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Segunda-Feira, 21 de Dezembro de 2009, 16h:49 | Atualizado: 26/12/2010, 12h:25

CRÍTICAS

Fiscais de concurso reivindicam pagamento por serviço

  Um mês após o “fiasco” do que seria o maior concurso da história do Estado, tanto em termos de vagas como de candidatos, fiscais e coordenadores que trabalharam na execução das provas reclamam que a Unemat ainda não efetuou os pagamentos. Eles alegam que já assinaram, inclusive, o comprovante de recebimento dos valores, com os devidos descontos do PIS/Confins, mas a instituição, comandada pelo reitor Taisir Karim, não teria cumprido a promessa de liberar o dinheiro.

   Fiscais alertam que foram convocados pelos coordenadores a ir até os colégios assinar o recibo sob a justificativa de que, com isso, receberiam o pagamento. “Na semana retrasada, o coordenador da escola me chamou para assinar o recibo e garantiu que o dinheiro seria liberado, mas até hoje não recebi nada”, reclama um dos fiscais. Ele aguarda o depósito de R$ 120. “Era para receber R$ 140, mas o recibo já acusa o desconto do PIS/Confins”.

   Outra fiscal reclama que trabalhou tanto no concurso do Estado, como no do Enem, mas que até o momento não foi efetuado pagamento algum. “É um absurdo. Trabalhei nos dois concursos e, até agora, não recebi de nenhum”. 

   A assessoria da Unemat, informa, por meio de nota, que começou a liberar os pagamentos na sexta (18). A remessa do primeiro lote, com mais de 5 mil colaboradores, foi processada e o valor correspondente será creditado na conta corrente informada. “A equipe da Unemat continua processando os dados para a conclusão do pagamento de todos os profissionais que atuaram no concurso público, com a máxima urgência”.

   A assessoria da entidade explica que nem todos os colaboradores informaram corretamente o número da conta corrente ou poupança, CPF, PIS e recibo de prestação de serviços. Em relação aos “recibos”, a entidade também informa que se trata de uma confirmação dos dados para que os depósitos sejam efetuados. “Os coordenadores responsáveis pelos estabelecimentos no dia da aplicação das provas foram contatados para viabilizar a assinatura dos recibos de prestação de serviço e encaminhar para a Comissão Central do Concurso. (Andréa Haddad)

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Comentários (8)

  • dejanira | Quarta-Feira, 31 de Dezembro de 1969, 20h00
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    Pessoal entra na justiça e procura suspender o concurso por falta de pagamento aos trabalhadores que deram o seu dia de serviço no maior concurso, digo o maior fiasco de MT.
    Procurem o Ministério Público URGENTE.

  • Silva | Quarta-Feira, 31 de Dezembro de 1969, 20h00
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    Eu já desisti desse concurso, pena que não terei meu dinheiro de volta. Quando fiquei sabendo sobre o prazo para a restituição da inscrição, ele já tinha se esgotado. O Governo disponibilizou, no site da Unemat, essa possiblidade em apenas três dias. Mas tudo bem, de mim estão livres.

  • Marcelino | Quarta-Feira, 31 de Dezembro de 1969, 20h00
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    O povo do estado de Mt está experimentando um pouco do que a comunidade acadêmica tem q engolir do rei tor. Esse cara está acabando com uma instituição séria, q atende um grande número de pessoas e q tem em seu quadro, servidores competentes e sérios que tem há tempos denunciado os demandos do senhor Taisir. Imaginem q a Unemat parou suas atividades no início de novembro e só retorna em abril. 5 meses, pra economizar os recursos que ELE bem sabe USAR. Dispensa os contratados, sem direito a nadinha, dá uma banana a todos. A UNEMAT está funcionando exclusivamente para o concurso e vestibular -que terá mais de dois meses de atraso na divulgação do seu resultado. Qquer semelhnça com a bagunça do concurso NÃO É MERA COINCIDÊNCIA. Dá náuseas pensar como as coisas estão sendo dirigidas na rei toria. O rei tor não está nem aí para candidatos, trabalhadores, professores e outros... Ele sempre manda e pronto. Desacata ordens judiciais e vai agindo de acordo com seus interesses. Sempre foi assim. E se preparem porque ele fará o sucessor. Ele e sua equipe criaram tantos cursos a distancia, tem tantos seguidores ferrenhos a suas práticas e Adriano como aluno fiel de sua política que não vai ter pra ninguém. As formaturas patrocinadas, as relações entre as chefias de departamento e por aí vai. Sinto muito pelo povo que resignado assiste ao espetáculo de descaso e irresponsabilidades do reitor e não da UNEMAT, com apoio irrestrito do governador Blairo Maggi.

  • Mário Quidá | Quarta-Feira, 31 de Dezembro de 1969, 20h00
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    Sr Marcelino, gostaria de cumprimentá-lo pela
    análise precisa da triste realidade da nossa querida Unemat.
    Como cacerense também me envergonho pelo que fizeram com nossa Universidade, e ainda com a conivência dos mandatários de plantão do Governo, mas não vamos esmorecer, pois a luta sempre continua.

  • MARIA DE JESUS | Quarta-Feira, 31 de Dezembro de 1969, 20h00
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    POBRE É ASSIM MESMO,QUANDO TEM UM DINHEIRO PRA RECEBER
    SOFRE ATÉ CHEGAR NA CONTA,AS VEZES NEM RECEBE,EU MESMO ESTAVA CONTANDO COM ESSE DINHEIRO PRO NATAL,MAS CADÊ ,SE FOSSE UM POLITICO JÁ ESTAVA NA CONTA COMO SÃO PESSOAS QUE NECESSITAM DANE-SE

  • TATYANNE | Quarta-Feira, 31 de Dezembro de 1969, 20h00
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    Eu não recebi nem um dos dois concursos,seria o dinheiro para passsar o natal.

  • vanessinha | Quarta-Feira, 31 de Dezembro de 1969, 20h00
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    Issso é uma pouca vergonha,a gente trabalha,pra não receber e uns levam vantagens em tudo,até nisso o trabalhador leva ferro.

  • Levi Taques | Quarta-Feira, 31 de Dezembro de 1969, 20h00
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    Não que eu queira defender a UNEMAT, mas trabalhei como fiscal no Concurso do Estado e na semana passada foi feito o repasse. Trabalhei na UFMT.

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