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Terça-Feira, 12 de Agosto de 2008, 22h:58 | Atualizado: 26/12/2010, 12h:21

LEGISLATIVO

Fabris se afasta pela 4ª vez em menos de 2 anos

Deputado Gilmar Fabris se afasta de novo do cargo de deputado 8 cadeiras são ocupadas por suplentes; na UTI, Português renova licença; apesar de 24 vagas, Assembléia tem hoje 33 deputados

 Pela quarta vez em menos de dois anos de mandato, o deputado (cassado) Gilmar Fabris (DEM) ingressou com pedido de licença da Assembléia. Assim, ele continua prestigiando o suplente e ex-prefeito da Capital por dois mandatos Roberto França (sem partido). O novo afastamento começa a valer a partir desta quarta. O deputado Airton Português (PP) deveria retornar à AL esta semana, mas como sofreu um acidente e está internado numa UTI, seu afastamento se prolonga por mais alguns dias. Em sua vaga permanece Antonio Azambuja.

  A Assembléia se transformou na Casa dos suplentes. Nada menos que 8 das 24 cadeiras são ocupadas por candidatos reprovados nas urnas em 2006, mas que estão legislando graças a acomodações de titulares em outros cargos ou que se afastaram por problemas de saúde e por causa de pressões para aceitar o esquema de rodízios.

   Polêmico e sem papas na língua, Fabris alega que precisa dar continuidade ao tratamento de saúde. Alega obesidade. Ele teve o mandato cassado pelo TRE-MT, mas conseguiu reconquistá-lo provisoriamente junto ao TSE, que o concedeu liminar. Outros dois deputados perderam mandato, mas nem saíram dos cargos porque obtiveram êxito em recursos junto ao TSE: a estadual Chica Nunes (PSDB) e o federal Pedro Henry (PP). Todos são acusados de compra de votos.

  Ex-presidente da Assembléia na década de 1990, Fabris garantiu retornou ao cargo pela coligação PFL/PPS, que elegeu 10. Nesta legislatura, ele permaneceu mais afastado do que no exercício do mandato. Mesmo assim, não ficou um mês sem receber o "gordo" salário de R$ 12,5 mil, mais subsídio de R$ 8 mil, um veículo Corolla à disposição, assessores, R$ 30 mil de verba de gabinete, mais R$ 15 mil a título de indenização e outras despesas custeadas pelo erário. Apesar da existência de 24 cadeiras, a AL conta hoje com 33 deputados.

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Comentários (7)

  • marcos | Quarta-Feira, 31 de Dezembro de 1969, 20h00
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    ATÉ QUANDO TEREMOS QUE SUPORTAR OU ENGOLIR ESSAS FARSAS NA CASA DO POVO, OU CASA DA MARIA JOANA, POR QUE É UM ABSURDO E DESCALABRO O QUE ESTÃO FAZENDO LÁ, NÃO HÁ UMA AUTORIDADE OU ORGÃO QUE ANIQUILE ESSES PROCEDIMENTOS ?
    ACHARIA MELHOR, CORTAR ESSES SALARIOS MONSTRUOSOS, ENQUANTO UM PAIS QUE QUER SER DE 1º MUNDO, PAGA A TRABALHADORES SLARIO MINIMO DOS MINIMOS, E É ISSO QUE UM SALAFRARIO DESSES DEVERIAM GANHAR PARA SENTIR NA PELE.
    AGORA LICENÇA DE QUE ? UNHA ENCRAVADA. CASSEM ELE JÁ........

  • tonhao | Quarta-Feira, 31 de Dezembro de 1969, 20h00
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    Nós eleitores,temos que ter mais conciencia,,foi o povo que elegeram essas peças raras..entao nao devemos nem reclamar,,,,

  • Geraldo Pamplona | Quarta-Feira, 31 de Dezembro de 1969, 20h00
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    Se existisse uma definição que agregasse ou que fosse além de uma pessoa ser desprovida de qualquer falta de princípios, essa expressão caberia a esse cidadão chamado Gilmar Fabris. Somente no Brasil e nesse estado se aceita ter como representante do povo esse camarada tão sujo e boçal. Chega a dar nojo o cinismo teatral de seus atos e me chega tbem a dar dó da Assembleia Legislativa deste estado ter em seus quadros esses Srs. O povo é aquilo que seus líderes são . Gilmar Fabris vc é desprezível.

  • Gilmar | Quarta-Feira, 31 de Dezembro de 1969, 20h00
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    A AL virou mesmo um balcão de negocio São 15 milhões por mes sem nenhuma transparencia com o aval de TCE.
    Denuncie os fantasmas e o nepotismo cruzado no site do MCCE www.mcce-mt.org.

  • paulo roberto de oliveira | Quarta-Feira, 31 de Dezembro de 1969, 20h00
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    Esse vampiro chamado Gilmar Fabris, deveria pedir licença
    da Assembléia e não voltar mais, é um verdadeiro inútil,
    mas culpado de tudo isso é o povo que até hoje não aprendeu
    a votar. Agora temos de aguentar essas tranqueiras que estão no Legislativo.

  • Mossueto | Quarta-Feira, 31 de Dezembro de 1969, 20h00
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    Será que esses senhores pensam que o povo é BURRO? Se quisessemos deputados exercendo cargo de secretários ou outro cargo qualquer, para abrir vagas para suplentes, teriamos votado nos suplentes e fazendo deles deputados, agora o cidadão briga com unhas e dentes para nos representar no legislativo, e depois de eleitos, dá uma banana verde para o povo e vai negociar com o cargo que lhes outorgamos, na maior cara de pau, onde está a sua vontade de representar o povo no parlmento do estado? Mas novas eleições virão em 2010, e essas figurinhas carimbadas terão o troco que merecem.

  • Marinna | Quarta-Feira, 31 de Dezembro de 1969, 20h00
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    Olha, com um salário no total de 65.500,00 mais algumas despesas custeadas pelo governo, que não mencio nou,assessores (quantos?) e carro corolla (porque não um celta ou gol mil?), quem não quer ser deputado? Esse rodízio de vagas para deputados já é com certeza feito ACORDOS no lançamento da candidatura; pelo troca troca de vez, o que acham que pensamos?E a justiça que faz? Nada! Pois eles que criam leis, para benefício pró prio, pois mesmo cassados Fabris, CHICA e Henry,ainda estão lá, porque os outros deputados não fazem nada para arrancá-los de vez? Se podemos tirar presidente porque não um simples deputado? Mas eles com certeza são UM POR TODOS E TODOS POR 3!!!!!!!!!

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