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Sábado, 06 de Junho de 2009, 08h:03 | Atualizado: 26/12/2010, 12h:23

PALÁCIO PAIAGUÁS

Com Sachetti, Maggi tenta recompor núcleo duro do governo

 Fernando Ordakowski
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Adilton Sachetti, derrotado à reeleição em Rondonópolis, agora vira espécie de conselheiro do Paiaguás

  A seis meses de concluir antecipadamente o mandato, o governador Blairo Maggi tenta recompor o chamado núcleo duro da administração, com assessores de extrema confiança numa linha mais técnica para, dentro dessa precaução, evitar furo de caixa e/ou adoção de medidas que venham a trazer complicações para sua gestão. Busca fechar torneiras e segurar a sanha dos rebeldes e opositores, de modo a não provocar desgaste nesta reta final do mandato. O ex-prefeito de Rondonópolis Adilton Sachetti assumiu na última segunda, 1º de junho, o cargo de secretário Extraordinário de Apoio e Acompanhamento às Políticas Ambientais e Fundiárias do Estado mas, no fundo, a intenção de Maggi e tê-lo mais próximo para ajudá-lo a administrar com mais austeridade. Derrotado à reeleição no ano passado, o ex-prefeito é mais técnico que político e terá o papel de interferir nas decisões mais complexas, já com a predisposição de "dizer não". Será espécie de porta-voz e conselheiro do Palácio Paiaguás.

    Maggi se vê desfalcado do seu grupo da turma da botina dentro do próprio governo. Tenta, com Sachetti, recompor parte da equipe. Antes, os assessores de maior confiança eram Luiz Antonio Pagot, Waldir Teis e Cloves Vettorato. Após comandar as pastas de Infraestrutura, Casa Civil e Educação, Pagot deixou o Paiaguás para assumir o posto de diretor-geral do Dnit em Brasília. Ele era o chamado trator da administração. Teis saiu da pasta da Fazenda para virar conselheiro do TCE-MT. O último desfalque veio com o falecimento de Vettorato.

    Dos 24 secretários, os únicos "intocáveis" desde janeiro de 2003, quando Maggi assumiu o Paiaguás, são Yênes Magalhães (Planejamento) e a primeira-dama Terezinha Maggi, que comanda a secretaria de Trabalho, Emprego, Cidadania e Assistência Social. Os demais, ou foram remanejados ou substituídos. Em algumas pastas, ocorreram três ou mais trocas. Maggi decidiu por deixar a cadeira de governador em dezembro deste ano. Sua estratégia é deixar o orçamento de 2010 que deve superar a R$ 8 bilhões, que marcaria o último ano da gestão, para o vice e pré-candidato a governador Silval Barbosa (PMDB) executá-lo por inteiro. Enquanto isso, vai aguardar o momento para assumir um dos ministérios do governo do presidente Lula e, à distância, acompanhar as brigas eleitorais, quando estarão em jogo 24 vagas de deputado estadual, 8 de federais, 2 de senadores e mais a de governador e de presidente da República.

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Comentários (16)

  • LEANDRO HADDAD | Quarta-Feira, 31 de Dezembro de 1969, 20h00
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    Manda Bezerra plantar batata!!

  • Claudio Marcaondes | Quarta-Feira, 31 de Dezembro de 1969, 20h00
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    Esse Adilton é um roda presa, ele é muito dificil no trato é tão dificil que dificulta o andamento dos assuntos tratados com ele.
    A amizade do Baliro com o Adilton custa muito caro para o Governador, essa cara só deu dor de cabeça na vida dele

  • Berinho Donato | Quarta-Feira, 31 de Dezembro de 1969, 20h00
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    Arquiteto, Sachetti deveria ter arquitetado melhor a candidatura e a campanha a prefeito (reeleição). Se fosse apenas razoavelmente bom, teria sido reeleito. Como em Cuiabá, em que o Pinóquio Wilson Santos conseguiu se reeleger. Quem é ruim em Rondonópolis (interior), pode conseguir ser péssimo na capital.

