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Quinta-Feira, 15 de Maio de 2008, 09h:05 | Atualizado: 26/12/2010, 12h:20

POLÊMICA

Dorner nega negociata e vai processar Maksuês

  O empresário Roberto Dorner (PDT), pré-candidato a prefeito em Sinop, negou nesta quinta, em entrevista ao RDNews, ter feito qualquer acordo com o conselheiro aposentado do TCE, Júlio Campos (DEM), e diz que irá processar o deputado Maksuês Leite (PP) por ter lhe acusado de receber R$ 2 milhões para tirar do ar o programa Comando Geral, apresentado pelo parlamentar na TV Rondon, propriedade do próprio Dorner.

   "Maksuês é muito meu amigo. Ele não poderia fazer isso. Se ele falou isso é uma injustiça que ele tá cometendo comigo", afirma. "Se ele (Maksuês) tá falando ele tem que provar. Se tiver alguma coisa que ele falou, vou processá-lo. Ele não pode falar isso. Eu não tenho acerto com ninguém e não quero acerto com ninguém. Ganho minhas coisas tranquilamente, sem roubo e sem confusão", garante.

"Se ele (Maksuês) tá
falando tem que provar"

  Dorner disse ainda que a demissão não foi uma represália pela atitude do deputado Gilson de Oliveira (PP), também tirado do ar em Sinop, ter aceito ser vice do deputado Juarez Costa (PMDB). "Eu nunca misturei as coisas. Se eu misturasse as coisas eu teria tirado ele imediatamente do ar quando o Gilson saiu daqui. Era uma resposta imediata, mas ele continuou a trabalhar", ressalta.

  O empresário alega que o programa saiu do ar para evitar problemas com a Justiça Eleitoral. Segundo Dorner, o Ministério Público estava fazendo pressão. "Eu precisava de um apresentador e não peguei o Walter (Rabello), que saiu de outra televisão, não peguei por medo de ter problema com a justiça. (...)  Ele (Maksuês) começou a conectar política, a Justiça iria tirar do ar e, antes disso, foi melhor eu tirá-lo", finaliza. (Alline Marques)

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Comentários (17)

  • Júlio Campos Neto | Quarta-Feira, 31 de Dezembro de 1969, 20h00
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    Quero Parabenizar Dr. Roberto Donner por sua atitude em demitir esse demagogo. E quero informar de forma que todos possam saber que sou seu amigo e pode contar comigo pelo resto de nossas vidas.

  • Marcelo Leite Ferraz | Quarta-Feira, 31 de Dezembro de 1969, 20h00
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    Perseguições, imposição e coronelismo nunca mais!

    Hoje se existem liberdades garantidas na Constituição Federal, é porque algum tempo atrás uma geração de estudantes protestou contra um regime ditatorial e lutou pelos direitos hoje exaltados nas leis constitucionais. A liberdade de pensamento, a liberdade e ir e vir são princípios que devem estar implícitos no dia-dia do pensar dos jovens desta geração.

    Desta maneira, depois de 20 anos que os direitos fundamentais dos cidadãos viraram cláusulas pétreas, ou seja, intangíveis por qualquer forma de deliberação legislativa que queiram alterar essa matéria, nós que usufruímos dessas liberdades, temos o compromisso de ampliar e tentar consolidar a democracia ao nosso tempo. Pensar é necessário, e para isso temos que participar ativamente da política e dos movimentos que reivindicam os direitos sociais.

    Esta semana foi comemorada 24 anos de redemocratização do país e é inconcebível que práticas antidemocráticas ainda persistem, a exemplo do que aconteceu nesses últimos dias no partido do DEM, aonde uma candidatura foi imposta, essa operação mordaça, enfim desrespeitando a opinião da coletividade.

    Não obstante, se analisarmos os governos precedentes que passaram pelo comando da administração pública do nosso estado, saber-se-á quanto naquele tempo os cidadãos sofreram nas mãos de políticos ditatoriais, que sempre tiverem a visão coronelista de fazer política. Logo, o governo de Júlio Campos foi marcado por perseguições e exonerações de quem não seguia a cartilha padronizadora dos Campos.

    Não é difícil perceber que depois de quase 40 anos de vida pública, hoje essa imagem de homem honesto e trabalhador, que o ex-conselheiro e aposentado, Julio Campos carrega, não passa de uma inverdade que ludibria pessoas sem consciência política.

    O passado do pré-candidato do DEM, é a prova inconteste dos malefícios provocados na política Mato-Grossense. Os índices sociais revelam que nosso Estado em termos de educação e qualidade de vida é comparado aos países da áfrica. Não há participação do cidadão no que tange em controlar e fiscalizar os gastos públicos. Tudo isso, está explícito pela falta de investimento na educação ao longo da história, esta que foi marcada pelos votos de cabresto que sempre mascarou as eleições no estado.

