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Quinta-Feira, 02 de Outubro de 2008, 12h:49 | Atualizado: 26/12/2010, 12h:21

DIVERGÊNCIA

Governador nega uso da máquina e critica Pátio

  O governador Blairo Maggi (PR) negou, em entrevista ao programa "Chamada Geral", da rádio Cuiabana FM, uso da máquina em benefício de candidatos à sucessão municipal, como os prefeitos Murilo Domingos (Várzea Grande) e Adilton Sachetti (Rondonópolis), além de Mauro Mendes, em Cuiabá. "Não estou realizando nenhuma obra que não estivesse prevista", disse. Maggi desafia ainda os candidatos que o acusam a procurar meios legais de resolver a questão.

   Sobre as acusações feitas pelo ex-governador Jayme Campos em entrevista no mesmo programa, Maggi afirma que desde o início de seu mandato, tem investido em obras para Várzea Grande e que não vai parar "só porque estamos em período eleitoral". Ainda incomodado, Maggi diz que "quando não fazemos (governo) obras reclamam, quando fazemos, reclamam também". 

   Já a situação em Cuiabá onde o também republicano Mauro Mendes disputa o cargo de prefeito, Maggi diz que Wilson Santos  (PSDB) está equivocado sobre a possibilidade de uso da máquina e ainda critica a atuação do prefeito quanto às obras que o Estado patrocina na cidade.  "Ele (Santos) escondeu as obras do governo durante 3 anos. Tudo que nós (governo) fazemos ele esconde", disse. "Em Cuiabá meu grupo está trabalhando firmemente para que ocorra o segundo turno" destaca o republicano.

   Em Rondonópolis a disputa pela sucessão ocorre entre o deputado Zé Carlos do Pátio (PMDB) e o prefeito Sachetti (PR). O peemedebista afirma que está "sendo massacrado pela máquina pública do Estado". Maggi se defende. Argumenta que esse é "bem o papel da oposição". "O Pátio nunca fez nada pela cidade. Ele reclama porque é a única coisa que ele pode fazer. Como deputado, nunca trouxe obras para Rondonópolis", dispara o governador, em entrevista ao ex-deputado Lino Rossi. 

   Sobre o desgaste de Sachetti em Rondonópolis, Maggi afirma que seu companheiro partidário saiu atrás nas pesquisas de intenção de votos "após quatro anos descaracterizando sua imagem pessoal", já que tem fama de ser ríspido. Mas o governador defende a administração que, para ele, "sempre esteve acima da média". (Andressa Boa Sorte)

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Comentários (27)

  • Maria Lucia | Quarta-Feira, 31 de Dezembro de 1969, 20h00
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    SERIA CÔMICO SE NÃO FOSSE TRAGICO. O ILMO GOV. DIZER Q NÃO ESTA USANDO A MQUINA ADMINISTRATIVA KKKKKK

    E ESSE PESSOAL CONTRATADO SAD, SEMA, SEPLAN, ETC,ETC, QUE VIVE AQUI EM RONDONOPOLIS PEDINDO VOTO, COM DIARIA, CARRO LOCADO, NÃO ME PEÇA PRA PROVAR NADA HEIN...... TENHO PARENTES NESSA SITUAÇÃO E SEI DO Q ESTOU FALANDO.

    SE SEU CANDIDATO FOSSE ASSIM TÃO SERIO E TÃO COMPETENTE, NÃO PRECISAVA DESSA GENTE TODA AKI PEDINDO VOTO MUITO MENOS ESSE DERRAME DE DINHEIRO QUE TA ACONTECENDO AKI, SO O MP NÃO VÊ.

    E ME DIGA QUEM VAI REPOR ESSE DINHEIRO HEIN, COMO VÃO PAGAR A CONTA......

    ACORDA MEU POVO, PEGA A GRANA DESSES BUTINUDOS E VOTEM EM ZE DO PATIO

    DIA 05 E 15

  • João Pinheiro | Quarta-Feira, 31 de Dezembro de 1969, 20h00
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    O ilmo. srº governador falta com a verdade ,com a população ele mesmo não sai de Rondonópolis, a imprensa tá bombardeando de informação de obras do governo, a d.Teresinha Maggi tá levando em comicios até o comandante do 5º BPM o major Alessandro, fardado e armado, usando viaturas, ele e mais uns Pms, estão subindo em palanques do candidato Adilton Sachetti!!! mai dos vários crimes que a coligação do Adilton tá fazendo em Rondonópolis!!! o governador pede pro Zé do Pátio provar, por que ele sabe que toda as esfera do poder no estado está do lado do governador !!! Ai fica dificil aparecer a verdade. Mas dia 05 vem ai e o povo vai vingar-se,a compra de voto tá correndo solta aqui em Rondonópolis, e ninguem faz nada. O M.P. aqui tá omisso, a juiza eleitoral tbm. então só resta acreditar na invulnerabilidade das urnas eletronicas .

