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Domingo, 10 de Janeiro de 2010, 13h:10 | Atualizado: 26/12/2010, 12h:15

Corrida de Reis

Gestão Maggi é igual a de Dante, diz prefeito

Wilson Santos, em discurso durante a Corrida de Reis   Suando tanto pela Corrida de Reis, quanto para ser o candidato escolhido pela coligação PSDB/DEM para as próximas eleições, o prefeito de Cuiabá Wilson Santos (PSDB) aproveitou a competição deste domingo para conseguir alguns metros de vantagem sobre o possível adversário Silval Barbosa (PMDB), pré-candidato apoiado pelo governador Blairo Maggi (PR). Silval não correu na prova. Só marcou presença no palanque de autoridades.

   Wilson disse que a performance de Maggi é de um governo "tão bom quanto o de Dante de Oliveira", que deixou seu segundo mandato com 81% de aprovação população, enquanto Maggi está com 78%. "Um empate técnico", salientou. Em seguida, o tucano desdenha dos dados dizendo que há um “ruído” quanto à aprovação de Maggi. Segundo ele, esse percentual seria de somente 32%, conforma uma pesquisa que levantou o grau de preferência dos eleitores sobre pré-candidaturas ao Senado.

   Com a língua mais afiada do que as pernas, que percorreram os 10 km da corrida num tempo de 1h13min, o prefeito disse avaliar como bom o trabalho do governo Maggi no transporte e habitação. Logo em seguida, joga pedra no governador por ter deixado muito a desejar nas áreas social e na saúde pública. O cansaço da prova deve tê-lo feito esquecer de que nestes setores ele próprio tem sido vidraça já que, segundo a oposição, "quase nada foi feito".

    Fôlego

    Mesmo sem admitir publicamente a pré-candidatura, Wilson mostrado fôlego na corrida ao Paiaguás. Jogou bola no sábado (9), entrou na Corrida de Reis deste domingo e, à tarde, programa “correr” todas as salas do vestibular Bolsa Universitária, promovido pela prefeitura. Coincidência ou não, neste ano eleitoral, ao contrário do que dizem, dessa vez, Wilson Santos destacou que está em ótima forma para encarar as competições, seja atlética, seja eleitoral. Quando questionado se o seu fôlego para o percurso seria prova de que, como governador, não sairá nem tão cedo da gestão por problemas de saúde, ele sorriu e desconversou dizendo que a Corrida de Reis é um verdadeiro check-up de como ele tem pique.

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Comentários (10)

  • Eduardo Póvoas | Terça-Feira, 12 de Janeiro de 2010, 08h34
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    No começo o Governo Dante era infinitamente superior ao do Maggi. Hoje o cara de pau já adimite "empate técnico". Quando a ficha acabar de cair ele chegará à conclusão que Mato Grosso dormiu 8 anos no passado!

  • ALACIR DE MIRANDA SCHURING | Segunda-Feira, 11 de Janeiro de 2010, 09h07
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    ESSA NÃO COLA PREFEITO WILSON SANTOS , MAGGI NÃO FECHOU REPARTIÇÃO POIS DANTE FECHOU VARIAS EM VEZ DE FICAR FALANO BOBAGEM PREFEITO VAI DAR JEITO NO PROCESSO 060127/08 DA SUA SECRETARIA DE SAUDE OS ORGOES FEDERAIS VAI QUERER EXPLICAÇÃO JÁ JÁ POIS ENVOLVE PENSÃO FEDERAL .

  • augusto | Segunda-Feira, 11 de Janeiro de 2010, 00h30
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    Contando lorotas,só vc mesmo,mas não se preocupe o povo esta conhecendo vossa indole e espero aprendendo a se precaver.

  • joao armando | Domingo, 10 de Janeiro de 2010, 20h25
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    AHHH SAI PRA LÁ WILSON!!

  • Joacir | Domingo, 10 de Janeiro de 2010, 20h02
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    Cada Govermo teve etapas diferenciadas, Dante teve reorganizar todo o estado e dar base de sustembalidade ao governo, enguando que Maggi, pode dar continuidade a todo bom trabalho ja com uma base solida dada pelo Governo de Dante. Isso também ocorreu com Lula que somente deu continuidade ao Governo de Fernando Henrique que fez as reformas e ele Lula, deu continuidade.

  • Joacir | Domingo, 10 de Janeiro de 2010, 20h02
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    Cada Govermo teve etapas diferenciadas, Dante teve reorganizar todo o estado e dar base de sustembalidade ao governo, enguando que Maggi, pode dar continuidade a todo bom trabalho ja com uma base solida dada pelo Governo de Dante. Isso também ocorreu com Lula que somente deu continuidade ao Governo de Fernando Henrique que fez as reformas e ele Lula, deu continuidade.

