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Quarta-Feira, 29 de Outubro de 2008, 12h:05 | Atualizado: 26/12/2010, 12h:21

ECONOMIA

Éder defende moratória sobre juros e correções

Éder dee Moraes, secretário de Fazenda Secretário diz que União, que está socorrendo iniciativa privada, poderia perdoar Estados por 2 anos, o que incrementaria em R$ 1,2 bi os cofres de MT

  O secretário de Estado de Fazenda, Éder de Moraes Dias, levantou uma discussão que deve ganhar "musculatura" em todo o país. Ele propõe que os Estados brasileiros não paguem juros e correções monetárias da dívida pública durante dois anos, entre 2009 e 2010. Entende que essa moratória é possível e necessária, já que o governo federal, diante da crise econômica internacional, resolveu disponibilizar bilhões de reais para socorrer a iniciativa privada e, sendo assim, os governos estaduais têm o direito de, também, receberem perdão ao menos dos juros e correções.

   Pelos cálculos de Éder, Mato Grosso teria a mais no caixa cerca de R$ 600 milhões por ano ou R$ 1,2 bilhão durante os dois anos. Esse dinheiro, sugere o secretário, poderia fazer parte de um fundo de desenvolvimento regional. A proposta foi apresentada pelo próprio Éder em reunião com empresários da Federação das Indústrias do Estado (Fiemt) e já ganhou respaldo. O empresariado entende que o perdão de juros e correções resulta em mais dinheiro nos cofres públicos e, consequentemente, em novos projetos e investimentos, principalmente em infra-estrutura.

   Éder vai apresentar a idéia à bancada federal de Mato Grosso, à Assembléia Legislativa e a seus colegas secretários de Fazenda em reunião do Confaz. Ele observa que a palavra final sobre a investida será dos governos estaduais. De acordo com o secretário, como Estados e municípios terão menos recursos, então seria justo que a mesma sensibilidade e rapidez em agir para salvar os entes privados fossem usadas para garantir liquidez estatal.

   "Não precisa injetar recursos que já estão no caixa da União. Basta perdoar os juros da dívida pública em 2009 e 2010, afinal, pau que bate em Chico, também bate em Francisco". Para o secretário de Fazenda, não se pode usar dois pesos e duas medidas. "Os Estados e municípios precisam levantar essa bandeira e ir à luta. Devem mobilizar todas as esferas, associações, Congresso Nacional, Assembléias Legislativas (...), afinal não seria nenhuma benevolência da União, já que a duras penas e pagando acima da inflação oficial brasileira, os Estados e municípios dedicam sangue, suor e lágrimas para saldar essa dívida impagável", escreve Éder em artigo intitulado "Estados e municípios: isonomia da crise".

  • Clique aqui e leia o artigo do secretário sobre o que ele chama de isonomia da crise

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Comentários (9)

  • OZIEL | Quarta-Feira, 31 de Dezembro de 1969, 20h00
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    ESTE É O NOSSO SECRETÁRIO ÉDER.

    EDER ENSINA O PEDRO NADAF TRABALHAR AO INVES DE FICAR FALANDO, FALANDO, FALANDO....

  • Paulo José | Quarta-Feira, 31 de Dezembro de 1969, 20h00
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    É de se lastimar tanta ousadia e cara de pau do Sr. Èder, e deu seu Governado que só pensa em administra pra si próprio.
    Essa nova lei que ele esta querendo fazer e com certeza vai ser aprovado, por que os deputados são tudo pau mandando do governado, querendo que a divida sobre os juros e correções monetárias, da divida publica se perdoada por 2 anos.
    São só incentivos que favorecem a si mesmo e não ao povo sofredor de Mato Grosso.
    Se o pobre comerciante vai lá SEFAZ pedir um desconto dos juros e multas sobre a mercadoria apreendida, eles falam que não podem, por que é lei se querer, te desconto tem que andar em dias.
    Então já que o estado também quer desconto ele tem andar em dias, igual o povo sofredor que banca a mordomia da Turma da Botinha.
    Agora já que o Sr. Èder Capacho E Pau Mandado do governador querem incrementar o caixa do estado, com 1,2 bilhão em 2 anos apenas basta recorrer por outra lei, que garanto que é mas lucro ainda, que é a lei dos incentivos fiscal que lei numero 7.925 de Blairo maggi.
    Que cujo os incentivos concede anualmente cerca de R$ 1,2 bilhões em incentivos, mas apenas R$ 200 milhões passam pela Secretaria de Indústria e Comércio, o restante é dado de forma não declarada e escusa. E que denúncias, estão a de o governador Blairo deu incentivos às empresas que financiaram a sua campanha eleitoral e para que empresários comprassem jatinhos particulares.
    Sendo uma denúncia de rombo de R$ 1 bilhão no Tesouro, por conta da política de incentivos fiscais que adotou”, acrescentando que “o montante equivale a 20% da arrecadação do estado. A previsão para 2008 é que os benefícios somem R$ 1,23 bilhão. Até 2010, último ano de mandato de Maggi, a renúncia deve atingir R$ 4,17 bilhões, segundo estima a oposição, listão das empresas beneficiadas e o respectivo
    “Há uma verdadeira farra na concessão de benefícios, uma caixa-preta das empresas concedidas com os incentivos são 27 empresas e 15 são de parte de Blairo Maggi cadê transparência dele por que ele não da o nome das empresas que recebe os incentivos, porque o nome fica numa caixa preta? Por que ele também não incentiva o ZÉ DO BOLICHO da esquina apenas incentivas os ricos e comparsas dele.
    “A oposição insinua que o governo Maggi estar favorecendo grupos empresarias e requereu um dossiê completo dos fomentos e de seus contemplados – quer informações sobre cada ramo de atividade empresarial, nome dos beneficiados, tipo e data de início e término do benefício, valor total do crédito e alíquota normal aplicada ao segmento. A oposição argumenta que os dados disponibilizados pelo governo são insuficientes e imprecisos.”. cadê a transparência do Blairo com os nomes das empresas beneficiadas, cadê a honestidade que ele disse que tem?
    ” Os incentivos fiscais têm dado resultado. Resultado para quem? Quem está beneficiando-se da farra patrocinada por Blairo Maggi? Quantas empresas beneficiadas, como a Sadia e a Fiagril mantêm negócios com as empresas particulares do governador do estado? Cadê o listão da farra? Sem responder a tudo isso, não se abrirá a caixa-preta do governo Maggi.
    Agora seu ÈDER Pau Mandado pega esses 4,17 bilhões menos 1.2 bilhões de sua previsão e abate no que seu patrão ta roubando do povo trabalhador, e ainda vocês fica devendo 2.97 bilhões ainda.
    Esse dinheiro todo daria para Mato Grosso ter a saúde, mas Top do mundo, e a educação mais Top ainda.
    Nosso estado era o estado, mas seguro do mundo isso eu garanto, não apenas segurança para você seu Èder que anda com seu “Batmovel com 6 seguranças e nem apenas na casa do seu patrão que tem um batalhão De Policia Militar fazendo a segurança 24 horas por dia, enquanto os povo trabalhador pobre e humilde, esta morrendo todos dias pela violência que aumenta cada vez mais.

