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Sábado, 24 de Outubro de 2009, 21h:08 | Atualizado: 26/12/2010, 12h:24

DEBATE

Em artigo, jornalista reclama que existe proibição demais

   O jornalista Jorge Maciel está intrigado com tantas proibições. São lembretes para todos os lados, vetando acesso às pessoas. Em alguns casos, o alerta cabe, mas, em outros, soa como algo excludente e ameaçador. "A proibição é correta uma vez que áreas de risco onde há atividades relacionadas a segredo de Estado não devem ser frequentadas livremente", pontua Maciel. Ele enfatiza que, em outros aspectos, "proibir entrada de homens em aposentos íntimos femininos ou infantis, é razoável e plausível, como também proibir entrada de pessoas em salas de cirurgias". Por outro lado, o jornalista elenca outros ambientes que poderiam, ao invés de estampar o "proibir", abrigar expressões mais orientativas e observações. Em artigo, Jorge Maciel descreve, por exemplo, sobre o que encontrou ao chegar no gabinete da presidência da Câmara Municipal de Cuiabá, sob Deucimar Silva (PP).

   "(...) Há um aviso em papel sulfite, já de pontas dobradas, carcomido, não com ideia de orientar, mas flagrantemente de conter: "é expressamente proibida entrada de pessoas estranhas nesta sala". Maciel observa que trata-se de uma sala de atendimento, não o gabinete. "Para quem convive com as palavras a todo minuto, o termo “é expressamente” soa pálido, sem efeito, indiferente, mas para pessoas humildes, pode significar uma ameaça. Porque quem ousa proibir  expressamente pode se estar querendo passar uma expressão ameaçadora, exagerada, frontal, e que medre", critica o jornalista.

   O artigo assinado por Jorge Maciel sob título "É proibir proibir" está postado na seção Artigos, logo acima, à esquerda. Leia lá e comente cá.

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Comentários (8)

  • juliana | Quarta-Feira, 31 de Dezembro de 1969, 20h00
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    Já lí alguns artigos desse cara. Sempre atento, inteligente e surprreendente.
    Parabéns ! Um bom tema.

  • Edemir | Quarta-Feira, 31 de Dezembro de 1969, 20h00
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    ...como smpre, meu Amigo Jorginho fazendo a diferença ness mundinho d meu DEUS....

  • virginia | Quarta-Feira, 31 de Dezembro de 1969, 20h00
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    Conheço há anos o Maciel. Sempre soube do refino que trata a língua e as coisas da vida. O artigo nos remete a uma discussão que não parece importante, mas é de uma grandeza extraordinária. Concordo que avisos educados e menos agressivos possam dar lugar à proibições sem porquês.

  • evair | Quarta-Feira, 31 de Dezembro de 1969, 20h00
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    Sensacional. Justo e muito bem pensado

  • Gomide | Quarta-Feira, 31 de Dezembro de 1969, 20h00
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    Muito bom mesmo este artigo.Meu amigo particular e pessoal, alem de íntimo e chegado,Maciel é Sen-sa-cio-nal! Um luxo só!
    Aqui em casa ele entra o hora que quer, é meu rei. Em pensar que tudo isso que escreve nos sáites nasce aqui, batucando meu computador ( o dele coitado, foi levado; um laptop bonito que sumiu lá na prefeitura onde ele trabalhava).
    Continue sempre assim Jorge Maciel: escreva sempre, sempre...que minha casa continua aberta te esperando pra batucar mais!

  • Junior medalha | Quarta-Feira, 31 de Dezembro de 1969, 20h00
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    O nobre jornalista exagera, mas suas ponderações são coerentes. Precisamos avançar no ponto de vista da educação, e proibir em muitos casos é um ato excludente.
    Há alternativas para tornar alguns recintos restritos, sem a nomenclatura, como cita o sr. Jorge Maciel, Proibir.
    Fico com ele. E com o Caetano tb.
    Abraços. Parabéns pelo site, acesso todos os dias - toda hora!.

  • Esmeraldo Rodrigues de Jesus | Quarta-Feira, 31 de Dezembro de 1969, 20h00
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    Muito Bom o artigo do nobre amigo...Parabéns Jorge Maciel, parabéns RDNEWS...

  • Antonio Arruda | Quarta-Feira, 31 de Dezembro de 1969, 20h00
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    Meu amigo Jorge Maciel, tá estranha essa relação sua com o tal Gomide, não tá? Abra o olho, companheiro....

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