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Sábado, 28 de Novembro de 2009, 09h:57 | Atualizado: 26/12/2010, 12h:24

MEIO AMBIENTE

Estado realiza doação de madeiras apreendidas a SC

   Madeiras apreendidas em Mato Grosso serão entregues às famílias de Santa Catarina, atingidas pelas fortes chuvas em 2008, que afetaram cerca de 78 mil pessoas. A primeira carreta com o material, que foi doado após decisão da Justiça, deve chegar a Ilhota (SC) na próxima segunda (30). Conforme o site da Globo, no total, serão entregues 624 metros cúbicos de madeira, suficientes para construir cerca de 70 casas.

   As moradias serão construídas em Ilhota, Luiz Alves e Blumenau, três dos municípios mais atingidos no Estado. No total, o estado receberá 624 metros cúbicos do material. A quantidade é suficiente para construir cerca de 70 casas de madeira. A economia gerada a Santa Catarina com a doação é de R$ 1,2 milhão. O transporte do material será pago com recursos do Fundo Estadual de Defesa Civil.

   Para o transporte e avaliação da madeira, a Defesa Civil contou com a parceria do Inmetro catarinense e do Instituto de Metrologia e Qualidade Industrial (IMEQ), de Mato Grosso. Técnicos da Defesa Civil também estiveram em Cuiabá para avaliar a qualidade da madeira. O Imeq de Mato Grosso, vinculado a Sicme é parceiro da iniciativa e coordenará juntamente com os órgãos envolvidos o embarque dos mil metros cúbicos da madeira, cerca de 80 caminhões. (Flávia Borges)

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Comentários (5)

  • Josué | Quarta-Feira, 31 de Dezembro de 1969, 20h00
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    O autor da Lei que destina as madeiras apreendidas ao Estado de Santa Catarina e o Deputado Riva.

    O engraçado é que de autoria do mesmo deputado, foi vetado um projeto de lei similar, porém doanda o material para construção de casa em MT.

    Como pode o governo da butina sancionar uma lei que beneficia outro estado?

  • Lucelio Costa | Quarta-Feira, 31 de Dezembro de 1969, 20h00
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    COPENHAGEN 2009

    Por: Lucélio Costa Gonçalves


    Do dia 7 ao dia 18 de dezembro de 2009, Copenhagen/ Dinamarca abrigará a 15ª Conferência Marco das Nações Unidas sobre Mudanças Climáticas (COP15). O crescimento natural das populações faz com que os problemas ambientais se desenvolvam com os mesmos ritos, pois a capacidade de um está indiscutivelmente atrelada ao outro, às vezes de forma irreversível para o meio-ambiente, logo, é o homem o mais prejudicado. A Conferência das Nações Unidas sobre o Meio Ambiente reunida em Estocolmo em 1972 emprega em seu primeiro princípio a convicção comum de que:
    O homem tem o direito fundamental e a liberdade, a igualdade e o desfrute das condições de vida adequadas a um meio-ambiente de qualidade tal que os permita levar uma vida digna e gozar do bem estar, e ter a solene obrigação de proteger e melhorar o meio-ambiente para as gerações presentes e futuras. A este respeito, as políticas que promovem a perpetuação à separação, a segregação racial, a discriminação, a opressão colonial e outras formas de opressões e dominações estrangeiras ficam condenadas e devem ser eliminadas.
    O homem continua buscando sempre em sua experiência, ora inventando, criando e progredindo dentro daquilo que lhes pode capacitar a transformar o mundo, não importando com o meio natural que os rodeias. Sua existência se volta inteiramente em elevar-se no seu atual contesto, não o faz só pela imprudência, mas sim pelas incessantes oportunidades de pesquisas que o mundo tecnológico lhes proporciona com todas as suas multiplicidades.
    Nosso código florestal de 1934, copiado em alguns países europeu, está prestes a ser “renovado” pelo Congresso Nacional, esperamos que isto aconteça para melhor, afinal, muita coisa mudou de lá pra cá, é preciso reformulá-lo, para colocá-los dentro dos padrões que requer as realidades atuais. Segundo as sábias palavras o Des. JOÃO ANTONIO NETO, em seu discurso de abertura do 1° Ciclo de Estudos: MEIO AMBIENTE ÉTICA E CIDADANIA, recordando e enaltecendo os nossos defensores ecológicos “(...) há 141 anos, o eminente Governador de Mato Grosso, COUTO MAGALHÃES, fundador de Várzea Grande, já brigava pela preservação das matas ciliares do Rio Araguaia. Como também o eminente jurista SEBASTIÃO GOMES DE CARVALHO, pioneiro ensaísta e debatedor do direito ambiental. (...)”, logo, precursores renomados de nossa história. Homens de visões ambientalistas de nosso estado, há tempos atrás, já tinham suas preocupações na conservação e preservação da biodiversidade.
    Já lá pelos anos 60, se dizia que o homem não pode ser o lobo do homem, entre outras palavras, o homem não pode ser escravo dele mesmos. Porém, pouco se ouviu a esse respeito, erroneamente, se age pelo momento, é só o que pode ser agora e, não o que poderá vir amanhã, os avanços obtidos até então, facilitaram a vida do homem, aponto de torná-los benevolentes com tudo que aparentemente lhes é viável, e que lhes traz conforto. O exemplo disso é uma pequena peça tão comum aos dias de hoje; o CONTROLE REMOTO, o que este invento nos tornou mais preguiçosos, fixando-nos de vez e nos atrelando por horas em nossos sofás. As facilidades que ora nos empoem a tecnologia, pode nos fazer enxergar o que antes era praticamente impossível, contudo, nos deixa cego para aquilo que nos parece óbvio, a mitigação dos problemas causados ao clima produzindo cada vez mais gazes poluentes contribuindo sobre maneira para os danos ambientais. É preciso manter o máximo controle sobre a queima de combustíveis fósseis, conseqüências do aquecimento global, estabilizando a concentração global de carbono até 2017, com uma previsão de queda acentuada, podendo chegar a ser 80% menos que em 1990.
    A utilização dos espaços a nossa volta sem discernimento é uma das maiores preocupações do mundo, os danos causados aos seres humanos são incalculáveis, por todas as regiões na terra, na água e no ar, os seres vivos em geral, tem sofrido grandes transtornos com o desequilibro ecológico. Os recursos se esgotam e as deficiências aumentam significativamente, e saúde do próprio homem é colocada em risco. Segundo o Conselho Diretor do Instituto Interamericano de Direitos Humanos, quando da reunião da Agenda 21, estabeleceu que as questões ambientais inserem-se condicionalmente nas questões dos direitos humanos, de tamanha importância passa a ser “uma das prioridades das próximas décadas”. Seguindo estas normas, o IIDH, novamente reunindo-se em Brasília em 1992, chegaram as seguintes conclusões elaboradas pelo Comitê de Redação e aprovadas em plenário em 07 de Marco de 1992:
    “(...) I. Existe uma relacion íntima entre desarrollo y médio ambiente, dessarrollo y derecho humanos, y médio ambiente y derechos humanos. (...)”.
    Os países reunidos em Copenhagen precisam chegar a um acordo mundial, acerca do controle dos gases poluentes, da diminuição do efeito estufa e do estancamento do aquecimento global, assegurar-se do controle das armas nucleares, dos conflitos armados causadores de muitos problemas humanos e ambientais, Fatos que não pode e não devem ser mais protelado.
    Assim sendo, o Brasil que tem um grande potencial de energias limpa, deverá marcar sua presença com uma proposta firme diante dos Estados Unidos, Índia e da China, tendo em vista, serem estes três países os que mais poluem a atmosfera.

