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Sexta-Feira, 29 de Fevereiro de 2008, 23h:01 | Atualizado: 26/12/2010, 12h:19

MEIO AMBIENTE

Dados equivocados do Inpe agora são corrigidos

  O equívoco dos dados do Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (Inpe) sobre o desmatamento em Marcelândia e Peixoto de Azevedo estão sendo corrigidos. Conforme a Folha de S. Paulo, uma equipe de fiscalização da secretaria estadual de Meio Ambiente detectou que todos os índices apontados pelo Inpe como recentes são, em verdade, referentes a desmatamentos antigos. Houve uma interpretação equivocada das imagens de satélite ou mesmo inexistentes.

   Outras 47 equipes continuam verificando os dados em municípios do Nortão. Ao todo, 79 pontos foram verificados nos dois municípios. A maior parte das áreas, de acordo com a Sema, havia sofrido queimadas. Outras já tinham sido contabilizadas como abertas em anos anteriores. Há registros de casos em que imagens da ação de uma praga de pastagens, a cigarrinha, foram interpretadas como sendo novas derrubadas. (Pollyana Araújo)

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Comentários (6)

  • carlos águia | Quarta-Feira, 31 de Dezembro de 1969, 20h00
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    Istó ate parece verdade, que vão fiscalizar, se quem manda e camara municipal, vcs dao parecer negativo e a camara aprova igual, e ainda mais quem esta fazendo parte do conselho do tribunal merece toda esta confiança??? porque ultimamente a gente so vê o troca troca, e creu no povo, e más o o que interessa e o salário e por sinal não é baixo, ainda quem vai fazer julgamento das contas rsrsrs. até e piada...isto e brasil......

  • Carlos Magno | Quarta-Feira, 31 de Dezembro de 1969, 20h00
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    As ONGs estrangeiras usam laranjas para participar de leilões e comprar terras na Amazônia - diz o General de Brigada Durval Antunes Ner.

    Entidade ligada às Forças Armadas, o Centro Brasileiro de Estudos Estratégicos (Cebres) alerta que, se o governo quiser identificar e mapear o poderio das Organizações Não-Governamentais (ONGs) de atuação suspeita na Amazônia, terá de colocar uma lupa potente no crescimento das transações fundiárias na região. A entidade aponta que está em curso um forte processo de transferência e concentração de terras em nome de pessoas físicas e empresas estrangeiras e que se utilizam de brasileiros como fachada para comprar áreas na região.

    - coordenador de estudos e pesquisas da Cebres, que esteve várias vezes na região e garante ter confirmado pessoalmente o que antes apenas se suspeitava.

    Segundo Nery, ONGs estrangeiras como a inglesa WWF estimulam invasões de terras no Sul do Pará para forçar a saída de fazendeiros e, assim, forçar revisão de processos de propriedade fundiária. O general explica que uma lei aprovada pelo governo do Pará, há cerca de 10 anos, sob o pretexto de recadastrar propriedades, acabou retirando os títulos de fazendeiros que não se apresentaram para fazer a revisão. A irregularidade aparece sempre que o dono da área invadida por supostos movimentos sociais entra na Justiça com pedido de reintegração.

    - Quem não revalidou o título perde a terra, que acaba nas mãos de empresas estrangeiras depois que os invasores deixam as propriedades. Os estrangeiros compram propriedades oferecendo preços acima do mercado - afirma o general.

    Transações milionárias

    A transferência a estrangeiros ocorre também através de transações normais de mercado, como a bancada pelo milionário sueco-americano Johan Eliasch, que comprou cerca de 190 mil hectares entre os municípios de Manicoré e Itacoatiara.

    - Na recente reunião do grupo do G-20, Eliasch declarou que vai enriquecer ainda mais com a exploração e venda da madeira, da biodiversidade e dos ricos minerais da região. Ele recomendou que outros ricos adquiram terras na região e chegou a afirmar que com US$ 50 bilhões dá para comprar a Amazônia inteira - afirma Nery.

    Há uma infinidade de entidades estabelecidas na região, mas o general garante que os grandes riscos detectados pelos levantamentos militares é o crescimento da influência estrangeira, segundo ele, uma ameaça permanente à soberania do país.

    - O risco não é o ensinamento de rituais místicos aos índios. É a presença estrangeira representada pelas ONGs - provoca o militar, numa crítica a um dos objetivos da devassa que o Ministério da Justiça planeja sobre as ONGs que atuam na região.

    Ele afirma que as principais entidades exercem influência em extensas áreas situadas entre o polo mineral do Carajás, no Sul do Pará, e em Roraima, onde o governo brasileiro demarcou cerca de 11 milhões de hectares de terras indígenas nas reservas Yanomami e Raposa/Serra do Sol. Nessa região, segundo o general, estão as maiores jazidas de ouro, diamantes, urânio e nióbio, minério valioso e estratégico que concentra 98% das reservas mundiais no Brasil.

