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Sexta-Feira, 08 de Maio de 2009, 08h:46 | Atualizado: 26/12/2010, 12h:23

RUMO A 2010

Falta de expectativa de poder começa a "encolher" o PR

  Fernando Ordakowski
Clique na imagem para ampliação Maior legenda hoje do Estado, o PR do governador Blairo Maggi deve "encolher" a partir das eleições de 2010, devido a uma soma de vários fatores. Primeiro, não alimenta expectativa de poder. Segundo, enfrenta dificuldades para lançar nomes com visibilidade eleitoral e capital político capaz de ser o diferencial nas chapas majoritárias tanto para o Senado quanto para o Palácio Paiaguás. Terceiro, acumula desgaste por ser uma sigla que representa um grupo prestes a completar 8 anos no poder.

  A maior esperança dos republicanos, que têm em seus quadros em Mato Grosso 32 prefeitos, 17 vice-prefeitos, 228 vereadores, 6 deputados estaduais e 2 federais e mais a cadeira de governador, seria de Blairo Maggi concorrer a uma das duas vagas que serão abertas no Senado. O acionista do Grupo André Maggi já adiantou, porém, que vai estar fora do pleito eleitoral. Isso enfraquece ainda mais o PR. Os nomes que ensaiam projetos majoritários não empolgam a militância. Para o Senado, por exemplo, entra em campo o deputado federal Wellington Fagundes, derrotado duas vezes para prefeito de Rondonópolis. Fagundes sabe que a tendência é enfrentar adversários duros como, por exemplo, o procurador da República Pedro Taques, e o presidente da Assembleia, José Riva, que de um lado enfrenta desgaste por causa dos processos na Justiça mas, de outro, detém poder econômico e apoio de vários líderes políticos e boa base eleitoral.

   Todos os partidos com seus governadores em final de mandato enfrentam processo de esvaziamento, mesmo antes da entrada em vigor da regra da fidelidade partidária, imposta pelo TSE a partir de março de 2007. Foi assim com o velho PFL (hoje DEM) de Jayme Campos, que comandou o Estado de 1991 a 1994 e que era, à época, a maior legenda de MT. O mesmo aconteceu com o PDT em 95, no início da gestão Dante de Oliveira e, depois, com o PSDB, que recebeu a filiação de Dante, se tornou a maior legenda, chegando a 55 prefeitos em 2002, e hoje só comanda 5 prefeituras. O PPS, no primeiro mandato com Maggi, também "inchou" e, com a saída do governador para o PR, também sofreu debandada. Agora, o alvo é o PR, que começa a sofrer baixas, mesmo com a preocupação dos que ocupam cargos eletivos com o risco de serem cassados por infidelidade partidária.

  Para governador, o PR lista nomes que acabam sendo ignorados até pelos aliados do DEM, PMDB, PP e PT. Entre os que ensaiam candidaturas ao Paiaguás com apoio da turma da botina, núcleo ligado ao governador, estão o secretário estadual de Fazenda, Éder de Moraes, o deputado Sérgio Ricardo, o empresário Mauro Mendes, que hoje está na condição de inelegível, e o pecuarista e prefeito de Água Boa, Maurício Tonhá, o Maurição.

   A sorte do PR é que outras legendas também estão indecisas por falta de bons quadros para a corrida à sucessão estadual. O DEM trabalha o nome do senador Jayme Campos, o PMDB aposta no vice-governador Silval Barbosa e, o PSDB, no prefeito da Capital Wilson Santos.

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Comentários (13)

  • silvio arruda | Quarta-Feira, 31 de Dezembro de 1969, 20h00
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    HOJE:ESSA falta de pesperquitiva leva ois eleitores a pensa.como ois caçique politicos atuaram na frente deteis partido.naõ abriram espaso para renovação,naõ preparam para o futuro.a nova sociedade fica a igual a nossa eleição municipal da capital.tendo que escolher menos pior para admistrar a nossa capital.assim esta se desenhando a eleição para governo do estado.isso é preoculpante pois naõ á renovação fica cherando milicia. e não partido politico e perde a democracia vamos fazer renovação nois partido diga não ais milicia e a ois velho cacique.

  • THOMAZ | Quarta-Feira, 31 de Dezembro de 1969, 20h00
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    Tudo isso aconte por que os político fazem polítca por interesse próprio, aqueles discursos lindos é tudo conversa para boi dormir e enganar o eleitors, os partidos são usados como moeda de troca, enquato a fidelidade partidária não efetivar em nosso País, irá continuar esses inchaços e esvaziamentos a cada final de mandato.

  • Jacyara | Quarta-Feira, 31 de Dezembro de 1969, 20h00
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    O PR e o seu governo, trabalharam com a herança de obras e projetos deixados por Dante de Oliveira, isto durou até o fim do primeiro mandato.
    O segundo mandato foi um vazio de poder em função de não haver projetos em andamento.
    Vamos recordar que isso foi uma declaração de Dr.Pagot, em uma entrevista.
    Porem Vilceu Marchetti, disse em programa de Honofre Junior, que Dr.Pagot faria tudo que havia prometido, o que realmente é improvavel pela falta de projetos, portanto este secretário prometeu o que não devia.
    Faço uma resalva, RIVA tem o maior capital politico do estado que deve ser muitas vezes maior que seu patrimonio.