  • Luisa Santiago | Quarta-Feira, 31 de Dezembro de 1969, 20h00
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    Sr. Pedro Paulo.
    Mas que pucha saco tu és tchêêêê..... kkkkkkkkkkkkkk
    Você deve depender muito do botinudo do Baliro Mágico para puchar o saco desse jeito.
    Pequeno empresário você não é, funcionário público seletista muito menos, professor jamais....
    É PUCHA SACO!
    kkkkk
    Morro e não vejo tudo!!!!!!!!!!!!!!!

  • LUCIANA | Quarta-Feira, 31 de Dezembro de 1969, 20h00
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    Zé do Pátio é nosso candidato poque ele é do povo e vai fazer pelo povo!!!o povo merece atenção!!!
    E não há ninguém melhor do que ele pra olhar por nós!!
    Por isso no dia cinco vote em ZÉ DO PÁTIO!

  • Paulo Jose | Quarta-Feira, 31 de Dezembro de 1969, 20h00
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    Vetado por conter expressões agressivas, ofensas e/ou denúncias sem provas.
    Queira, por gentileza, refazer o seu comentário.

  • Paulo Jose | Quarta-Feira, 31 de Dezembro de 1969, 20h00
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    Primeiramente olha os companheiros de Sachetti E Blairo só que eles escondem isso da população. Somente para esclarecer o Dr.Alberto apóia publicamente o Sachetti, tanto é que era candidato a vereador na chapa do Sachetti. E mais, o secretário de finanças do Alberto era o Eliezer Moreira, nada mais nada menos que candidato a vereador apoiado pelo Sachetti. Para terminar Mohamed também era secretário de Alberto e apóia o Sachetti e mais o Adão Garay que é um dos coordenadores do Sachetti também era secretário do Alberto. Política é fogo.
    Agora que o governado trabalha isso ele trabalha mesmo nunca no mato grosso teve umas estradas, tão boa igual ta tendo agora, mas se acha que isso é viável pra nós, isso é viável pra ele, por que se estrada fica ruim as carretas deixa soja e milho cair, ai e ele perde muito por isso ele faz só estrada, mas ele acha que alguém come só soja, agora por que já que o Blairo é o amigo do povo por que em vez de meter imposto na carne ele no mete na soja e baixa o da carne, ai sim o povo ia ama você Blairo, ou se acha que o povo vai beber leite de soja, comer manteiga, e comer carne de soja, o povo prefere é uma carninha de gado e com aquela carne gordinha tira a gordura e já faz o arroz e o feijão alem de ser mas saudável é mais gostoso que a soja. Então fica ciente Blairo, para de meche com o povo e falar que o Zé no fez nada pra cidade por que o que ele quer é brigar pelo povo e pela classe comerciaria que você e seu secretario Eder e Sachetti esta rebentando com a gente.
    Em pega seu compadre, vizinho e amigo Sachetti, e faz o seguinte pega um investimento lá fora e empresta pra Sachetti pra ele pagar quase 50 milhões de contas dele, por que no pode ser nó cego, é complicado, muito arriscado ainda, mas quando essa pessoa deve 50 milhões e uns milhões ainda que ta gastando na Política muito dinheiro pra pegar na prefeitura por que dentro de 4 anos o salário dele não é tudo isso entende, ai faz improbidade administrativa como ele já responde Por isso na eleição passada não quero que ele responde de novo por um mês crime, por isso vamos colocar ele pra desenha e fazer projeto de novo para os amigos ricos dele.

    Meu povo vote Zé dia 05, mas confiança e menos risco, para nossa população.
    E outra coisa também vou falar Blairo para de falar que Sachetti, vai asfaltar a cidade toda, pois é mentira ele não conseguiu nem asfaltar os 450 km prometido imagine 1500 e com mais 4 anos a cidade cresce mas uns 300 ainda, e uma esse asfalto que Sachetti fez é tão vadio que se galinha choca ciscar nele é perigoso furar, e também uma coisa antes de fazer asfalto faz, primeiro o esgoto pra economizar na verba, ou é preferível fazer asfalto depois quebrar e colocar esgoto pra gastar 2 vezes com certeza esse gesto se chama OBRA SUPER FATURADA CAMUFLADA.

