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Sábado, 22 de Março de 2008, 13h:26 | Atualizado: 26/12/2010, 12h:19

Artigo

Economista questiona preservação de florestas

O economista Gustavo Ioschpe, articulista da Veja, considera exagero a preocupação da população brasileira em defender o meio ambiente, principalmente quando os índices de analfabetismo no Brasil não apresenta queda significativa. Defende a construção de usinas hidrelétricas, madeireiros, agricultores, pecuaristas,  e joga a responsabilidade de preservação para os países desenvolvidos.

  "Por que parece natural e aceitável dizer que os brasileiros devemos preservar nossas florestas e rios para o bem dos europeus, mas parece ficção científica sugerir aos mesmos europeus que devolvam as toneladas de recursos naturais brasileiros que eles roubaram durante séculos de colonização? Por que eles podem defender nossas árvores e ficar com o nosso ouro?".

   O artigo de Gustavo em Veja desta semana, intitulado "E se plantássemos cérebros?" está postado na seção Artigos logo acima, à esquerda. Confira!

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Comentários (7)

  • eduardo farias de angelis | Quarta-Feira, 31 de Dezembro de 1969, 20h00
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    Esse economista perdeu uma oportunidade para ficar calado, e assim não falaria tanta besteira. questão ambiental levada á sério é para especialista e não para propagadores do desenvolvimentismo barato, inconsequente e irresponsável.

  • Clara | Quarta-Feira, 31 de Dezembro de 1969, 20h00
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    Só queria saber por que estes países desenvolvidos, de onde vêm um monte de Ongs, não reflorestam suas áreas?? Por que só o Brasil tem que preservar e reflorestar?? Acho que o mundo todo deveria ser responsável pelo meio ambiente....sei não....mas esse papo de só o Brasil não poder um monte de coisas,me parece manobra para não deixar o nosso país avançar....

  • adildo j. oliveira filho | Quarta-Feira, 31 de Dezembro de 1969, 20h00
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    o economista têm razão, devemos cobrar dos paises ricos a manutenção de nossas florestas virgens, impedir a entrada de ongs que estão lotadas de agentes estratégicos daqueles governos, que a pretexto de defenderem a natureza e as "nações" indigenas mapeiam nossas riquezas para futura e atual cobiça. por que o G7 não discute o desarmamento nuclear que coloca em risco a humanidade desde a década de 40? por que não existe preocupação com o continente africano, devastado e exaurido economicamente pelos paises ricos e colonizadores? nosso país hoje é cobiçado pelas riquezas que possui e precisamos urgentemente ocupar as regiões de fronteira para impedir o contrabando das nossas riquezas, fazendo voltar ao trabalho os militares aposentados com menos de 42 anos de idade, desenvolver nossa capacidade de defesa, digo capacidade nuclear, só assim afastaremos esses escusos interesses.

  • claudio | Quarta-Feira, 31 de Dezembro de 1969, 20h00
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    Não é o Erro de Conteporaneos? que justificará O Brasil continuar errando.
    E sim Investimento, micro,médio na agricultura e manejo sustentável, nas comunidades que estão na ponta onde existem brasileiros simbolos da tera caboclos, indios, negros, pardos etç... , eles trabalham dentro dos sertão vivendo muitas vezes sem nenhuma condição de vida, sem qualidade de vida pra, trabalhar, se manter ou insentivar o comercio local. o que eles tem pra sobriver que é a força de trabalho não tem nehum valor no sertão, por falta do descaso dos governantes que mantem essa politica caseira de predador, onde os burgueses brasileiros negociam essas areas e matem os coitados nelas pra dizer que existe gente em cima, quando na verdade o verdadeiro dono se esconte e arranhacel em SP, PR etç.
    è no Governo Federal que se Muda tudo isso, basta começar agora, Começar a Implantar postos da Embrapa em todo local onde ter uma comunidade rural com mais de 50 habitantes. E Junto com a EMBRAPA enviar uma Escola de porte a ser implantando em 02 etapas 1ª Porte mínimo Comunidade até de 20 a 50 Habitantes e médio acima de 50 habitante é uma sáida para qualificação para o desenvolvimento sustentável da comunidades rurais. Todas as ações podem ser de temporal ou atemporal, possuindo uma flexibilidade visando o recurso idenpedendo da fonte ja prevista préviamente.

  • rose | Quarta-Feira, 31 de Dezembro de 1969, 20h00
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    Só porque os estrangeiros dstroiram as suas florestas vamos persistir no mesmo erro, não estamos deixando as florestas em pé, e preservando a fauna e floram para eles, mas sim para nós mesmos, é a nossa maior riqueza, estamos fazendo isto por nós. A nossa preservação, eles que destroiram que plantem a propria comida, NÃO VAMOS DESTROIR O QUE TEMOS DE MAIS BELO, só pq os estrangeiros cometeram o seus maiores erros... Reconhem que somos superiores e preservem enquanto há tempo, e não queram plantar,plantar e plantar...

  • fatima | Quarta-Feira, 31 de Dezembro de 1969, 20h00
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    Rose voce não acha que está com uma visão muita limitada sobre essa questão de preservação? Minha querida o problema não é só dizer não vai mais desmatar, tem que criar políticas de desenvolvimento sustenval, fazer gestão ambientão e não dizer que é proibido, pois sabe-se que por lei é permitido que se desmate 20% e faça manejo nos 80%restante.
    Gostaria que os nossos dirigentes se preocupasse mais com educação, que só ela salvará o resto de vegetação ainda existente.

  • José Carlos Freire Neto | Quarta-Feira, 31 de Dezembro de 1969, 20h00
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    Têm gente que escreve o que quer, muitas vezes escondendo interesses escussos e obscuros como a de defender o desmatamento da floresta, e ainda quer vender a idéia de que manejo florestal resolve o problema, quando todos sabem que os tais planos de manejo florestal é só para inglês ver, pois se trata é de um corte seletivo, causando estragos e danos ambientais significativos ao ecossistema florestal. Já temos defensores demais aqui em mato grosso para justificar a exploração irracional e depredadora da floresta, e economistas pode entender alguma coisa de contas, mas, de área ambiental e manejo florestal nada entendem.

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