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Sexta-Feira, 25 de Abril de 2008, 07h:31 | Atualizado: 26/12/2010, 12h:20

SENADO

Goellner demite 2 filhos de Jonas e arruma briga

   O novo senador Gilberto Goellner (DEM) exonerou do quadro de assessores do gabinete os irmãos Giorgio e Giani, filhos do ex-senador Jonas Pinheiro, falecido em 19 de fevereiro. Da equipe de Jonas, Goellner só aproveitou Serginho do Incra e Consuelo Campos, filha do ex-governador Júlio Campos, pré-candidato do DEM a prefeito de Várzea Grande. Goellner disse a amigos que não teve outra alternativa senão afastar do gabinete Giorgio e Giani. Detalhe: ambos seriam funcionários fantasmas, com salário mensal superior a R$ 3 mil.

   A decisão do novo parlamentar que se efetivou na vaga de Jonas deixou revoltada a viúva, ex-deputada e hoje secretária de Assistência Social e Desenvolvimento Humano de Cuiabá, Celcita Pinheiro. Entende que o então suplente e agora senador não teve solidariedade e nem sensibilidade.

   Perguntado nesta quinta à noite sobre o quadro de assessores, Gilberto Goellner, que tem base eleitoral em Rondonópolis, prefere dizer que não demitiu os dois, uma forma de amenizar as críticas advindas dos aliados de Jonas. De acordo com o senador, Giorgio o procurou e pediu que fosse incluído na equipe. Respondeu ao filho de Jonas que não havia espaço para isso, pois todos os cargos já estavam preenchidos. "Ele (Giorgio) queria ser funcionário para dar continuidade no trabalho que ora vinha sendo feito pelo pai (Jonas), mas não tinha mais vaga", afirma Goellner.

   Afora "fora" dos quadros do Senado, os dois cuidam dos negócios da família e da "gorda" herança deixada pelo pai. Jonas era um dos maiores pecuaristas do Estado. Estava em seu segundo mandato de senador, após ocupar três vezes a cadeira de deputado federal. Fazia parte da ruralista no Senado. (Pollyana Araújo)

(Às 9h30) - Giani não estaria no gabinete, mas sim o genro

   Fontes da família Pinheiro asseguram que não seria Giani que estava lotada no gabinete do ex-senador Jonas Pinheiro, mas sim o genro Wilson. Giani, por sua vez, estava no quadro da Assembléia Legislativa.

(Às 10h45) - Não pedi emprego para senador, diz Giorgio

   O pecuarista Giorgio Pinheiro, filho do ex-senador Jonas Pinheiro (já falecido), contesta declarações do senador Gilberto Goellner, de que teria pedido para continuar atuando com espécie de assessor no Congresso Nacional. "Eu desafio ele (Goellner) a provar isso. Nem tenho amizade e nunca pedi emprego para ele", reage Giorgio. Ele garante também que nunca recebeu salário como servidor do gabinete do pai, assim também como a irmã Giani. Ele observa que a única vez que foi ao gabinete do novo senador ocorreu por ocasião da sessão solene no Congresso Nacional em homenagem a Jonas.

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Comentários (35)

  • paulo ladeia | Quarta-Feira, 31 de Dezembro de 1969, 20h00
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    PARABENS AO SENADOR GOELLNER, ESSA CAMBADA SEMPRE MAMOU NAS TETAS DO ESTADO E DA NAÇÃO, NÓS COMTRIBUINTES ESTAMOS DE OLHO EM ATITUDES COMO ESSA QUE O SENHOR TOMOU, E VAMOS TE RECOMPENSAR NAS URNAS, PARABENS.E QUANTO A CELCITA, ELA TEM MUITO O QUE EXPLICAR A JUSTIÇA FEDERAL SOBRE A OPERAÇÃO SANGUESSUGA. E POVINHO.!!

  • Germano Souza Cruz | Quarta-Feira, 31 de Dezembro de 1969, 20h00
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    Sensata e justa a decisão de Goellner, pois não se deve pagar a quem não trabalha, e não era de sua obrigação manter nos cargos de funcionários de confiança quem era de confiança apenas de seu antecessor, ele tem que colocar nos cargos pessoas suas.

  • Pedro | Quarta-Feira, 31 de Dezembro de 1969, 20h00
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    Se isso for verdade parabéns Senador Goelner, chega de fantasmas, e pensar que esse Senador morto que santificaram compactuava com tudo isso, que vergonha família Pinheiro, vocês acredito não precisam disso, e ainda vêm me dizer que é pra dar continuidade no trabalho do pai, me engana como enganam sempre o povo de nosso Mato Grosso.

  • adildo jacinto de oliveira filho | Quarta-Feira, 31 de Dezembro de 1969, 20h00
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    Atitude louvável do novo senador, entretanto é preciso saber se os remanescentes que também estão acostumados a uma boa teta pública, preferencialmente, sem concurso se prestam serviços ou apenas recebem salários por serem filhos de políticos poderosos ainda.

  • Cristiano Souza | Quarta-Feira, 31 de Dezembro de 1969, 20h00
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    Esssas trairagem que acontece, são coisas da politica.....

  • Carlos Falcão | Quarta-Feira, 31 de Dezembro de 1969, 20h00
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    Rei morto, Rei posto. É o velho ditado.
    Mas esse Goellner é porreta, vai arrumar uma confusão do diabo,to até codó dele.

  • Xerem | Quarta-Feira, 31 de Dezembro de 1969, 20h00
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    Mal chegou e quer pegar a janela no busão ... respeito é bom e todos gostam ...

  • Ademar Adams | Quarta-Feira, 31 de Dezembro de 1969, 20h00
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    Como se vê, aos poucos vai se quebrando o andor do santo senador recém falecido.
    Empregava dois filhos no Senado e a esposa foi denunciada na máfia dos sanguessugas.
    Ainda dava emprego à filha do pobre amigo Julhinho.
    É de se perguntar também, como que alguém que sempe foi servidor ou agente público, amealhou tamanha fortuna num tempo relativamente curto.
    E ainda queizeram compará-lo a Rondon e Dom Aquino...

  • Wilson Pereira | Quarta-Feira, 31 de Dezembro de 1969, 20h00
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    Fora fantasmas!
    Pena que esses dois não representam nem 0,00001% dos fantasmas que estão presentes nos 3 poderes.
    Agora não vale colocar os seus também viu senador...

  • mauro marcio cabral | Quarta-Feira, 31 de Dezembro de 1969, 20h00
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    Giani é funcionária da Assembléia Legislativa sem concurso entrou pela janela em um acerto do Pai Jonas Pinheiro o sério e o corretissimo Deputado então Presidente da Assembléia Humberto Bosaipo. Ô familinha aproveitadora! a mamata acabou !!!!!!!!!!!

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