    Ass. Paulo José

  • Pedro | Quarta-Feira, 31 de Dezembro de 1969, 20h00
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    ....se esse prefeito fosse tão bom! o Senhor Governador não precisaria fazer o derrame de dinheiro na cidade, não gastaria o q está gastando nem em Roo, VG e Cbá.

  • jurandir de carvalho | Quarta-Feira, 31 de Dezembro de 1969, 20h00
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    não justifica o gov. esta usando sim a maquina ad. só o fato de convocar funcionalismo publico na praça das bandeira ja´é ato de usar a maquina preste atenção sr gov. as prossima serão com relação aro nsr vamos dar o troco nas urnas aqui e Rondonopolis. lá Zé e aqui Wilsom é pra ganhar ok.

  • Paulo Jose | Quarta-Feira, 31 de Dezembro de 1969, 20h00
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    OLHA QUE PRESIDENTE LULA, FALA PARA OS PESSOAL BRAÇO DIREITO QUE APÓIA SACHETTI NESSA ELEIÇÃO, SÃO INCOPETENTES, NEM COM DINHEIRO ESSE POVO TRABALHA MESMO É IGUAL PERCIVAL FALOU NO PROGRAMA DO ZÉ CARLOS SE ESSE DINHEIRO FOSSE NA MÃO DE ZÉ CARLOS RONDONÓPOLIS ESTARIA CADA VEZ MELHOR, MAS IGUAL FALO MEUS AMIGOS DE ONDE SE ACHA QUE VEM ESSE DINHEIRO QUE A TURMA DO BOTINA TA ESBANJANDO NA POLITICA, ACHA QUE ELES VENDEU A FAZENDA DELES PARA PAGAR, PENSA REFLITA PRA VOCÊ, VER AI NÃO TEM OBRA QUE VAI PRA FRENTE, MEU POVO E TAMBÉM PARA O PRESIDENTE LULA ESSE RECADO.

    Lula reclama e Pagot admite incompetência
    quarta-feira, 1 de outubro de 2008 | 18:04


    O diretor-geral do Departamento Nacional de Infra-Estrutura de Transportes (Dnit), Luiz Antônio Pagot (PR) disse ontem (30) que o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) está coberto de razão por cobrar mais celeridade na execução das obras do PAC. Até agora, apenas 20% dos R$ 9 bilhões previstos para este ano foram gastos.

    O presidente Lula, segundo o jornal Folha de São Paulo, convocou na semana passada Pagot e o ministro dos Transportes, Alfredo Nascimento, ambos do PR, para reclamar mais competência nos trabalhos do órgão.

    O presidente está certíssimo em exigir que as obras do PAC fiquem prontas até 30 de setembro de 2010, declarou Pagot atribuindo a demora a problemas de ordem operacional. De acordo com Luiz Antônio, devido à quantidade de obras que estão sendo executadas no país - ao todo são 579 só pelo Dnit - falta, material betuminoso, ferro, cimento, mão-de-obra qualificada e até mesmo máquinas.

    Na reunião que convocou no Palácio do Planalto, presidente Lula teria reclamado muito com Luiz Antônio Pagot (PR) e o ministro dos Transportes, Alfredo Nascimento. Na ocasião, Pagot foi cobrado pelo baixo rendimento do Dnit, órgão que comanda.

    Questionado sobre quais medidas o Dnit tem tomado para contornar estes problemas, Luiz Antônio Pagot preferiu não especificar, mas disse que como representante do órgão está tomando as medidas cabíveis.

    Obras paradas

    Ontem, o Tribunal de Contas da União (TCU) recomendou a paralisação de 48 obras federais, destas, 13 eram referentes ao PAC. Conforme o relatório da Secretaria de Fiscalização de Obras e Patrimônio da União, 58 obras do Dnit foram fiscalizadas in loco, sendo que 20 tiveram pedidos de paralisação e cinco de retenção. Isso significa que 43% das obras fiscalizadas apresentaram algum tipo de irregularidade.