    As ONGs estrangeiras com mais influência na região, segundo o Cebres, são a USAID (United States Agency for International Development), WWF (World Wild Foundation) FINRAT (Former International Reserve of Amazon Florest) e grupos missionários subsidiados pela Fundação Rockfeller.

    O levantamento da entidade aponta que muitas ONGs são fachadas para espionagem sobre recursos naturais à biopirataria, mas atuam também no tráfico de drogas e lavagem de dinheiro. O risco de perda de soberania brasileira começou no governo do ex-presidente Fernando Collor, mas agravou-se nas gestões seguintes.

  • mirtis rodrigues de rezende | Quarta-Feira, 31 de Dezembro de 1969, 20h00
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    É estranho essa matéria do rdnews, que também deveria divulgar o editorial de ontem da folha de são paulo, que detona o governador blairo maggi e sua pseudo politica ambiental, questionando o papel do Estado que ao contrário de criticar os dados do inpe (instituição de grande credibilidade) deveria era assumir os seus erros históricos, e admitir que mesmo que os focos de desmatamento não tenham ocorrido ano passado, no entanto, o desmatamento aconteceu e a sema não tomou nenhuma ação em relação aos infratores. Leiam o editorial de ontem da folha de são paulo, ali sim reflete a realidade sobre a questão do desmatamento em mato grosso.

  • Sentinela | Quarta-Feira, 31 de Dezembro de 1969, 20h00
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    É muito importante tambem destacar que estas equipes da SEMA que estão em campo pertencem a SUAD (superintendencia de açãoes descentralizadas da Sema), que é comandada por um policial militar, onde mais de 80% dos tecnicos não são tecnicos de carreira da SEMA, mas sim comissionados e terceirizados, que não tem experiencia nem habilitação necessaria para esta tarefa, muitos tem apenas o segundo grau ou formações fora da área ambiental.

    Qual a confiabilidade destes trabalhos???

    O importante a se destacar é que na maioria destas área existe sim um impacto ambiental, seja ele desmatamento corte raso, ou queimada, ou desmatamento ocorrido em outro periodo, este sim deve ser o fator mais importante.

  • Luiz Florentino | Quarta-Feira, 31 de Dezembro de 1969, 20h00
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    Mirtis Rodrigues de Rezende - vc já leu os artigos escritos sobre o tema por Onofre Ribeiro? É preciso admitir que todo o aparelho do Estado é no mínimo insuficiente para a fiscalização do desmatamento e de outros problemas ambientais.
    - Ou será que despechar centenas de toneladas de esgoto in-natura por dia nas águas do Rio Cuiabá não é um gravíssimo problema ambiental?
    - A proposta de compensar produtores por área não desmatada parece ser um instrumento moderno e eficáz. No entando as autoridades brasileiras, especialmente a ministra Marina Silva, não tem tido a visão necessária para debater soluções que contemplem a pressão econômica sobre a floresta.
    - Outro ponto. Empresas como Amaggi, Cargil e outras não compram mais soja plantada em aréas de desmate.
    - Então, o governador Blairo Maggi tem conseguido avançar sim, e muito nessa questão. De resto o que há é muita desinformação alimentando artigos radicais de quem nunca pisou no interior de MT ou na Amazônia

  • arlindo peres fontana | Quarta-Feira, 31 de Dezembro de 1969, 20h00
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    Luiz fernando, acho que o desinformado és tu. O editorial do jornal da folha de são paulo coloca o dedo na ferida, colocando a necessidade do governador blairo maggi assumir os erros, inclusive a falta de uma politica ambiental no estado, e não tentar escamotear os dados com contrainformação infantil, dizendo que o inpe tinha assumido os erros no cálculo da área desflorestada. Ora, alguém precisa dizer ao governador que queimada é tão ou até mais grave que desmatamento, causando sérios impactos ao ecossistema florestal. Luiz fernando, você deveria saber que o jornalista rodrigo vargas, da folha de são paulo, morou muitos anos em cuiabá e conhece o norte de mato grosso muito bem, portanto, não procede sua informação quanto a escrever artigos radicais (depende do ponto de vista que você esteja defendendo) e muito menos, de que quem escreveu a matéria não conhece mato grosso e nem a amazônia. luiz fernando, não seja cabeça dura e teimoso como o governador blairo maggi, que não quer ver ou não admite a verdade e coloca os seus negócios acima dos interesses coletivos da sociedade que deseja a preservação e o uso sustentado dos recursos florestais.

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