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Segunda-Feira, 18 de Agosto de 2008, 11h:36 | Atualizado: 26/12/2010, 12h:21

CONFRONTO

Comentário em site da Amdepol liga PM ao mal


Site da Amdepol publica texto ofensivo à PM e motiva processo

   A reprodução de um e-mail, com ataques à Polícia Militar, postado na página da Associação Mato-Grossense dos Delegados de Polícia (Amdepol) na internet, está provocando revolta nos militares. Os comentários são assinados por Valério Valente. Ele diz, na carta intitulada "Uma das 1001 respostas ao T. Cel PM", numa referência um militar do Rio de Janeiro, que a PM protege o mal, liga a categoria ao crime e a esquemas de propina e defende o fim da instituição.

Coronel Leovaldo Salles ingressa com ação contra Amdepol  O ex-comandante-geral da PM em Mato Grosso, coronel Leovaldo Sales, presidente da Associação dos Oficiais da Polícia e Bombeiro Militar de MT (Assof), se diz indignado com os comentários feitos por Valente e destacados pela Amdepol. Segundo Sales, o problema começou a partir da Proposta de Emenda Constitucional 549, de 2006, que versa sobre a reinserção dos delegados de Polícia nas carreiras jurídicas. O e-mail, que traz o nome de Valério Valente no local destinado ao remetente e de José A. S. Filho no final do texto, critica a atuação da PM não apenas em MT, mas também em todo o país. 
   
   O autor do e-mail diz que os oficiais são treinados para proteger o mal. "Os oficiais PMs são treinados para combater o bem e proteger o mal. Vocês sempre foram subservientes carregadores de pasta, pedidores de esmolas políticas nos gabinetes do Poder Executivo e Legislativo. Não frequentam faculdades. Não dão valor à cultura e desprezam o direito. Também detestam História. Daí esse trauma contra os profissionais do Direito", diz trecho da matéria.

  • Clique aqui e veja a matéria completa na página da Amdepol. 

   Leovaldo Sales anuncia que já tomou as providências para processar o site da Amdepol, que veiculou o e-mail. Ingressou na Justiça com ação por danos morais com pedido de tutela antecipada para que a matéria seja retirada imediatamente do ar. "Esta pessoa ofendeu não somente os policiais de MT, como de todo o Brasil. Além disso, ela ofendeu até mesmo o Ministério Público. Estamos entrando com a ação contra o site da Amdepol".

   O coronel PM garante ainda que irá encaminhar a matéria à Federação Nacional de Entidades Representantes de Oficiais para que este, por sua vez, envie o texto a todas às associações do país. "Acho que cada policial militar do Estado que se sentiu ofendido deve tomar suas providências de um modo individual", orienta o presidente da Assso. (Flávia Borges)

(19/08- 8h) Site resolve retirar comentário do ar

   Menos de 24 horas após o RDNews postar a matéria acima, mostrando ataques feitos a policiais militares por meio de um e-mail reproduzido na página eletônica da Amdepol, o site resolveu retirar a matéria do ar.

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Comentários (4)

  • Justino Sincero Leal | Quarta-Feira, 31 de Dezembro de 1969, 20h00
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    O Coronel Medeiros é uma inteligencia Privilegiada, sempre preciso e correto nas suas colocações.
    É lamentável que coronéis com características semelhantes não estejam mais na ativa; É isso que está faltando à PMMT, hoje.
    O resultado disso é esse período que a PM vive, sendo alvo de qualquer um, até mesmo de delegado da PC.É a Idade Média da segurança púlica em Mato Grosso.
    temos uma PM que já não é tão polícia e nem tão militar assim.
    Os Oficiais fingem que comandam; a tropa finge que obedece!
    Internamente os coronéis se digladiam para derrubar o Comando Geral e se instalar como mandatário da corporação.Tudo com o aval medíocre de Maia e Novack.

    A polícia Civil... a essa não precisamos falar nada.A qualidade do serviço que ela presta ao Povo Mato-Grossense já dispensa comentários.Quem precisou dela sabe o que estou falando.Não se joga pérolas aos porcos!

  • léo medeiros | Quarta-Feira, 31 de Dezembro de 1969, 20h00
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    Filosofices Intempéricas na Segurança

    Vem por aí nova enxurrada de promessas e filosofices intempéricas sobre como governar e gerir a segurança pública.

    Invencionices, parvoagens.

    Você vai ouvir pór aí, que:

    “Para garantir a operacionalidade prometida, a secretaria terá funções distintas.

    A Polícia Militar é responsável pela linha de frente, o policiamento de rua.

    Já a Polícia Civil, investigará e centralizará as informações necessárias para completar o ciclo.

    A Policia Militar prende, a Polícia Civil apura e levanta provas, o MP fiscaliza e oferece denúncia e o Judiciário julga.”

    Grande novidade !!!!

    Ah! Se preso, o infeliz, vai ser reeducado no fantástico sistema prisional existente.

    O novo secretário vai defender uma união entre várias forças.

    Também convocará a OAB para negociar com os presos que fizerem rebeliões, a mídia para noticiar os fatos, os padrecos de passeata para servirem de testemunhas e algumas ongs para falar de uma tal falida “polícia comunitária”.

