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Domingo, 11 de Maio de 2008, 08h:18 | Atualizado: 26/12/2010, 12h:20

ARTICULAÇÃO

Empresariado copia Maggi e se lança a prefeito

  Vários empresários resolveram tomar a trajetória de Blairo Maggi na vida pública como exemplo para concorrer a prefeito. Maior produtor individual de soja do mundo, Maggi se lançou ao governo do Estado, em 2002, faltando 3 meses para as eleições e, com promessa de quebra de paradigma com transparência, ousadia e honestidade, convenceu o eleitor. Com esse discurso, já "abocanhou" duas eleições para o Palácio Paiaguás, ambas no primeiro turno. Muitos empresários acham que esse "efeito Maggi" pode se repetir com eles. Não levam em consideração, porém, a conjuntura política e a diferença entre uma candidatura de governador para uma de prefeito. Podem sair frustrados das urnas.

   Em quase todas cidades-pólos mato-grossenses há sempre um empresário de olho na prefeitura. Em Cuiabá, por exemplo, Mauro Mendes, presidente da Federação das Indústrias do Estado (Fiemt), entrou no páreo pelo PR de Maggi. Empresário do ramo de telecomunicação, ele foi motivado pelo próprio "rei da soja". Está sendo "lapidado" politicamente para usar o mesmo discurso.

   Em Cáceres, o empresário Francis Maris (PMDB), maior revendedor Honda da região Centro-Oeste, é um dos "prefeituráveis". Já em Sinop há dois pré-candidatos a prefeito que são empresários fortes: Irineu Martins (PSDB), dono da rede de supermercados Machado, e Roberto Dorner (PDT), que atua em vários ramos, entre eles comunicação e pecuária.

   O prefeito de Rondonópolis Adilton Sachetti (PR) vai à reeleição com discurso de que implantou na gestão pública o estilo empresarial de administrar. Em Barra do Garças, Eduardo Moura (PPS), pecuarista e um dos maiores empresários do Araguaia, voltou a se animar com vistas a concorrer ao cargo de prefeito. E, assim, o empresariado tenta ocupar cargo eletivo. Querem virar político como Blairo Maggi.

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Comentários (10)

  • cirene vidalto | Quarta-Feira, 31 de Dezembro de 1969, 20h00
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    Até eu que sou mais boba quero uma boquinha pra ficar rica, essa é a forma mais rápida e não tem justiça pra empedir.

  • Ramiro | Quarta-Feira, 31 de Dezembro de 1969, 20h00
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    Os empresários querem virar politicos para fugir da altíssima carga tributária. Já perceberam que vão acabar quebrando, pois, somente acumulam dividas fiscais impagáveis.

    Politicos, abram o olho e reduzam a carga tributária rápido, senão a concorrência só aumentará.

  • Ramiro | Quarta-Feira, 31 de Dezembro de 1969, 20h00
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    Referindo-me ao comentário do Moisés Saiqueto devo dizer:
    Grande jurista este sr. Moisés, Pena que a Justiça Eleitoral não pensa como ele.
    Ministério Público, olha ai quem voces dever começar investigando.

  • Fábio | Quarta-Feira, 31 de Dezembro de 1969, 20h00
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    Em 2002 o atual governador, então empresário na área do agronegócio e suplente de senador, cadidatou-se ao governo do estado de Mato Grosso sózinho sem qualquer apoio, como inicia o presente texto ...se lançou ao governo do estado..., é verdade nínguem o apoiou, né, romilson.

  • Diogenes Justo | Quarta-Feira, 31 de Dezembro de 1969, 20h00
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    Faço a seguinte analise:

    Em Cuiabá, MAURO MENSES não deve ter muito sucesso, pois o atual prefeito Wilson Santos não tem feito uma péssima administração. E Mauro entrará numa briga boa entre Wilson e Rabello, porém, se derem espaço pro Mauro ir ao segundo turno, podem começar a se preocupar.

    Em Cáceres, FRACIS MARIS vai dar trabalho, em virtude da administração dos Henrys estarem em baixa.

    Em Sinop, pode vir qualquer candidato do lado do atual prefeito Nilson Leitão que perde feio. Nilson deixará a administração com a pecha de mal gestor e corrupto. O ensaio do Irineu, mesmo sendo bom administrador privado não colou junto ao eleitor. Ja Roberto Dorner não deslanchou, mesmo gastando uma fortuna com companheiros, não passa de 30% nas pesquisas. Por lá JUAREZ COSTA vai dar de lavada.