    ASS: PAULO JOSÉ

  • Paulo Jose | Quarta-Feira, 31 de Dezembro de 1969, 20h00
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    MEUS AMIGOS SABE POR QUE BLAIRO MAGGI ODEIA TANTO ZÉ CARLOS DO PÁTIO E O PERCIVAL MUNIZ OLHA PRA VOCÊ VER O QUE OS 2 ESTÃO FAZENDO COM BLAIRO LUTANDO PELOS DIREITOS IGUAL PARA TODOS COISA QUE BLAIRO E SACHETTI NÃO FAZ, E NEM O SECRETÁRIO EDER TAMBÉM NÃO.
    POR ISSO FALO MEUS AMIGOS VOTE 15 ZÉ CARLOS DO PÁTIO PARA PREFEITO DE RONDONÓPOLIS, VAMOS COLOCAR RONDONÓPOLIS POR UMA CIDADE MELHOR E MAIS HUMANA.
    LEIA ESSE TEXTO ABAIXO.

    A concessão de incentivos fiscais em Mato Grosso é uma
    caixa-preta que o governador Blairo Maggi quer a todo custo manter fechada. O estado concede anualmente mais de R$ 1 bilhão em incentivos fiscais, sem que o governo divulgue quem são os favorecidos. Para isto, Blairo se ampara na Lei Lei 7. 925 criada por ele mesmo, de forma duvidosa, logo que assumiu o governo em 2003.

    As suspeitas sobre a concessão de incentivos são muitas e extremamente graves, dizem os deputados Percival Muniz (PPS) e José Carlos do Pátio (PMDB). Suspeita-se que o governador Blairo Maggi use os incentivos para beneficiar doadores de campanha e empresas que mantenham negócios com sua própria empresa, a Amaggi.

    Há um ano e dois meses a Assembléia Legislativa atua para que os dados sobre os incentivos se tornem públicos, mas Maggi sempre usa de subterfúgios para não divulgar quem são as empresas e os empresários beneficiados pelo seu governo.

    Ação Popular

    O governo é alvo de uma ação popular proposta à Justiça de Cuiabá, que acusa o governador Blairo Maggi de favorecer com incentivos os doadores de sua campanha eleitoral. Maggi também não dá explicações para o escândalo do farelaço, que demonstra claramente que o governo beneficiou as empresas Sadia e Fiagril para serem parcerias da Amaggi em um empreendimento instalado no município de Lucas do Rio Verde.

    A ação acusa o governador de prática de atos lesivos ao patrimônio público estadual e à moralidade administrativa por meio da concessão de benefícios fiscais a grupos empresariais doadores de sua campanha à reeleição, em 2006.

    A ação argumenta que 21 empresas teriam sido agraciadas através de atos normativos do Executivo. A ação foi apresentada em agosto de 2007. Entre as empresas citadas estão a Sadia S.A. - unidade de Lucas de Rio Verde (MT) - e a Santana Textiles Mato Grosso S.A., que, segundo o processo, foram contempladas com favores na área tributária. Estas empresas contribuíram com R$ 350 mil para o caixa eleitoral de Maggi, como consta da prestação de contas ao Tribunal Superior Eleitoral (TSE).

    Segundo a ação, o Estado autorizou medidas que se transformaram em vantagem fiscal flagrantemente ilegal e imoral. Maggi ofereceu desoneração e diferimento (parcelamento) do lançamento e pagamento de Imposto sobre Circulação de Mercadorias e Serviços (ICMS) para as empresas beneficiadas e que fizeram doações.

    Escândalo do farelaço

    Outra suspeita grave é que Blairo Maggi esteja usando os incentivos fiscais para beneficiar empresas que sejam parceiras da Amaggi em Mato Grosso. Esta suspeita pode ser vista no escândalo do farelaço. Neste caso, as empresas Sadia e Fiagril são parceiras comerciais da Amaggi, no município de Lucas do Rio Verde.

    O governador concedeu incentivos fiscais para as duas empresas em julho de 2007 para que elas se instalassem no mesmo município que a Amaggi também opera. O complexo industrial da Sadia, a fábrica de biodiesel da Fiagril e a esmagadora de soja do Blairo Maggi operarão em conjunto ligadas por um fareloduto e um duto de óleo diesel. Um negócio que renderá imensos lucros para as três empresas, através dos incentivos com recursos públicos liberados pelo governador Blairo Maggi.

    ”Farra” de incentivos

    “Há uma verdadeira farra na concessão de benefícios neste estado, uma caixa-preta”, acusa o deputado Percival Muniz. O deputado completa, mostrando que não é contra a concessão de incentivos, mas a forma “obscura” como isto tem acontecido. “Os incentivos trazem investimentos, geram empregos. Mas falta transparência neste processo todo”.