    Projetos inundarão os corredores da Secretaria, reinventarão a roda da segurança da “polis”.

    O povo, ó... !

    Continuarão faltando: vencimentos compatíveis, adequado efetivo, viaturas, armamento, meios de comunicação, agentes para investigar os crimes, delegacias em todos os municípios, cadeias públicas, integração com o Ministério Público e com o Judiciário; prisões decentes, agentes carcerários, capacitação profissional permanente, informatização do sistema,.....

    Sobrarão: desculpas esfarrapadas, verborragia demagógica, miasmas pútridos, assassinatos, roubos, fugas, tóxicos na rua, tiros, facadas, microfones abertos á critica, incompetências, sangue mostrados na “telinha”, críticas ao soldado raso,...

    Malgrado a gravidade do problema, obviamente que a situação tem saída, e não está apenas na esfera policial.

    Mas não há mais tempo para se perder com ilações e onanismo intelectual.

    É preciso deixar bem claro qual quadro enfrentamos na Segurança Pública, e o que deve ser feito no nível estadual pelos governos para enfrentar, com essa estrutura legal, a criminalidade e o banditismo.

    Primeiro, aceitar e enfrentar com coragem, mesmo com todos os desgastes que isso possa acarretar, o fato que a situação transcendeu os níveis normais, assim entendidos, para a Segurança Pública.

    Segundo, encarar a crise da segurança como o que de fato é: um conflito armado de baixa densidade, com características embrionárias de uma guerra interna.

    Terceiro, estabelecer prioridades nas ações de enfrentamento com o reequipamento dos organismos policiais, e adoção de novos conceitos em substituição a alguns totalmente ultrapassados, como, por exemplo, o conceito de polícia comunitária que já de muito não funciona como braço da lei vigilante.

    Os destacamentos de policia comunitária, perderam completamente a capacidade preventiva e repressiva de polícia, sendo meros prédios guardados por policiais militares acuados pelo crime.

    Quarto, desenvolver conceitos adequados que possam conjugar prevenção e repressão pela vigilância ininterrupta de áreas-problema.

    Quinto,criar unidades especiais de áreas-problema, mas com efetivos realistas para superar as forças do narcotráfico, e, não para funcionar como veículo de propaganda política, como é o caso da famigerada “policia comunitária”.

    Sempre, a polícia deve atuar com número de elementos, superioridade de armamento e munição, capacitação técnica para atuar tanto preventiva como repressivamente.

    Sexto, deverá a policia possuir uma estrutura de inteligência que dê suporte ao planejamento das ações e operações, que promova o conhecimento sobre as quadrilhas, seus integrantes, modus operandi e os desvios de conduta da tropa.

    Sétimo, adoção de medidas para reavivar a auto-estima profissional, como, por exemplo, modificações nos uniformes, adequando-o nas cores e modelos adaptados ao nosso clima.

    Nos nossos dias, os cabos e soldados recebem apenas um tipo de farda para toda e qualquer atividade.

    Nas apresentações festivas, solenidades, reuniões de círculo, representações oficiais e tudo mais, os cabos e soldados utilizam os mesmos uniformes que usam para os rústicos serviços operacionais e instrucionais.

    Dessa forma, compreendem-se desvalorizados e desqualificados e, o que deveria ser tão somente uma questão de círculos hierárquicos para definição de responsabilidades, culmina por revelar uma estratificação social indesejada.

    A verdade é que para adoção dessas providências, o maior esforço deverá ser de natureza política, com a compreensão da gravidade do problema.

    Não posso me furtar de dizer da minha convicção, de que as lideranças das nossas forças policiais conhecem e reconhecem a dimensão do problema.

    Sair dessa é possível.

    É preciso coragem, é preciso ter força, é preciso acreditar.

    Léo Gonsaga Medeiros – CelPMRR

    Cuiabá, 2006-12-27

  • heleno | Quarta-Feira, 31 de Dezembro de 1969, 20h00
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    sr governador criticas são construtivas, ta faltando agilidade na segurança publica...ta mto quieto...cade aquela policia de 10 anos atras?qual é o problema, tem que expor, por isso digo , governador tem que conversar com o comandante toda semana, com o secretario de segurança, isso se adiantar...sinceramente, numa boa acho que o governador blairo maggi nem sabe como opinar na segurança publica, falta pulso firme, isso são criticas construtivas...
    e parabens romilson por esse espaço de comentarios, abraços..

  • orlando xavier | Quarta-Feira, 31 de Dezembro de 1969, 20h00
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    Brincadeira essa associação dos delegados e o governo ainda quer que haja integração com uns caras desses. Não tem a minima condição ...
    Esse tal de valente deve viver em outro mundo, onde os delegados são trabalhadores, sérios e ... Quem conhece as duas instituições sabe quem é quem.
    Não vou dizer que aqui que na Polícia Militar só tem bons profissionais, mais que esse individuo brincou com a nossa inteligência, isso aconteceu sim.
    Podem preprarar, se tiver uma única ação de danos morais, podem ter certeza, é minha.

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