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Terça-Feira, 23 de Outubro de 2007, 15h:15 | Atualizado: 26/12/2010, 12h:19

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Decisão de não enviar equipe foi minha, diz Dias

José Carlos Dias, secretário estadual de Comunicação O secretário de Estado de Comunicação Social, jornalista José Carlos Dias, explicou, acerca da matéria "Maggi usa militar como repórter em missão oficial", que a decisão foi de si próprio em contratar uma jornalista, ao invés de destacar uma equipe da Secom para acompanhar o governador Blairo Maggi na viagem de 15 dias à Rússia e à Europa. O assunto provocou polêmica e questionamentos na primeira entrevista pós-viagem de Maggi nesta segunda. Um dos que contribuíram com envio de matérias e fotografias para a imprensa mato-grossense, no decorrer da viagem internacional, foi o tenente-coronel PM Alexander Maia.

   "O fato de mandar ou não alguém da Secom foi uma decisão minha. Preferi contratar uma jornalista brasileira e com vasta experiência e qualificação em cobertura internacional porque, em termos de custo, ficou mais barato", argumenta o secretário Dias. Na sua avaliação, esse fato não trouxe qualquer prejuízo na divulgação das ações do governo estadual. "A viagem foi tranquila e teve boa cobertura da mídia, com custo mais barato e dentro do princípio da qualidade e eficiência".

   Segundo Dias, que conduz um orçamento anual de R$ 14 milhões, se tivesse enviado uma equipe com quatro profissionais de sua pasta para a viagem as despesas teriam sido muito maiores. Revela, por exemplo, que todas os seminários, reuniões e eventos em que o governador participou foram gravados em vídeo. As despesas ficaram em 40 euros. De acordo com o secretário, esse valor poderia ter chegado a R$ 18 mil se tivesse deslocado uma pessoal especialmente para executar essa função.

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Comentários (8)

  • alair | Quarta-Feira, 31 de Dezembro de 1969, 20h00
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    Mas o secretário, que é um jornalista experiente, não explicou a atuação do militar como jornalista. E o Sindicato dos Jornalistas, até o momento não se manifestou, e parece que nem vai se manifestar. Difícil a situação. O Sindjor demonstra que está atrelado ao poder, sem nenhum poder de decisão, com a diretoria comendo na mão do governo. Pra que sindicato dos jornalistas afinal?

  • Plinio | Quarta-Feira, 31 de Dezembro de 1969, 20h00
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    Por isso que as matérias vinham elogiando a viagem, falando dos avanços conseguidos, etcc....... quando o noticiário internacional (conforme amplamente divulgado nos sites), falavam que foi um fiasco essa viagem. Até de um almoço com parlamentares, a Secom divulgou que foi tudo mil maravilhas, sendo que matérias feitas na imprensa de lá falaram que foi um fiasco, os deputados nem apareceram.
    Para mentir tem que gastar pouco mesmo.

  • Leonardo Hoffbauer | Quarta-Feira, 31 de Dezembro de 1969, 20h00
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    Deve ser Piada isso .

  • José Martins Liberato | Quarta-Feira, 31 de Dezembro de 1969, 20h00
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    Segundo o que enlenca o nosso ordenamento juridico, o policial cometeu crime de falsidade ideologica e deve responder criminalmente.
    Da mesma forma o secretário de Comunicação, José Carlos Dias, que como chefe imediatop do setor de comunicação do Governo do Estado, também deve responder, inclusive por improbidade.
    Nesses dois casos, que é sério, o Ministério Publico deve abrir procedimento e apurar os delitos cometidos pelos gestores por ser tratar de dinheiro público.
    O sindicato dos jornalista também deve denunciar o policial e o secretário.

    Vamos aguardar para os desdobramentos

    José Martins Liberato

  • Andre Lima | Quarta-Feira, 31 de Dezembro de 1969, 20h00
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    Gostaria de saber o que o João Pedro Marques estava fazendo lá.. .ele trabalha no governo... quem pagou a passagem dele? ele então poderia fazer os textos

  • julio augusto de oliveira soares | Quarta-Feira, 31 de Dezembro de 1969, 20h00
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    Para continuar escrevendo e acreditando nos companheiros do RD,gostaria de saber porque a minha opinião a respeito deste assunto não saiu,será que falei a verdade forte demais?
    Já que não usei nenhum termo ofencivo a ninguém.

  • Celso Miranda | Quarta-Feira, 31 de Dezembro de 1969, 20h00
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    Insisto na cobrança ao Sindicato dos Jornalistas de Mato Grosso. Essa entidade está de diretoria recém eleita pela categoria e está aí uma ótima oportunidade para esse pessoal mostrar para que vieram. Militar e ajudante de ordem não pode se passar por jornalista. Isso é crime de falsidade ideológica. Um delito que está na competência da Polícia Federal. Denúncia já! Ou essa categoria vai perder o pouco prestígio que ainda tem.

  • Marcelo Sartori | Quarta-Feira, 31 de Dezembro de 1969, 20h00
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    Gostaria de sugerir ao site RD News uma matéria mais aprofundada sobre esse assunto que é muito grave. Alguns ítens devem ser esclarecidos sob pena de colocar em chek toda a credibilidade do setor de comunicação de MT, tanto da Secom como dos veículos de empresas privadas deste Estado. Acho que toda a sociedade quer saber por exemplo:

    Quantos e quem foram os convidado pelo Governo que viajaram com despesas pagas pelo estado;

    Destes, quem representava o que e quais seriam as finalidades da viagem destas pessoas;

    Quem foram os profissionais de imprensa que o secretário da Secom diz ter contratado para prestar o serviço no lugar dos jornalistas oficiais do governo;

    A que empresa pertence os tais jornalistas e que grau de ligação eles têm com o secretário;

    Cadê o material produzido por estes profissionais?

    Com a palavra o Ministério Público, o Sindicato dos jornalistas ou os veículos que tenham compromisso com seus leitores.

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