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Segunda-Feira, 16 de Julho de 2007, 07h:50 | Atualizado: 26/12/2010, 12h:16

CÂMARA FEDERAL

Henry é campeão de gastos entre os 8 federais

Neste semestre, o deputado Pedro Henry gastou e foi reembolsado em R$ 90 mil

    O deputado federal Pedro Henry (PP) é o campeão em despesas entre os oito parlamentares mato-grossenses neste ano. É o que revela planilha de prestação de contas da Câmara. Os gastos do parlamentar chegaram a R$ 90 mil só neste primeiro semestre.

    Em segundo lugar, com R$ 75 mil, está Carlos Bezerra (PMDB). Os gastos de Valtenir Pereira (PSB), Eliene Lima (PP) e Carlos Abicallil (PT) são inferiores a R$ 75 mil. Com as despesas de Wellington Fagundes (PR) foram gastos R$ 73 mil. Já Homero Pereira (PR), que entrou de licença por dois meses no início deste mês, gastou R$ 64,9 mil. O tucano Neri Geller, que substitui Thelma de Oliveira desde abril deste ano, já consumiu R$ 39,6 mil. Thelma de Oliveira (PSDB), em três meses, gastou R$ 45,6 mil.

    Juntos, os oito parlamentares gastaram o montante de R$ 612,7 mil. A média de gastos dos deputados mato-grossenses é de R$ 70,8 mil nestes seis meses de atuação.

   As verbas são a título de indenização, ou seja, a apresentação da nota fiscal se faz necessária para que haja o reembolso. Destinam-se ao pagamento de despesas relacionadas ao exercício do mandato. São custos com aluguéis de imóveis, mobília para escritório, material de papelaria, aquisição ou locação de software, serviços postais, assinaturas de TV a cabo ou similar e acesso à internet.

    Há despesas com combustíveis e lubrificantes, com contratação de consultorias, de assessores e  divulgação dos trabalhos. Também usam verbas para custear viagens, hospedagem e alimentação.

    Cada parlamentar pode gastar até R$ 180 mil por ano, mas o ressarcimento máximo é de R$ 15 mil mensais. Ao ultrapassar a cota em um mês, recebe o valor excedente no mês seguinte.

Deputados
gastos em R$
Pedro Henry
90.000
Carlos Bezerra
75.000
Valtenir Pereira
74.997
Eliene Lima
74.580
Carlos Abicallil
74.580
Wellington Fagundes
73.357
Homero Pereira
64.977
Neri Geller
39.615
Thelma de Oliveira - Licenciada
45.625
Total
612.731

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Comentários (5)

  • LEONARDO MOURA | Quarta-Feira, 31 de Dezembro de 1969, 20h00
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    ESSE TAL DE HENRY É "FOMINHA" MESMO... ALÉM DE QUERER APARECER EM TUDO QUANTO É LISTA DE ESCÂNDALO, TB QUER SER O MAIS GASTÃO.... TAMO NA ROÇA MESMO...

  • marcos | Quarta-Feira, 31 de Dezembro de 1969, 20h00
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    0

    cada vez que vejo esse nome henry me sinto vergonha de ser cacerense pois esta em todas agora e o mais gastao de todos E PEDRO PARA PEDRO ESSE PEDRO NAO PARA gostaria de alertar o povo cacerense que proxima eleiçao esta vindo ai o indicado do mesmo e iqual a ele pois vcs estao vendo o seu irmao prefeito,o presidente da camara o rei do chequinho e falsificador de assinatura todos eles e cria do dep.pedro henry que cimento ilicito E A CAMARA FEDERAL NAO TOMA ATITUDE NENHUMA COM RELAÇAO A ESTE DEP. HENRY,pois em todas as listas esta o nome desse s..... toma cuidado BLAIRO MAGGI esse moço e um perigo ¨[nego bom nao se mistura]

  • Leonel Figueiredo | Quarta-Feira, 31 de Dezembro de 1969, 20h00
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    Porque o Pedro Henry ainda está lá? Meus Deus, o nome dele aparece em tudo....

  • william | Quarta-Feira, 31 de Dezembro de 1969, 20h00
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    0

    Fico espantado, pois diante dos escandalos politicos, corrupção,formação de quadrilha, estes politicos ainda continuam sendo politicos pois o "povo" os elegem novamente, diante da impunidade, estes politicos cometem os mesmos crimes...E quando o povo toma uma decisão correta,justa,e não os elegem, os politicos eleitos indicam estes politicos "NÃO ELEITOS" para ocuparem cargos em sua administração.É UM ABSURDO, É UMA VERGONHA....

  • jorge maciel | Quarta-Feira, 31 de Dezembro de 1969, 20h00
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    Ao ver gastos exorbitantes como os do deputado Henry e o resto da bancada, e associando isso aos demais deputados, senadores (deputados estaduais e vereadores), me remeto à desigualdade que existe no Brasil. E esse quadro muito se assemelha à França de 1989. A sociedade francesa da segunda metade do século 18 possuía dois grupos muito privilegiados: O clero, que representava 0,5% da população, era identificado com a nobreza e negava reformas e qualquer avanço social. E a nobreza, ou Segundo Estado, composta por uma camada palaciana ou cortesã, que sobrevivia à custa do Estado, por uma camada provincial, que se mantinha com as rendas dos feudos, formada também por juízes e altos funcionários públicos, cujos títulos e cargos eram transmissíveis aos herdeiros. Esses dois grupos (ou Estados) oprimiam e exploravam o Terceiro Estado, constituído por burgueses, camponeses sem terra e uma uma camada heterogênea composta por artesãos, aprendizes e proletários, que pagavam impostos em dia e sustentavam as duas classes superiores. As prisões eram cheias dos cidadãos do “Terceio Estado”. O resultado dessa desigualadade todos sabem: quase 10 cabeças cortadas (guilhotinadas) e a tomada do poder pelo terceiro Estado, os oprimidos.
    Voltando ao Brasil, ao sr. Pedro henry e tantos outros, uma vergonha, um dsperdício e o desdém ao sofrimento da população.
    Jorge Maciel
    jornalista

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