  • Castelinho | Domingo, 10 de Janeiro de 2010, 18h43
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    Coisa feia, aproveitar um evento a nivel nacional tão bonito para fazer propaganda extemporãnea e fazendo comparativos como se ele fosse o politico mais correto de MT.

  • Felix Shube | Domingo, 10 de Janeiro de 2010, 18h31
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    Será que as Gestões são iguais mesmo ? Vejmos: O QUE ESTA POR DE BAIXO DO TAPETE DO GOVERNADOR BLAIRO MAGGI. A situação é mascarada, dentre outros, com concessão de fiscais aos amigos do Rei. Relatório técnico do TCE (Tribunal de Contas do Estado) de Mato Grosso aponta que a concessão de incentivos fiscais vem crescendo desde a posse do Governador Blairo Maggi (PR), em 2003, e nos últimos anos atingiu mais de R$ 1,08 bilhão. Mais do que o previsto nos orçamentos de saúde e segurança e semelhante ao total destinado à educação. Oito Auditores do TCE analisaram as renúncias fiscais concedidas pelo Estado entre 1998 e 2008 em Mato Grosso e concluíram que, embora o ritmo de expansão dos benefícios no atual governo tenha superado a expansão do PIB e da arrecadação tributária, isso não se refletiu na geração de empregos, uma das justificativas oficiais para a ampliação dos benefícios fiscais. "Nem o produto econômico, nem o volume de empregos cresceram como seria desejável, tendo em vista o volume de concessões feitas e de compromissos firmados pelos beneficiários", diz um trecho do relatório. O relatório diz que os incentivos fiscais beneficiam principalmente a indústria de transformação e o setor agropecuário, que não ocupam o topo do ranking da geração de empregos e renda no Estado. O topo do ranking de geração de emprego e renda em Mato Grosso é ocupado pelo segmentos de comércio, serviços e construção civil. Para esses segmentos inexistem programas específicos de incentivo fiscais no Governo de Blairo Maggi. Para se ter uma idéia, "a agropecuária [...] gerou apenas 16% dos novos empregos em 2008. A indústria da transformação foi responsável por apenas 32 postos de trabalho a mais, de um total de 22.893 em 2008", aponta o relatório. O estudo constatou que a maior parte dos incentivos fiscais foi destinada a poucas empresas e a poucas cidades. Dos mais de R$ 450 milhões de incentivos fiscais concedidos em 2008, pela Secretaria de Indústria, Comércio, Minas e Energia, 20% foram destinados a apenas quatro empresas. Pelo regulamento do programa, a concessão dos benefícios fiscais está atrelada a contrapartidas, como a geração de empregos e capacitação de mão de obra. Estudos de caso elaborados pelos Auditores revelaram falhas na verificação e cobrança dessas exigências. O texto cita o caso de empresas que cumpriram menos da metade das metas de geração de empregos e que, ainda assim, tiveram o benefício renovado. Segundo o relatório, o governo de Mato Grosso não controla adequadamente o cumprimento dessas metas e produz avaliações de resultados com base em informações "incompletas" e que "não coincidem com as que constam nos balanços contábeis das empresas." Relata, os Auditores, "pedimos e não conseguimos obter a fonte das informações contidas nos balanços apresentados pelo governo, o que nos leva a crer que as contrapartidas previstas estavam sendo contabilizadas como metas cumpridas, sem verificação in loco", disse à folha o auditor Luiz Henrique Lima, que chefiou o trabalho. Segundo ele, a dimensão das renúncias exige uma estrutura equivalente de acompanhamento. "o que verificamos foi uma preocupante fragilidade de instâncias de controle, se comparada com as existentes em outras políticas públicas como a educação, que tem orçamento semelhante", disse. Agora eu digo: É por isso e por outros motivos que a saúde e a segurança pública em Mato Grosso está um verdadeiro inferno. A educação, então, é uma verdadeira fábrica de analfebetos funcionais.

  • carlo | Domingo, 10 de Janeiro de 2010, 17h32
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    esse wilson nao perde uma.. sempre assim... o peixe morre pela boca.. comparar dante e maggi impossivel.. faça um raio x dos governos.. alem de papudo ele é cego.. psdb é muito fraco

  • Francisco de Assis Tenório | Domingo, 10 de Janeiro de 2010, 16h29
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    Francisco de Assis Tenório , Há expressões agressivas, ofensas e/ou denúncias sem provas. Queira, por gentileza, refazer o seu comentário

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