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Sábado, 26 de Maio de 2007, 07h:22 | Atualizado: 26/12/2010, 12h:15

LEGISLATIVO

Ivan, que trocou PT pelo PPS, quer cassar infiéis

  O vereador por Cuiabá, Ivan Evangelista, presidente do diretório municipal, tem feito campanha sistemática pela cassação dos parlamentares infiéis, aqueles que trocaram de sigla. Ele se baseia na nova interpretação do Tribunal Superior Eleitoral, segundo a qual os mandatos pertencem aos partidos e não aos eleitos. Em tese, ficam sujeitos a perda de cadeiras aqueles que mudaram de legenda.

    O problema é que o passado desmonta o discurso pró-fidelidade do parlamentar cuiabano. São muitas contradições, além de posições políticas que ferem orientação partidária do seu PPS. Ivan se elegeu para o primeiro mandato pelo PT e pulou para o PPS, ferindo o princípio da fidelidade partidária. Considerando a decisão do TSE, ele também deveria ser incluído na lista de "cassáveis".

     As contradições maiores do vereador vieram nas eleições do ano passado, quando esteve em vários palanques. Ele apoiou para deputada estadual Chica Nunes (PSDB) e, para federal, Celcita Pinheiro (ex-PFL e hoje DEM), que não se reelegeu após ter o nome envolvido no esquema das sanguessugas. Também declinou apoio aos tucanos Rogério Salles (ao Senado) e Antero de Barros (para governador). Ivan não apoiou nenhum candidato do seu partido.

     Antes, em 2004, o vereador havia se reelegido com 5.098 votos num palanque de oposição ao prefeito Wilson Santos (PSDB). Em seguida, virou aliado, inclusive assumiu a liderança do Executivo na Câmara Municipal. Agora, o parlamentar enfrenta outro problema interno. Quer conduzir o partido para apoio à reeleição do prefeito, contrariando orientação da executiva regional. Os próximos capítulos já são previsíveis. E viva as contradições, incoerências e os interesses pessoais!

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Comentários (5)

  • Alberto Volpe Júnior | Quarta-Feira, 31 de Dezembro de 1969, 20h00
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    Não há a menor dúvida, a fidelidade partidária deve ser preservada. Nenhum ciadadão pode ser político se não entrar para uma agremiação política. A credencial partidária é um passaporte, não pode de maneira nenhuma ser dado aoutrem ou vendido.

  • roberto santos | Quarta-Feira, 31 de Dezembro de 1969, 20h00
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    esse é o perfil desses politiqueiros, como o Ivan Evangelista, que quer dar uma de perfeito quando na realidade é um politico que não merece crédito e confiança. Já foi decente no comecinho de sua carreira, hoje não vale (na questão politica), nem um piqui roido. Não tem moral prá falar ou tentar fazer algo contra os outros.

  • ELIFAS JOSE RIBEIRO | Quarta-Feira, 31 de Dezembro de 1969, 20h00
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    ESSE IVAN EVANGELISTA É UMA PIADA MESMO NÉ? (NA QUESTÃO POLITICA É CLARO)ELE NÃO TEM CONDIÇÃO MORAL DE PRESIDIR O CLUBE DOS INFIÉIS QUANTO MAIS UM PARTIDO POLITICO.

  • José Antônio | Quarta-Feira, 31 de Dezembro de 1969, 20h00
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    Será que este parlamentar, chegou a lêr ou ter acesso ao Estatuto de um desses Partidos que ele fez parte. No quesito Ideologia Partidária, O Sr. Evangelista, terá que frequentar um curso intensivo, com direito a reprovação.
    Ou seus acessores não lhe dão orientação, ou ele acradita que política não se modernizou.
    Em cima de um muro ou fazendo acordos dos mais suspeitos, Não é mais possivel.

  • alonso mendonça | Quarta-Feira, 31 de Dezembro de 1969, 20h00
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    Esse Ivan sempre foi ,vamos dizer"como folhas secas" onde o vento sopra elas vão, quem diria ele já foi do PT radical, era de um grupelho chamado "pés no chão", qto ao apoio ao Wilson Santos, os dois se merecem, fidelidade ambos desconhecem, visto o prefeito que utilizou de varios partidos para se eleger e acabou saindo dos mesmos, e os dois gostam de falar sobre coerencia e dignidade.
    Fora Ivan !!
    Fora Wilson Santos !!

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