  • Anti Riva | Quarta-Feira, 31 de Dezembro de 1969, 20h00
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    Patrimonio do Riva é zero meu querido, tá tudo no nome de sua esposa, pq será??? (Cabe lembrar que os dis vivem juntos e são separados judicialmente)

  • celso | Quarta-Feira, 31 de Dezembro de 1969, 20h00
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    O PR TEM A SALVACAO POLITICA MAIS UMA VES PARA GOVERNO DO ESTADO UNICO QUE SAIU FORTALICIDO SERIA O PREFEITO MURILO DOMINGOS ACORDA BLAIRO/PAGOT /PARA GOVERNO DE MATO GROSSO E MURILO DOMINGOS ACORDA MATO GROSSO

  • alberto da silva | Quarta-Feira, 31 de Dezembro de 1969, 20h00
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    Que falta faz o lider pantaneiro jonaspinheiro.

  • José | Quarta-Feira, 31 de Dezembro de 1969, 20h00
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    CLARO QUE O PR ESTARIA NESTE FINAL DE MANDATO DE CALÇAS CURTAS. TAVA NA CARA QUE O BLAIRO QUERIA APENAS IMPLANTAR SEU PROJETO E DEPOIS SAIR FORA. FEZ UM GOVERNO ATÉ QUE BÃO, FALTOU EM MUITOS SEGMENTOS COMO TODOS FAZEM, ÁFINAL DE CONTAS QUAL GOVERNO É PERFEITO? DA MESMA FORMA FOI O GOVERNO DO DANTE, FEZ MUITO PORÉM, FOI MUTO CRITICADO, E AGORA? QUANDO DA ÉPOCA DO DANTE E DE OUTROS, FAZIA-SE POLÍTICA E LANÇAVA-SE OUTROS PARA QUE HOVESSE SUBSTITUIÇÃO, NESSE PESSOAL DO BOTINA NÃO É ASSIM. O BLAIRO FOI LEITO EPANS PORQUE TINHA MUITO DINHEIRO, TODOS ABANDONARAM O PPS E AGORA? VÃO ABANDONAR O PR TAMBÉM? O PR NÃO TEM NOME, NÃO DE FORTALECEU PARA A SUCESSÃO DO BLAIRO, AGORA JÁ FOI, ESQUECE. NA VERDADE MT ESTÁ SEM NOME ATÉ MESMO PARA SENADOR, QUEM DIRÁ PARA GOVERNADOR, DEVERI SIMN TODOS, PR, PP, PPS, DEM, PMDB E PT LANÇAREM CANDIDATOS, DAÍ SIM VEREMOS UMA DISPUTA BONITA, SEM PRIVILÉGIOS, APESAR DE QUE NESSE TIME SE O RIVA ENTRAR É MUITO PROVÁVEL QUE ELE LEVE. EU GOSRARIA DE VER ESSA DIVERSIDADE DE CANDIDATOS. SERGIO RICARDO, RIVA, SILVAL, ABICALIL, JAIME, PERCIVAL E OUTROS. NÃO SOUBE DO RESULTADO DO TRE, MAS DEVEMOS LEMBRAR QUE O MAURO MENDES É UM FORTE CANDIDATO. PAGOT NÃO TEM CONDIÇÕES, NINGUÉM CONFIA NELE. VAMOS VER A SALADA QUE VIER.

  • José | Quarta-Feira, 31 de Dezembro de 1969, 20h00
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    NObre comentarista CELSO, MURILO já anda dormindo, vc quer ver o mato grosso dormir também? sai pra lá rapaz, ACORDA.

  • ANTONIO SOARES ALMEIDA | Quarta-Feira, 31 de Dezembro de 1969, 20h00
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    Sai fora Maurição, fora Mauro Mendes, fora Serginho Ricardo...E fora Eder Morais...Pessoalzinho sem densidade eleitoral e debaixo da botina de BRAIRO MAGGI...MT tá vivendo um momento peculiar...não tem ninguém com muita visibilidade eleitoral aliado à moral...uma briga boa seria mesmo o juiz Julier e o procurador taques meter a cara e desbancar seu Riva e sua turmada...Vou entrar com o meu voto e quero ver o puerão subir.....JUSTIÇA, JUSTIÇA, QTO MAIS A GENTE VIVE MAIS COM SEDE DELA SE FICA!!!!!

  • José | Quarta-Feira, 31 de Dezembro de 1969, 20h00
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    OPA, esqueci de falr do garnizé. Wilson, outro forte candidato, muito forte, na verdade o que tem condições de disputar cara a cara com Riva. eu digo riva porque ele tem muita força e $$$$$$, isso é muit´´issimo importante. Quem propor mais condições financeiras pros partidos que irá levar a maioria deles. Todos sabemos que rola muita grana. Wilson deu 500.000,00 pro prtb, deu 500.000,00 pro pps, deu muito pros outros e aí vai....

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