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Domingo, 01 de Junho de 2008, 11h:20 | Atualizado: 26/12/2010, 12h:20

MEIO AMBIENTE

Estudante da USP critica condenação feita a MT

 O jovem acadêmico de Direito da Universidade de São Paulo (USP), Thiago Stuchi Reis de Oliveira, que mantém residência fixa em Alta Floresta (a 812 km ao Norte de Cuiabá), revela, em artigo, sua angústia pela necessidade de diariamente explicar a seus colegas, que continuam confundindo Mato Grosso com Mato Grosso do Sul e, o mais grave, criando imagem de que "o Mato Grosso (do Norte) é um grande destruir de floresta".

   "Já ouvi muitas idiotices relativas ao desconhecimento geográfico, ou referentes às nossas atividades econômicas, de muitos brasileiros por aí, mas essa conversa, que já se repetiu com outras pessoas, foi a gota d´água, ainda mais considerando que se deu no meio acadêmico", escreve Thiago Reis. Em seguida, emenda: "Aqui na universidade, entre os alunos, a crítica ao plantio da soja e à criação de gado se baseia naquela velha história contada pelo professor de geografia do cursinho: o avanço da fronteira agrícola no Centro-Oeste, que está tomando conta do cerrado e entrando na Amazônia".

   Para o acadêmico de Direito, "querer destruir a história de heroísmo e de coragem dos colonizadores e habitantes do Nortão é pretender acabar com a história das famílias que, com inúmeras incertezas, e com total incentivo do governo federal, dispuseram-se a enfrentar os empecilhos oferecidos por um lugar até então praticamente inóspito, onde tudo estava para ser feito".

  O artigo de Thiago Reis, com o título "Bolsa-Amazônia, já!: Em defesa do Nortão", está postado na seção Artigos, logo acima, à esquerda. Confira.

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Comentários (6)

  • edson apolianrio | Quarta-Feira, 31 de Dezembro de 1969, 20h00
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    Parabéns Thiago, e continue mostrando ao Brasil e se possível ao mundo, e principalmente, aos vorazes pela nossa terra, Pátria e lar, a verdade sobre quem somos, onde estamos, e o porque de estarmos aqui. Com certeza esclarecimentos como o seu lembrará à todos que nós ao contrário do que possa parecer não invadimos nada e muito pelo contrário, tivemos ofertas e muitos convites para aqui estarmos. Parabéns, em nome do povo do antigo Mato Grosso do Norte- Mt.

  • Alaerte Luiz de Freitas | Quarta-Feira, 31 de Dezembro de 1969, 20h00
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    Thiago, parabens ao artigo, mais quero lembrar ao Marcio e Antonio Etico,que conforme artigo,falta de conhecimento causa estragos ireparáveis. assim como nosso ministro do meio ambiente é uma prova viva. O que as pessoas não sabem
    éque os produtores são verdadeiros conhecedores da necessidade de se preservar. assim tem como premissa produzer mais sem desmatar,já que Mato Grosso tem extensa áreas de terras onde dezenvolve pecuária que é possivel tranformar em agricultura. E já estãofazendoisso há muito tempo. Temos que lembrar que a fome está batendo a porta de todos. Os paises tem necessidade de gerar alimentos para poder dar de comer a seu povo. O que se vê é nossos governantes e principalmente o governo federal se preocupar muito mais com as pressões internacionais do que mesmo coma realidade do que acontecem nos solos matogrossenses e principalmente da amozonia legal. esse Calos minc,na verdade mostra-se um ignorante, não conhece a pasta da qual está ocupando. Meio ambiente é um assunto complexo, que deve ser discutido de maneira globalizada;como se condena a produção de alimentos no campo, e deixa as industrias que poluem a atmosfoera, os lagos os rios etc. é preciso lembrar tambem que os paises da europa, ásia e Estados unidos são campeões de desmatamentos na história mundal, destruiram todas suas vegetações e agora quer ditar normas para o Brasil e Amazonia. Concordo que devemos preservar mais não pode condenar um esado que apenas está fazendo a lição de casa. Aosr. Antonio Etico, que não parece ser ético. devemos lembrar que o banco do brasil assim como todos os bancos ~sao campeões de faturamento anual. protanto não é precisopreocupar com banco.porque eles sãoos maiores benefiáros de toda essa cadeia.

  • Antonio Etico R. Silva | Quarta-Feira, 31 de Dezembro de 1969, 20h00
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    Thiago voce precisa conhecer mais da história de MT e do Banco do Brasil, pois dentre esses que voce defende, a maior vitima não foi lembrada, não é tão sòmente a Floresta, mas sim, o proprio Banco do Brasil e o povo brasileiro, estes sim, sofreram com os muitos calotes aplicados pelos dito benfeitores de MT. Hoje rindo dos Matogrossenses e do resto do mundo, até posando de mocinhos, quando na realidade são os verdadeiros bandidos.

  • juliene auxiliadora barbosa da mata | Quarta-Feira, 31 de Dezembro de 1969, 20h00
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    Como historiadora e especialista na História de Mato Grosso, e alguns artigos já publicados em jornais locais, quero parabenizar o THIAGO REIS pelo seu artigo. Concordo plenamente, MT onde tudo começou , com a nossa fundação, suas riquezas naturais, e a muito tempo na geopolítica já considerado o futuro celeiro agricultor do Brasil, sou cuiabana e mesmo com a divisão não perdemos nossa identidade,algumas pessoas é que são mal informadas, os colonizadores que aqui chegaram só trouxeram benefícios desbravando nossas terras e trazendo o progresso p/nosso estado. E a soja como as demais produções, estão colocando nosso estado com forte competição de produtor no mercado nacional e tirando aquela imagem que aqui é uma terra de tupiniquins. JULIENE A.B.MATA/HISTORIADORA

  • marcio | Quarta-Feira, 31 de Dezembro de 1969, 20h00
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    Tiago,
    Pelo amor de Deus, amigo, Você estudando em uma Universidade como a USP e ainda pensando de forma acritica? Tudo bem que não se pode deixar de reconhecer a contribuição dos que foram para o nortão. Assim com não se pode esquecer a contribuição dos bandeirantes paulistas que por primeiro, colonizaram Mato Grosso e nem das expedições portuguesas que chegaram ao Brasil. No entanto, não podemos ser ingenuo e acreditar no seu heroismo espontâneo, altruista, sacrificial. Isso tudo, em todos os casos, aconteceu por muitos outros interesses. Então amigo, estude história, história econômica, leia a história da riqueza do homem, conheça mais a história de Mato Grosso. Mais uma vez, nenhum aluno de curso universitário pode ser tão ingênuo. Por fim amigo, defender nossa casa, o único lugar que temos para viver é essencial, é instinto vital. Por isso entre na luta contra a destruição do cerrado e da amazonia.Vamos cuidar de nosso planeta. Um abraço

  • Nádia Galle | Quarta-Feira, 31 de Dezembro de 1969, 20h00
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    Muito bem!
    Precisamos de alguem que defenda os colonizadores de Mato Grosso.
    Parabéns ao estudante.

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