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Quinta-Feira, 14 de Agosto de 2008, 14h:08 | Atualizado: 26/12/2010, 12h:21

MEIO AMBIENTE

Governo acolhe desempregados pós-operação

  A Operação Arco de Fogo, considerada um fiasco pelos governadores dos Estados que compõem a Amazônia Legal, foi sentida não somente pelos empresários multados em milhões por fazer desmatamento, mas também pelos carvoeiros e motosseristas que ficaram desempregados pelo fim de sua atividade.

  Para amenizar a crise, o governo federal abriu mil vagas para que fossem contratados "brigadistas” para o trabalho de prevenção e combate a queimadas ilegais na Amazônia. O contrato é temporário. Vale por seis meses e o salário mensal é de R$ 415, além de alimentação e vale-transporte.

  Um dos critérios de seleção é a aprovação no teste físico. Os selecionados irão passar por um período de treinamento antes de iniciar o trabalho. Eles terão de visitar propriedades rurais e orientar fazendeiros e funcionários sobre os riscos ambientais e de multas para esse tipo de queimada.

  Em cada cidade será criada uma brigada temporária, com um gerente, seis brigadistas-chefes e 24 brigadistas para prevenção e combate a incêndios. Dos 32 municípios que serão inspecionados, 10 estão em Mato Grosso e nove no Pará. Os municípios mato-grossenses são: Aripuanã, Brasnorte, Cotriguaçú, Nova Bandeirantes, Nova Ubiratã, Paranaíta, Peixoto de Azevedo, Querência, Tapurah e Vila Rica. Foram disponibilizados R$ 13 milhões para a execução do programa. (Vívian Lessa)

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