    ASS: PAULO JOSE

  • Mauro vital | Quarta-Feira, 31 de Dezembro de 1969, 20h00
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    Os comentários desse artista
    não tem nada de serio
    gosta e muito de aparecer.

    Uai!e a renegociação da divida.Se tivesse acontecido
    o MT ja estaria falido.

    esta secretario aparecido....

  • Pereira. | Quarta-Feira, 31 de Dezembro de 1969, 20h00
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    hahaha. Ô Éder! Dá essa idéia pro pessoal do meu banco, pra eles perdoarem a minha dívida também. Isso é absurdo! Taí um cara que gosta de aparecer.

  • vilma | Quarta-Feira, 31 de Dezembro de 1969, 20h00
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    Esse é o ÉDER! cabra bom. Taí um nome para 2014, continue assim Éder mostrando trabalho, e trabalho honesto, transparente, nós do CPA te apoiamos, quem sabe voce nao será o nosso governador em 2014, basta continuar trabalhando e acima de tudo na honestidade, voce vai longe. SUCESSOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOO

  • Cuiabano Ligado | Quarta-Feira, 31 de Dezembro de 1969, 20h00
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    Caro Romilson, é por essas e outras que o Secretario Eder de Morais, Causa inveja no resto dos secretarios sem votos.

    Esse Moço anda muito na frente dos outros (sem voto).

    Parabens Eder, vai em frente, só cuidado com os invejosos (sem votos)

    fique com Deus

  • CAMPOS NETO | Quarta-Feira, 31 de Dezembro de 1969, 20h00
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    ALÉM DE JUSTA, A PROPOSTA DO SECRETÁRIO ÉDER DE MORAES REVELA QUE ATRAVÉS DA CRIATIVIDADE E CONHECIMENTO TÉCNICO É POSSÍVEL SE PENSAR EM POLÍTICAS PÚBLICAS E ALTERNATIVAS QUE CONTEMPLEM O ESTADO E OS CIDADÃOS. ALÉM DE EXORBITANTES, OS JUROS DA DÍVIDA PÚBLICA ACABAM POR COMPROMETER O ORÇAMENTO ESTADUAL, REDUZINDO A LIQUIDEZ E A CAPACIDADE DE INVESTIMENTOS. COMO PARLAMENTAR ESTADUAL, JÁ ANTECIPO MINHA POSIÇÃO DE APOIO À PROPOSTA.

    CAMPOS NETO, DEPUTADO ESTADUAL

  • Geraldo Prata | Quarta-Feira, 31 de Dezembro de 1969, 20h00
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    O Governador tem pegar o Éder e o Nadafez e colocar no mesmo saco pra ver se acontece alguma coisa de bom. Porque até agora? Éder ataca os Empresários e Nadafez bem não me lembro, acho que o sobrenome diz tudo.

  • Artur Coimbra | Quarta-Feira, 31 de Dezembro de 1969, 20h00
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    Quero aproveitar a excelente idéia do secretário Éder e lançar aqui um apêndice da mesma: que tal uma moratória dos contribuintes dos extorsivos índices do ICMS da energia?
    Ou uma desoneração dos impostos sôbre o funcionalismo, como
    foi feito com os produtos do agronegócio que, coincidentemente, o nosso governador produz?
    O ex-senador Antero está certo quando diz que Blairo e Lula podem ter, politicamente, o triste fim de Poloicarpo Quaresma. Mas cuidado Anterinho: não existe tênis com salto alto.

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