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Terça-Feira, 10 de Novembro de 2009, 11h:29 | Atualizado: 26/12/2010, 12h:24

CONFRONTO

Em artigo, Mainardi provoca ao citar "escória de Cuiabá"

  O colunista de Veja Diogo Mainardi voltou a provocar os cuiabanos, em artigo de Veja desta semana intitulado "Os moluscos do Brasil". Ele discorre sobre o etnólogo e antropólogo Claude Lévi-Strauss, um dos maiores intelectuais do século 20 que faleceu no último dia 31 de outubro. Ao destacar a história do antropólogo, que viveu durante três anos no Brasil e fez várias excursões para o Centro-Oeste e o Norte do Brasil e, em contato com índios cadiuéus, bororos e nambiquaras, começou a esboçar as bases do estruturalismo, corrente que revolucionaria a antropologia em meados do século 20, Diogo Mainardi faz o seguinte comentário: "(...) Se os portugueses, em 1500, descobriram o Brasil seguindo a corrente marinha, Claude Lévi-Strauss, quatro séculos mais tarde, em 1939, descobriu-o seguindo a linha telegráfica do marechal Rondon, em Mato Grosso. Ali, depois de se afastar da escória de Cuiabá, ele encontrou uma série de aldeias de índios em estado bruto, intocados pelos costumes do homem branco. Em particular, os nambiguaras".

   A expressão "escória de Cuiabá" é mais uma provocação aos cuiabanos de Diogo Mainardi, polêmico articulista de Veja e que participa do Manahattan Connection, programa televisivo semanário da GNT. Desta vez Mainardi citou a capital mato-grossense motivado pela história de Lévi-Strauss, que liderou várias missões etnológicas em Mato Grosso e na Amazônia, motivando o lançamento em 1955 do terceiro livro "Tristes Trópicos".

   Em maio de 2005, em outro artigo, Mainardi disse que, "se alguém me oferece R$ 10 mil para dar uma palestra em Cuiabá, penso imediatamente que eu aceitaria pagar R$ 15 mil para não ter de ir a Cuiabá”. Em outro trecho, completou: “minha maior ambição, hoje em dia, é jamais, em hipótese alguma, colocar os pés em Cuiabá”. Na edição seguinte da revista Veja, com o título "Podia ser Marabá. Ou Quixadá", o articulista prosseguiu no mesmo tom provocativo. "Citei Cuiabá porque eu a vejo como paradigma de lugar remoto. Cuiabá está mais distante de mim, por exemplo, do que Bagdá. Sei tudo sobre Bagdá. Cuiabá, por sua vez, não tem o menor significado para mim. Ou melhor, não tinha".

   Lembrou na época que o advogado Paulo Taques havia prometido interpelá-lo judicialmente. "Ele (advogado) diz que ofendi a cidade em meu último artigo. Só porque declarei que prefiro pagar um dinheirão a ter de conhecer Cuiabá. Meu maior temor é que, a certa altura, algum tribunal cuiabano me chame para depor. Não vou. Melhor ir para a cadeia", disparou Mainardi.

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Confira aqui (para assinante Veja) ou veja reprodução aqui da
 íntegra do artigo de Mainardi, em que cita "escória de Cuiabá"

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Comentários (66)

  • Mauro | Segunda-Feira, 25 de Novembro de 2019, 14h07
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    Ele falou alguma mentira ? Lixo de cidade, 40 graus todo dia povo mal educado, preguiçoso, verdade temas ser dita.

  • EDSON SILVA | Quarta-Feira, 31 de Dezembro de 1969, 20h00
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    Estou me lixando para esse,esse, sei lá oque ele é quero que vá para o raio que o parta.

  • Antonio Carlos Cuiabano | Quarta-Feira, 31 de Dezembro de 1969, 20h00
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    So posso dizer uma a esse Diogo Mainard Serra (PSDB de carteirinha).... VAI TOMAR NAQUELE LUGAR!!!!!!

    Filho DA P....................?

  • Gonçalo Arruda Nascimento | Quarta-Feira, 31 de Dezembro de 1969, 20h00
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    Benedito meu fio, que é iiiiisso! Como tu vai estrupá o coitado do defunto autor da frase escória de Cuiabá!? Presta sentido siminino!
    Foi o tal Levy que morreuesses dia aí que falou isso de Cuiabá. Se você fizer mau pra esse tal Diogo, aí sim que ele vai entorná o caldo sobre nóis. Faz isso não! O tal governador de Mato Grosso do Sul também prometeu isso lá pro tal do Minc, e óia no que deu: tá todo mundo falano mau dele.

  • Fernando | Quarta-Feira, 31 de Dezembro de 1969, 20h00
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    Sou Paranaense, estou no Mato Grosso a quase um ano e fiquei indignado em ler tamanha irracionalidade.
    Esse Mané é um indivíduo bestial, frustado pela incapacidade de evoluir no Jornalismo.
    Postura de um ser mentalmente perturbado ou com algum problema psíquico.
    Ninguém em sã consciência e com a responsabilidade de passar credibilidade aos seus leitores, escreveria tamanha asneira. Ele não pode ser uma pessoa normal.
    Fico realmente com pena. Pena da revista Veja que tem em seu quadro, um boboca, que
    em suas mal traçadas asneiras ofende um estado e uma capital, com um povo acolhedor.
    Vai se tratar Mainarde, quem sabe um fenobarbital resolva o seu problema.

  • Elenice | Quarta-Feira, 31 de Dezembro de 1969, 20h00
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    Não vamos mais comprar a revista pois ela só fala besteira, se publicaram a sua matéria é porque a revista permitiu vamos boicota-la e que bom que ele não quer vir a Cuiaba é menos um conteiner de lixo

  • Edson Guilherme | Quarta-Feira, 31 de Dezembro de 1969, 20h00
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    Vetado por conter expressões agressivas, ofensas e/ou denúncias sem provas.
    Queira, por gentileza, refazer o seu comentário.

  • josé Alcantara | Quarta-Feira, 31 de Dezembro de 1969, 20h00
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    Citar o nome deste elemento é até repugnante, mas eu particularmente tomaria providências encaminhando uma nota de repúdio a toda imprensa nacional e faria mais um chamamento a todos Matogrossenses/Cuiabanos ou não mas que aqui vivem e adotaram esta terra como sua, para em praça pública mostrar para todo Brasil a nossa repúdia deste cidadão e também para revista VEJA que se acha acima das outras os nossos prufundos protestos .

  • Antonio H. C. | Quarta-Feira, 31 de Dezembro de 1969, 20h00
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    Não conheço esse cidadão, nunca li um artigo se quer dessa criança enrrustida que não conhece um pouquinho da nossa História e cultura; Pelo que se percebe essa criança foi criado com Vô que passou a ele histórias antigas como : Cuidado Mainarde, lá em Cuiabá tem onça, indios fortes grandões e enormes que vão te comer, eles tem um pau enorme que socam em você...... e assim ficou a cabeça do Diogo Mainarde, não sabendo o tipo de tratamento da alma que ele gostaria de ter. E foi assim que Mainarde cresceu, com um sobrenome estranho que deixa o povo confuso, Não sabendo qual lado do tratamento da alma Diogo Mainarde escolheu.

  • ademir | Quarta-Feira, 31 de Dezembro de 1969, 20h00
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    esse cidadão deve ter namorado algum cuiabano que meto no azedo dele e saiu fora ,agora esta com dor de cotovelo e fica com essa diarréias celebrais falando de cuiaba que lixo de pessoa

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