  • fRANCISCA mIRANDA | Quarta-Feira, 31 de Dezembro de 1969, 20h00
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    O Geraldo de Vitto, também fazia parte da confiança do Maggi..mas, vinha fazendo muita coisa obscura... e depoisque foi decoberto com a estória da contratação do servió do Posto do amigo em MS ... não teve mais jeito...não é mesmo?....

    Eu sempre falei a respeito.mas não me davam atençAo...taí.

  • Heliio Silva | Quarta-Feira, 31 de Dezembro de 1969, 20h00
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    Espero que o sachetti possa mostrar para MT, o seu mica de trabalho, já que em Rondonopoles ele foi reprovado.

  • MARIA LUIZA | Quarta-Feira, 31 de Dezembro de 1969, 20h00
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    Com certeza o governador vai ficar satisfeito com o trabalho do Adilton, pois alem de sua competencia, ele é muito honesto.

    Lamento por Rondonopolis que esta um caos. Este prefeito q assumiu a prefeitura esta transformando nossa cidade num completo horror, perdemos o consorcio de saude por falta de pgto, funcionarios rezam p receber, o `PA esta um desastre completo, com pessoas morrendo por falta de atendimento.

    Tinhamos esperanças de q o Sachetti voltasse a prefeitura, pois sabemos das fraudes nas utimas eleições...

  • PEDRO PAULO BARROS LIMA | Quarta-Feira, 31 de Dezembro de 1969, 20h00
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    O ARQUITETO ADILTON SACHETTI,SEM DUVIDA VALGUMA É UM DOS HOMENS MASI SÉRIOS E COMPETENTES QUE A POLITICA DE MATO GROSSO ABRIGA.

    É LAMENTAVEL,E DEPLORAVEL QUE O POVO DE RONDONOPOLIS TENHA PERDIDO UM ADMINISTRADOR DESSE QUILATE.

    O DIA QUE O POVO ENTENDER QUE A FUNÇÃO DO POLITICO SÉRIO E TRABALHAR PELA POPULAÇÃO E PELA CIDADE,SEM DEMAGOGIA E TAPINHAS NAS COSTAS,O NOSSO BRASIL MUDARÁ.

    FICA A LIÇÃO DE RONDONOPOLIS,PÁRA QUE OS ELEITORES PENSEM NA HORA DE VOTAR,VOTAR NA SERIEDADE E NA COMPETENCIA.

  • Bruno Carbonato | Quarta-Feira, 31 de Dezembro de 1969, 20h00
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    Vetado por conter expressões agressivas, ofensas e/ou denúncias sem provas.
    Queira, por gentileza, refazer o seu comentário.

  • Jacyara - Oraculo Satisfeito | Quarta-Feira, 31 de Dezembro de 1969, 20h00
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    Adilto Sachetti, está na posição que sempre o colocou Maggi,Blairo, uma figura atrás do lider, foi assim no Sindicato Rural de Rondonopolis e em todos os cargos que a amizade de Blairo o tenha recomendado.
    Excelente cumpridor de tarefas.
    Deverá haver um distanciamento dos coroneis com sua excelencia em virtude da figura operacional e conselheira de sachetti, este, Sachetti deverá muito em breve começar a sofrer perseguições por parte dos amigos de Blairo, inclusive Dr.Pagot.
    Explico, o fogo amigo continuará a vitimilizar sua excelencia em busca de maior espaço e consolidações de posições para terem capital de manobra após saide de sua excelencia.
    Não queria perguntar, mais vou : O trato de Blairo com Wilson, feito após o anuncio da copa, não éra para disputarem Governo e Senado, então Wilson, se lançou a governador como????
    Denuncia a tempo : As obras do Pac, como estão sendo implantadas, principalmente nos bairros: Santa Amália, Flaboiant, Araça e Santa Isabel, correm o risco de sofrer uma revolta civil, com barricadas de pneus e outras açõs mais contudentes.
    È um absurdo o desrespeito do Gestor do Pac - Aparecido Alves com a comunidade, nem carro pipa providenciou.

  • acacio falcao | Quarta-Feira, 31 de Dezembro de 1969, 20h00
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    no final voces me conta.

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