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Sexta-Feira, 23 de Outubro de 2009, 12h:44 | Atualizado: 26/12/2010, 12h:24

Caso Lutero

Delegada fazendária não me coagiu, afirma empresário

   Um dia após prestar depoimento à Comissão Processante da Câmara de Cuiabá, o empresário Marco Antônio de Freitas Pinheiro, dono da Locamais, garante que jamais recebeu ameaças da delegada fazendária Luzia Guimarães, responsável pelo indiciamento do ex-presidente da Mesa Diretora, vereador Lutero Ponce (PMDB). Ele também nega ter sido coagido por ela. “Ela não me condicionou a dizer nada em troca de delação premiada, apenas comentou que fez a proposta a outros empresários para que dissessem a verdade, mas eu recusei porque não sabia de nada e também por estar dizendo a verdade”. O empresário comprova, por meio de documento, que sua empresa é constituída há vários anos, desmentindo, com isso, acusações de que seria fantasma.

   Segundo Marco Antônio, a delegada indagou se ele sabia que outros empresários recebiam dinheiro 24 horas depois de vencer os processos de licitações e que iam até o banco sacar parte do valor para a chamada mala preta de Hiram Monteiro, ex-secretário-geral da Câmara. Ele respondeu que não. “Eu disse que não sabia e que nem tinha como saber, pois nunca deu liberdade a ninguém para fazer este tipo de proposta”. O empresário pondera que sentiu um clima de coação devido ao ambiente próprio da delegacia, mas enfatiza que Luzia Guimarães não alterou seu depoimento e nem o pressionou a dar declarações inverídicas. “Só senti que quando a gente vai depor, já há um pré-julgamento. Mas falei apenas dos meus sentimentos e não das ações da delegada”.

   Ele reafirma que, dos R$ 78 mil previstos no contrato de 10 meses firmado com a Câmara na gestão Lutero, só recebeu R$ 22 mil, pois a Casa passou por dificuldades financeiras e teve que rescindir o contrato. "Só prestei serviços por dois meses, quando foram colocados cinco carros com ar-condicionado e direção hidráulica à disposição da Câmara”. O pagamento foi feito em duas parcelas. Na primeira, sua empresa recebeu R$ 11,2 mil.

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Comentários (1)

  • Cleber Adorno | Quarta-Feira, 31 de Dezembro de 1969, 20h00
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    0

    Bom, Sival Barbosa..... esta Muito impogado
    Acho que Vaii ser Patrolado !!!
    Pelo Wilson Santos .

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