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Terça-Feira, 04 de Dezembro de 2007, 17h:10 | Atualizado: 26/12/2010, 12h:19

JUDICIÁRIO

Beatriz é presa e leva consigo 4 do Judiciário

   O corregedor-geral de Justiça, desembargador Orlando de Almeida Perri, determinou nesta terça (4) a prisão temporária da ex-escrevente Beatriz Árias Paniágua, que cumpria pena em regime semi-aberto pela morte do juiz Leopoldino Marques do Amaral, em 1999. Junto com Beatriz foram presos Welington Dantas, José Dantas, a servidora do Fórum Criminal da Capital, Maria Dias da Conceição, e os estagiários de Direito, Rafael Peres de Pinho e Paulo Henrique da Silva Gahyva.  Os dois primeiros tinham prisão preventiva decretada por tráfico de drogas em Minas Gerais, porém, fugiram e estavam alojados na residência de Beatriz Árias.
 
   Os servidores do Judiciário foram denunciados pelos próprios familiares e reeducandos. São acusados de  promover o andamento dos processos mediante pagamento ou obtenção de vantagens. Após as denúncias, o corregedor exigiu que o caso fosse investigado pela Polícia Civil. Com isso, foi instaurado um inquérito que resultou na prisão temporária dos suspeitos sob determinação de busca e apreensão de documentos e objetos que comprovem os atos ilícitos.  

    A juíza Selma Rosane Santos Arruda, da 2ª Vara Criminal da Capital, afirmou que Beatriz fazia o papel de intermediária entre os reeducandos e os servidores do Judiciário. "Além de agenciar a corrupção, Beatriz enganava os presos, afirmando a incompetência dos advogados para soltá-los e dizendo que através do prestígio que ela tinha eles poderiam ser soltos mais rapidamente". (Pollyana Araújo com Assessoria)

(Atualização às 17h03) - Expediente é suspenso

    Em razão das 4 prisões, a juíza Selma Rosane Arruda suspendeu o expediente desta terça (4), da 2ª Vara Criminal da Comarca de Cuiabá, a qual é responsável.

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Comentários (2)

  • lampião | Quarta-Feira, 31 de Dezembro de 1969, 20h00
    3
    0

    O ditado já diz: "pardal que acompanha morce, amanhece de cabeça para baixo"

  • Maria Sylvia | Quarta-Feira, 31 de Dezembro de 1969, 20h00
    3
    0

    MAS SÓ NO BRASIL QUE UMA SERVODORA DO JUDICIÁRIO PARTICIPA DA MORTE DE UM JUIZ, É CONDENADA, NÃO PERDE O CARGO E VOLTA A TRABALHAR NO FORUM.
    SÓ PORERIA DAR NISSO.

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