    O que os deputados querem saber e o que a sociedade precisa saber é: quem são os beneficiados; quantos são; por quanto tempo foram ou estão sendo beneficiados; quanto cada um ganhou e qual o montante destes benefícios. São estes dados que Blairo Maggi faz tudo para esconder.

    Muniz faz uma última pergunta. “Será que estes benefícios estão retornando para o estado, para a sociedade, na mesma proporção em que são concedidos? Isto é o que nós não podemos dimensionar, porque não temos os dados”. Os incentivos fiscais são impostos que deixam de ser arrecadados e que poderiam ser aplicados em educação, saúde, segurança pública e infra-estrutura.

    Já o deputado José Carlos do Pátio mostra não acreditar mais que Blairo Maggi irá abrir a caixa-preta. “Só vamos saber toda a verdade quando Maggi deixar de ser governador, aí sim, teremos acesso ao que a Sefaz tanto esconde”. Pátio pede que o Ministério Público e o Judiciário passem a investigar a “farra” dos incentivos do governo Maggi.

    Lei 7.925

    É com base na lei 7.925 de 03/07/2003 que o governo pode conceder incentivos fora dos programas estaduais e sem a autorização do Parlamento. A lei, no entando, foi aprovada em julho de 2003 de uma forma que tem gerado dúvidas. A lei foi publicada no Diário Oficial em 3 de julho de 2003 e três dias antes, ou seja em 30 de junho do mesmo ano, foi aprovada às pressas, pela Assembléia Legislativa.

    O problema é que a Lei foi protocolada na AL no dia 30 de junho de 2003, mas antes mesmo de ser protocolada já havia um parecer favorável da Comissão de Constituição e Justiça datado do dia 20 de julho. A lei também é retroativa, isto é, pode beneficiar todos os negócios realizados a partir de janeiro de 2003, coincidentemente o período em que Blairo Maggi assumiu o seu primeiro mandato como governador.

    Pesa ainda dúvidas sobre o texto dessa Lei, que trata da isenção de ICMS nas operações com veículos e máquinas novas destinados aos municípios. O primeiro artigo da lei trata disto, já o segundo dá plenos poderes ao governo Maggi de conceder incentivos a quem desejar, sem prestar contas.

    A lei é inconstitucional, segundo o deputado Percival Muniz, que no final de 2007 apresentou um projeto revogando o artigo número dois da lei 7.925, o projeto foi aprovado com unanimidade na Assembléia, mas foi vetado pelo governador Blairo Maggi. O veto ainda não foi apreciado no plenário da AL.

    Maggi usa de subterfúgios

    Nesta semana o governador fez mais uma das suas armações para tentar “enganar” os deputados e por conseqüência a sociedade. Maggi disse que enviaria seus secretários à Assembléia com todos os documentos. Ele mandou sim um secretário, mas o secretário errado: o secretário de Indústria, Comércio e Mineração, Pedro Nadaf, foi à Assembléia com todos os dados oficiais dos programas de incentivos que existem em Mato Grosso, como Prodeic e Prodei.

    Nadaf não mostrou nada novo. Quem deveria ter ido ao Parlamento é o secretário de Fazenda, Éder Moraes. É pela Sefaz que passa a maioria dos incentivos. É na Sefaz que está a caixa-preta. No ano passado, o então secretário de Indústria, Comércio e Mineração, Alexandre Furlan, admitiu que apenas 20%, do total de R$ 1,2 bilhões concedidos em incentivos, passavam por sua secretaria. Isto significa que Maggi concede aproximadamente R$ 1 bilhão “sem dizer a quem”, como o próprio governador gosta de discursar em suas campanhas sociais.

    Éder Moraes pediu o prazo até agosto para entregar as informações referentes a 2007. Questionado sobre o porquê da demora, Blairo Maggi disse que não “sabia por que o secretario Éder tem tanta dificuldade em reunir os dados e entrega-los para a Assembléia”.

    O secretário por sua vez, alegou que precisa da “manifestação dos municípios quanto a análise dos contribuintes de cada localidade para fim de fechamento do Índice de Participação dos Municípios (IPM) para finalizar os dados referentes a 2007”.

    A desculpa de Éder não adiantou. O presidente da Assembléia Legislativa, Sérgio Ricardo, deu prazo de 30 dias para que a Sefaz disponibilize a documentação referente aos anos anteriores, de 2003 a 2006. A Sefaz alega que este material já foi repassado aos deputados, mas os técnicos da Assembléia analisaram o material e o consideraram apenas “um calhamaço de papéis, com três mil páginas, sem utilidade”.


    ASS: PAULO JOSÉ

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