde necessitou..."
    aonde= a+onde e é usado quando a palavra precedente for regida pela preposição "a", o que não é o caso
    2º) décimo segundo parágrafo: ..."aonde o mais intelectual..."
    onde e aonde são palavras usadas especificamente para lugares, a que lugar o autor do texto se refere nesse caso?
    3º) décimo sétimo parágrafo:
    "transeuem" é a terceira pessoa de qual verbo? Neologismo faz parte do universo das "massas", que são a maioria, como o autor mesmo observou
    "assistir o telecurso"= o verbo "assistir", nesse sentido, é transitivo indireto, regido pela preposição "a"= assistir ao telecurso
    4º)penúltimo parágrafo:
    "...e apedrejam a cultura, que sem uma fundamentação mais atraente criticam..."
    "que" refere-se à cultura, uma vez que o pronome relativo remete-nos a um antecedente, é isso? a cultura está sem fundamentação atraente?
    Esses são alguns exemplos que "transeuem" pelo texto do nosso acadêmico,que, só com essa produção esmerada, está contribuindo também para o "velório da língua culta".

    Assinado:
    Verena

  • Rafael Damian | Quarta-Feira, 31 de Dezembro de 1969, 20h00
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    A Verena, logo acima, usou de armas similares contra as quais combateu.

    Devo ter errado algo também...

  • edson | Quarta-Feira, 31 de Dezembro de 1969, 20h00
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    O texto do nobre acadêmico é um tanto quanto truncado e permeado de algumas informações confusas e como ele mesmo diz, dubias. O fato é que as variações lingüisticas no Brasil ocorreram e ocorrem pelo fato da reforma Pombalina do Sec.XVIII que proibiu no país que se falasse qualquer língua que não fosse o Português, inclusive com punições, daí vem a dificuldade em pronunciarmos certas palavras, haja vista, que a língua portuguesa não é natural para nós, senão vejamos: O que é mais fácil falar "nós vai ou nós vamos?; eu pido ou eu peço?"
    Temos a linguagem internalizada,a linguagem culta e a linguagem padrão. A primeira é aquela que falamos no nosso meio informal, com nossa turma etc. a segunda é a intermediária entre a padrão e a internalizada o qual é usada como meio de comunicar a todos e a padrão que é a linguagem padrão do país com o fito de padronizar uma linguagem,o qual é chamada pelos sóciolingüistas de "lingua de ninguém".O qual a linguagem jurista neste último se insere. Ora, a minha opinião se coaduna com todos os que defendem a democratização da linguagem jurídica quando se refere a exposição para as pessoas, porque não usar a linguagem culta o qual todos entendem? Deixe a linguagem rebuscada para os tribunais ou para outras instâncias, mas quando referir-se ao povão utilize a culta.(Exemplo dos comentarista de televisão), pois a função da língua é comunicar, se comunicou cupriu-se a finalidade da língua, neste caso a linguagem rebuscada do jurídico está comunicando com o povo? está cumprindo sua finalidade?
    Outra questão importante: Os advogados entendem a linguagem padrão ou esta suposta linguagem padrão que eles utilizam não é simplesmente um jargão jurídico, um código, onde os quais se iludem achando que dominam a língua padrão? E os "Advogados" que são analfabetos funcionais não fazem o mesmo?
    Reflitam sobre isto!!!


  • Cuiabano Ligado | Quarta-Feira, 31 de Dezembro de 1969, 20h00
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    Romilson, estou ate com medo de escrever mas....

    caro Fabiano, Parabéns pelo seu artigo, mas acho que vc esta morando no paiz errado, com esse nível "vocabulístico" (acho que essa palavra não existe), vc tinha que morar na França.

    obs. me esforcei muito pra escrever essa pequena nota ufaa.

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