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Segunda-Feira, 10 de Dezembro de 2007, 17h:30 | Atualizado: 26/12/2010, 12h:19

SEGURANÇA PÚBLICA

Brito faz contraposta a grevistas; Vitto é contra

   Os secretários Carlos Brito e Geraldo de Vitto, respectivamente, de Justiça e Segurança Pública e de Administração, começam a entrar em rota de colisão por causa da greve dos investigadores da Polícia Civil. No último contato com a categoria, na semana passada, Vitto foi enfático ao fechar as portas. Avisou que não tem como atender as reivindicações, principalmente sobre reajustes salariais.

   O governador Blairo Maggi, antes de viajar para Bali, na Indonésia, também reforçou a tese de que o Estado não disponibiliza recursos para conceder aumento e condenou as manifestações agressivas por parte dos investigadores que estavam usando até viaturas nos protestos nas ruas.

    Eis que Brito, preocupado em pôr fim à crise, resolve apresentar duas tabelas salariais aos agentes policiais. Essas propostas não teriam sido discutidas antes com o governador Maggi, que só retorna do exterior na próxima segunda (17). Geraldo de Vitto ficou sabendo nesta segunda da proposta de Brito e começou a criticá-lo. Agora, é um torcendo para reajustar o salário dos agentes e motivar o fim da greve, enquanto o outro, em nome da austeridade e para não ficar em desvantagem nesse processo, condena a atitude do colega.

(Às 20h) - Sindicato avalia tabelas de reajuste

  Os sindicatos dos Investigadores e dos Escrivães da Polícia Judiciária Civil convocaram asembléia para esta terça com vistas a avaliar as tabelas de reajuste salarial apresentadas às duas categorias pelo secretário Brito.
Pela proposta, em maio de 2008 será aplicada a reposição e, a partir de agosto, o governo adota a política de níveis salariais para as categorias, que prevê a manutenção das quatro classes, de escrivães e investigadores, divididas em cinco ou dez níveis.

    O subsidio médio, entre o maior e o menor proposto, será de R$ 2.472,00. "As condições orçamentárias e financeiras do Estado não permitem a aplicação de qualquer aumento da despesa com pessoal antes do mês de maio de 2008”, justificou Brito.

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Comentários (3)

  • César de Oliveira | Quarta-Feira, 31 de Dezembro de 1969, 20h00
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    ENQUANTO ELES NÃO SE ENTENDEM O POVO PADECE.

    Veja bem o que é esse governo. Numa questão tão importante dois secretários de relevantes pastas não conseguem se entender. É autêntica briga de ego. E ambos são "queridinhos" do governador, são integrantes de carteirinha do "time da botina". Time mesmo, pois o governo não tem o mínimo perfil de equipe. Ate lider parece não mais ter, pois Maggi pegou a doença de Lula: Só vive viajando.

    Agora nessa confusão entre Vito e Brito, quem paga é o povo que é obrigado a viver sem segurança, entregue a própria sorte. Blairo tenha pena do povo, governe com transparência, honestidade e ousadia. Pelo menos foi isso que o senhor prometeu e, os fatos indicam que o senhor não está governando segundo esses preceitos.

  • Maria Benedita | Quarta-Feira, 31 de Dezembro de 1969, 20h00
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    Essa briga de secretarios comprova mais uma vez que a priorização da segurança pública está longe de acontecer. Principalmente nesse estado elitista, onde o bolo fica com uma minoria e grande parte da populacao passa necessidade. E viva o periodo medieval.

  • marta silva dias | Quarta-Feira, 31 de Dezembro de 1969, 20h00
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    O resultado todo mundo sabe, carlos brito vai perder essa briga para o vito, pois esse governo não está nem aí para o funcionalismo público, para a segurança pública e nem para o meio ambiente, que também está um caos, justamente porque esse cidadão chamado vito (espero que não precise utilizar a policia) não deu a devida importância para ampliar o orçamento da sema em 2006. Olha só o que restou da sema!!!

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