    O progresso social da ciência e da tecnologia a partir de então, terá que ter um novo olhar par o futuro, acreditar que a capacidade humana de sobrevida, perpassa por uma dimensão de interesse dos poderes constituídos. A defesa do meio ambiente está intrinsecamente ligada a essas novas conquistas, ou seja, a sustentabilidade de nossa existência é primordial, indo para além dos interesses “unos” e financeiros.
    Recapitulando: A Declaração da Conferência das Nações Unidas sobre Meio-Ambiente “Eco /92”, Rio de Janeiro, na “Cúpula da Terra”, em seu primeiro princípio proclama;
    Os seres humanos estão no centro das preocupações com o desenvolvimento sustentável. Têm direito a uma vida saudável e produtiva, em harmonia com a natureza.

    Fonte:
    Livro: Diretos Humanos e Meio Ambiente
    Autor: A. A. Cançado Trindade - Porto Alegre, RS 1993.
    Discurso: 1º Ciclo de Estudos: Meio Ambiente Ética e Cidadania.
    Des. João Antonio Neto – Cuiabá, MT 2005.


  • jose ilson | Quarta-Feira, 31 de Dezembro de 1969, 20h00
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    quem ve o governo doando madeira para santa catarina,vai pensar que mato grosso nao tem milhares de familia morando debaixo de lona.absurdo.

  • Jacyara | Quarta-Feira, 31 de Dezembro de 1969, 20h00
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    No estado poucos conseguiram se apropriar destas madeiras e são instituições dedicadas a proteção dos desabilitados fisicamente e ou proteção ambiental.

    Se me perguntarem cito os nomes.

  • Germano Souza Cruz | Quarta-Feira, 31 de Dezembro de 1969, 20h00
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    E porque não distribuiu aos semteto do Estado de Mato Grosso que também não tem onde morar? Este (des)governo quer fazer uma moralzinha nacional enquanto os governados do estado de Mato Grosso passam pelas mesmas necessidades que os irmãos de Santa Catarina, mas só com uma diferença, os necessitados de Santa Catarina passaram a assim ser acerca de 2 ou 3 anos, enquanto que os daqui já estão assim à cerca de 10 ou 15 anos, ou seja, já sofreram muito mais que o povo de Santa Catarina, e o que é pior, não é aquele sofrimento repentino, mas sim um sofrimento diário, ou horário, ou minutário, ou à cada segundo, ou seja, um sofrimento perene que poderia ser minorado caso estas madeiras lhes fossem cedidas.

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