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Segunda-Feira, 07 de Julho de 2008, 10h:45 | Atualizado: 26/12/2010, 12h:21

CONFRONTO

Entidades detonam governo e complicam Nadaf

Pedro Nadaf, secretário de Estado de Indústria, Comércio, Minas e Energia Surge uma nova crise no governo Blairo Maggi, que não conseguiu cortar ainda o "cordão umbilical" do seu secretário de Indústria, Comércio, Minas e Energia com a Federação do Comércio do Estado de Bens, Serviços e Turismo (Fecomércio-MT) e a Federação das Associações Comerciais e Empresariais (Facmat). Nadaf controla as duas entidades há vários anos. Hoje, está licenciado, mas o atual vice da Fecomércio, Hermes Martins, por exemplo, o consulta antes de tomar as principais decisões. Assim, está havendo conflitos de interesse em alguns casos.

   Na semana passada, as duas entidades empresariais divulgaram uma nota "detonando" o governo Maggi e, por tabela, a secretaria de Estado de Fazenda, sob Éder de Moraes. Chegaram a dizer que o governo está inviabilizando a atividade econômica de forma inconsequente, incoerente e desrepeitosa para com a classe empresarial por ter dobrado o índice do marcap do ICMS - índice de preço de venda usado pela Sefaz para tributar medicamentos.

   "Está na hora de darmos um basta a tanta arbitrariedade por parte da Sefaz, pois a nossa classe tem dado bons exemplos no que se refere à contribuição com o desenvolvimento de Mato Grosso", diz na nota Hermes Martins, vice-presidente da Fecomércio-MT. Já Paulo Sérgio Ribeiro, presidente em exercício da Facmat, disse que "nunca, nas gestões passadas, o governo através da Sefaz trabalhou de forma tão arbitrária como o atual". "O tratamento que tem sido dado aos empresários é revoltante e tem feito muitos repensarem em investimento em MT. Há exemplos de empresas baixando as portas por não suportarem cargas elevadas", ataca Paulo Sérgio.

Éder de Moraes, secretário de Fazenda  Para o Palácio Paiaguás, a reação conjunta da Fecomércio e da Facmat "tem dedo" do próprio secretário Nadaf. Essa desconfiança vem gerando crise no governo. Alguns acusam Nadaf de se utilizar de subterfúgios de "inocente úteis" como Hermes para defender a categoria. O governador Maggi pretende intervir nas brigas internas. O secretário Éder adotou uma política dura no sentido de fechar o cerco contra a sonegação fiscal. Acionou a Delegacia Fazendária para dar suporte na fiscalização, inclusive por segmentos empresariais. Em declarações recentes, Éder, tido como trator da gestão Maggi, mandou recado: "Se o dinheiro do contribuinte não chega na sua totalidade aos cofres estaduais é porque alguém, no meio do caminho, está praticando apropriação indébita. O Estado só quer aquilo que lhe é de direito".

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Comentários (10)

  • Jose Alberto | Quarta-Feira, 31 de Dezembro de 1969, 20h00
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    Se fosse só ai. E a secretaria de cultura. Que colocoram um pessoa completamente transtornada, que xinga politicos e maltrata artisdtas. è o todo poderoso. Ate parece filme de terror. Promete e nao cumpre, acorda e nao swe responsabiliza. Pode esperar a resposta vem nas urnas, E tá perto

  • antonio marccos | Quarta-Feira, 31 de Dezembro de 1969, 20h00
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    O sr.Eder tem tratado a classe comerciante como ladrões !!! Agora vem com os pardais de IPVA ... Pega leve secretário...já já vão puxar tua ficha....aliás não é tão limpa assim !!! Quer aumentar a arrecadação do estado às custas do sacrfício da classe que mais emprega e gera renda no estado !!! vai devagar com o andor que o santo é de barro.