    Em Rondonópolis SACHETTI vai levar a maior surra do mundo pro ZE do PATIO. Não vai nem adiantar o apoio e grana do Blairo, pois o prefeito deixou muito a desejar e a população se arrependeu de não ter eleito Ze do Patio na eleição passada.

    Em Barra do Garças, não me arrisco a dar palpite.

    Um abraço a todos e parabens RDNEWS pelo espaço democrático. Sem sombras de dúvidas o RDNEWS hoje é o site mais acessado do Estado.

  • dunga da silva | Quarta-Feira, 31 de Dezembro de 1969, 20h00
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    Em Sinop o sr. Irineu Martins do Supermercado Machado só despertou para a política agora, porque seu império está sendo ameaçado pelo grupo francês que é dono do Atacadão e que vai se instalar em Sinop. É o legítimo empresário-interesseiro que vai usar da politica para tentar impedir a concorrência de seu negócio. E pior: Nilson Leitão é seu padrinho politico....Sem futuro!

  • Luiz | Quarta-Feira, 31 de Dezembro de 1969, 20h00
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    A minha preocupação é eles não ser igual Murilo Dormindo. Aqui em V. Grande o resultado de empresário como prefeito foi zero. Muitos vem com esse discurso de ser um bom empresario e na hora não faz nada.

  • ALBUCASSIS RAMIRES | Quarta-Feira, 31 de Dezembro de 1969, 20h00
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    SE ESSE BEM SUCEDIDO EMPRESÁRIO,QUE CONSTA TER UMA DIVIDA ASTRONOMICA COM O FISCO ESTADUAL,COPIAR O SEU MESTRE BLAIRO MAGGI,NÃO VAI DAR NEM PRÁ SAIDA,POIS OS ELEITORES CUIABANOS NÃO TOLERAM MAIS A ARROGÃNCIA DESSES BOTINUDOS.

    SORTE DO WILSON SANTOS,QUE TEM COMO ADVERSARIO,CANDIDATOS COMO WALTER RABELO E MAURO MENDES.

    O SÁBIO POVO CUIABANO,NAS URNAS DARÁ A RESPOSTA A ESSES NEOARGENTINOSQUE PENSAM QUE SOMOS TODOS BEIÇUDOS E IGNORANTES.

  • José Antônio de Oliveira | Quarta-Feira, 31 de Dezembro de 1969, 20h00
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    Senhor editor,

    Vejo com preocupação a vontade que muitos empresários tem hoje, de entrar para a política em cargos do legislativo e do executivo.É no mínimo controversa essa realidade de que empresários administram melhor que políticos. Se num primeiro momento, a administração pública, cuja a gestão é feita por um empresário aparece bem, a longo prazo, e isso já é histórico no Brasil, ela se mostra extremamente desumana para as classes menos favorecidas.
    Explico porquê? Os empresários quebram o equilibrio das relações políticas intitucionais do Estado, que foi criado para equilibrar o convívio das classes sociais e partem para o discurso de que este, tem que gerar lucro. E todos nós sabemos que o Estado não foi feito para dar lucro, foi feito para atender as necessidade do povo, através de políticas sociais justas.

    O que vemos na maioria das vezes são os empresários, resolvendo os problemas de suas empresas ou setor empresarial. Um grande exemplo disso é a atuação de nosso governador Blairo Maggi, que para muitos fazem um bom governo, mas, se formos analisar sua administração vamos encontrar um desvio no mínimo preocupante! Basta pegar o mapa da atuação da AMAGGI e constatar que a pavimentação asfaltica dos Consórcios, só foi realizada nas regiões onde esta empresa atua. Várias regiões de Mato Grosso, com extremas necessidades de melhoria de suas malhas viárias ficaram de fora. Isso resolve de imediato, mas incentiva o desequilibrio regional de nossa economia. Chegou a hora de Mato Grosso ter um governo que realmente governe para os pequenos e para os mais pobres! Só assim Mato Grosso vai realmente crescer e não transformar apenas a Região Sul e o Médio Norte em ilhas de prosperidades, em detrimento às outras regiões que por não terem vocação para o cultivo de grãos, são relevadas a condição de segunda e terceira categoria.


  • Gleice | Quarta-Feira, 31 de Dezembro de 1969, 20h00
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    Eles se esquecem que não tem um amparato como o Blairo teve.
    Talves até o próprio Blairo se esquece de quem o lançou.

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