    A volta de Júlio Campos na política representará um atraso na cidade de várzea Grande. Precisamos de políticos que pensem em inovar e chamar a população para participar das coisas públicas, em fim exercerem a cidadania.

    A oligarquia Campos é uma página de um contexto histórico que foi marcado por abuso do poder, imposições, que não respeitavam os direitos conquistados pela sociedade.

    Nessas eleições quem conhece a história de Mato Grosso e tem o discernimento de quem são os políticos com compromisso com a verdade, tem o dever de sair às ruas gritando por mudança e transformação. E aqueles que só querem usurpar os cofres públicos e continuar a manter essa oligarquia devem ser expurgados da política.

    Portanto os filhos da Constituição Federal de 1988 vão estar de olhos abertos, fiscalizando e controlando os passos da política em Várzea Grande. Não temos medo e nem temor. “Por que não há tempo para morrer.”

    15/05/2008, 141 anos, dos quais. 40 foram da oligarquia dos Campos.... pensem nisso...

  • Roberto Carlos | Quarta-Feira, 31 de Dezembro de 1969, 20h00
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    O senhor Roberto Dorner mente ao dizer que nao tinha feito a pressão em relação a volta de Gilson de Oliveira, o próprio deputado Fabris defendendo Dorner na tribuna disse que o responsavel pela atitude do Dorner foi a questao da volta do Gilson.

    Esse Dorner, se mostra agora para o povo, mostra do que~é capaz para chegar ao poder. Coitado...teria de estar trabalhando lá em Sinop, onde o Irineu arrebenta ele no meio. Está acabado politicamente, nem bem começou e ja vai fazendo cáca.

  • Antonio Silva | Quarta-Feira, 31 de Dezembro de 1969, 20h00
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    Esse Dorner está é muito mal assessorado. O cara tem dinheiro sobrando mas não sabe investir politicamente. Todas suas ações estão lhe tirando do cenário político de VEZ.

    É melhor se aliar logo ao Irineu, pois senão vai ficar chupando o dedo.

  • Julia Gabriela | Quarta-Feira, 31 de Dezembro de 1969, 20h00
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    Sinceramente, eu e minha família iríamos votar no seu Roberto, pois conhecemos toda sua trajetória e familia. Porem, depois de ver tantas barbaridades que vem fazendo não queremos nem saber desse senhor. Nos perdoem mas vamos mesmo é com Juarez Costa que esse é do povo, enquanto o senhor, seu Roberto, está mostrando sua cara. Só pensa em dinheiro. E esse seu golpe da Mordaça vai lhe custar muito caro.

    Agora, realmente acredito que nunca se distanciou do Nilson Leitão. Só mente heim. O próprio Gilson me contou tudo sobre o senhor. To fora.

  • alcantara | Quarta-Feira, 31 de Dezembro de 1969, 20h00
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    PELO JEITO QUE ANDA A POLITICA EM MT., todo cidadao que quiser ser prefeito tem que ter uma concessão de radio e TV porque apareceu mais um cara de pau para negar tudo mesmo sabendo que o eleitor de MT não é besta, olha só: O Sr. Dorner tirou do ar todos os candidatos que atrapalhavam seus interesses para fazer coligaçóes em SINOP E VEM DE PÚBLICO DIZER QUE NÃO FOI ESTE O MOTIVO! CONTA OUTRA CIDADÃO QUE O POVO NÃO ACEITA MAIS ESSE TIPO DE REPRESENTANTE PARA SEU MUNICIPIO. POVO DE SINOP ABRA O OLHO CHEGOU MAIS UM....

  • Luiz Carlos | Quarta-Feira, 31 de Dezembro de 1969, 20h00
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    Não concordo com o que Roberto Dorner disse, pois é muito estranho que essa atitude de tirar Maksuês do ar seja tomada de um dia para o outro, acredito sim que é algum tipo de armação de Júlio Campos, cuja ações maquiavélicas já são conhecidas do povo matogrossense.

  • Adria dos Santos | Quarta-Feira, 31 de Dezembro de 1969, 20h00
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    nunca votaria numa pessoa igual esse Dorner que fez muitas ações espúrias para obter vantagens economicas como EU SEI. Na hora certa vou falar, fique tranquilo Maksues.

  • mairodeoliveiura | Quarta-Feira, 31 de Dezembro de 1969, 20h00
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    O seu roberto doner deve ter coragem de assumir o que fez. o povo de sinop nao merece ter um homem com esse carater de prefeito. sera que ele nao venderia sinop como tentou fazer com maksues?

  • Ricardo Silva | Quarta-Feira, 31 de Dezembro de 1969, 20h00
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    DORNER, CADA VEZ MAIS O SENHOR MOSTRA QUE E DESPREPARADO PARA SER PREFEITO DE SINOP. SEU EGO, E VAIDADES SAO MUITO MAIORES DO QUE OUTROS SENTIMENTOS. SINOP NAO PRECISA DISSO, PRECISA É CONTINUAR NOS RUMOS DO PROGRESSO COM O PSDB.

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