  • PEDRO PAULO BARROS LIMA | Quarta-Feira, 31 de Dezembro de 1969, 20h00
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    ATÉ QUE ENFIM ESSE GOVERNO CEGO E INCOMPETENTE DOS BOTINUDOS,COMEÇA ENXERGAR QUEM É O PEDRINHO NADAF,UM HABIL MANIPULADOR DE GENTE E MENTES.

    COMO PROFISSIONAL É RECONHECIDAMENTE UM INDOLENTE E NÃO MUITO AFEITO AO TRABALHO,MAS COMO MANIPULADOR DE BASTIDORES É UM CRACK.

  • Guilherme Filho | Quarta-Feira, 31 de Dezembro de 1969, 20h00
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    Nadaf, como eterno líder empresarial, (sem possuir nenhuma empresa) jamais iria deixar de puxar a sardinha para o seu segmento, mesmo ocupando cargo de decisão no Executivo. Ou ia?. Aliás são procedimentos normais em se tratando de entidades classistas desta natureza e outras do Sistema S de Mato Grosso. Acorda governador!!

  • Luiz Duarte | Quarta-Feira, 31 de Dezembro de 1969, 20h00
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    Vetado por conter expressões agressivas, ofensas e/ou denúncias sem provas.
    Queira, por gentileza, refazer o seu comentário.

  • Ramiro | Quarta-Feira, 31 de Dezembro de 1969, 20h00
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    Vetado por conter expressões agressivas, ofensas e/ou denúncias sem provas.
    Queira, por gentileza, refazer o seu comentário.

  • joaquim siqueira | Quarta-Feira, 31 de Dezembro de 1969, 20h00
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    ESSE PEDRO NADAF , NÃO AGUENTA UM MINUTO DE MINISTÉRIO PUBLICO , ALIÁS MP ACORDA : NADAF USA AVIÃO DO SISTEMA S E PAGA COM DINHEIRO PUBLICO , E AÍ ????????

    NADAF ARTICULA COM MELATTI QUE ARTICULA COM OS PATROCINADORES , QUE POR FINAL TETAM PARAR O BELO TRABALHO DO SECRETÁRIO DE FAZENDA EDER MORAES.

  • Luis Duarte | Quarta-Feira, 31 de Dezembro de 1969, 20h00
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    Estou refazendo o meu comentário a respeito do super-empresario do nada Pedrinho Nadaf. Se a Fecomercio e o Sistema Sesc-Senac não tornou-se um feudo da familia Nadaf,porque eles estão dirigindos esses orgãos há mais de 25 anos? Quantos parentes deles comandam e gerencia os vários setor desses orgão?.Por que Romilson ,voce não faça uma reportagem investigativa sobre oque estou afirmando?.Será que voce já esqueceu a multa que o TCU aplicou no sr.Pedro Nadaf ? por que...por irregularidade na aplicação de dinheiro publico pelo Sistema Sesc-Senac.Ta na hora de ser tomada algumas providencias cabiveis,contra esse cidadão ,que realmente é protegido da Rede Globo,conforme o proprio Gov.Blairo afirmou,que só iria nomea-lo para a SICM para não brigar com a TV C.América. Acredite se quiser, investigue-o...?

  • Renato Soares | Quarta-Feira, 31 de Dezembro de 1969, 20h00
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    Hoje o empresário de Mato Grosso voltou ao regime do Comunismo. O Estado que mais cobra impostos. E funciona desse jeito, ou vc paga o que queremos, multas e juros abusivos ou vamos arrendar todos os seus bens. Eles prendem as mercadorias na barreira, cobram o doblo do imposto. Se não bastasse além de pagarmos o imposto na barreira, depois vem cobrando na guia novamente. Aí vc vai na Exatoria pleiteando que retirem o imposto já pago e vc é tratado como bandido e sua mercadoria continua presa.

  • julio amorim | Quarta-Feira, 31 de Dezembro de 1969, 20h00
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    Edeer Moraes vamos ver se sua ficha é tao limpa quanto ao que vc prega...pega leve..ta se achando né?e ainda achou esse governadorzinho pra te dar corda...somos cuiabanos e merecemos respeito.........

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