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Quinta-Feira, 24 de Setembro de 2009, 22h:27 | Atualizado: 26/12/2010, 12h:24

CONFRONTO

Júlio Neto diz que negociou retirada de Maksuês da TV

   O polêmico empresário Júlio Campos Neto, filho do ex-governador Júlio Campos e sobrinho do senador Jayme Campos, disparou sua metralhadora verbal para todo lado, em entrevista na quarta (23) ao programa Caximbocó, da rádio Cidade FM, em Cuiabá. Um ano depois, Neto revelou que foi ele quem, durante o início da campanha eleitoral do ano passado, negociou com o empresário Roberto Dorner, dono da TV Rondon, que era afiliada da Rede TV! (hoje retransmite o SBT), para tirar do ar o deputado e apresentador Maksuês Leite (PP), até então líder nas pesquisas de intenção de voto à Prefeitura de Várzea Grande.

   Naquele momento, a candidatura de Maksuês representava ameaça à de Júlio Campos, que havia se aposentado do TCE e "atropelado" o colega de partido Wallace Guimarães para poder ser o candidato do DEM (ex-PFL). Por fim, Maksuês desistiu e sua esposa Mara Rúbia (PP) foi indicada vice da chapa de Júlio. Os dois "morreram abraçados" nas urnas, com a vitória à reeleição do prefeito Murilo Domingos (PR). Hoje Maksuês é proprietário da TV Cuiabá, afiliada da Rede TV!.

   Júlio Neto argumenta que já estava chateado com Maksuês porque este havia lhe ofendido no programa que apresentava na TV Rondon. "Eu peguei o telefone e liguei para o doutor Roberto Dorner e falei: o senhor quer ter amizade com quem, comigo ou com o deputado Maksuês? Agora você escolhe. Se você mantiver ele na televisão, acabou a nossa amizade. E se você não arrancar ele da TV, vamos resolver o problema aí", narrou Júlio Neto. Segundo o filho do ex-governador, Dorner lembrou de um acordo comercial com Maksuês e que só poderia rompê-lo se Júlio Neto pagasse a multa. "Se você pagar, então, ele (Maksuês) tá fora", avisou Roberto Dorner, segundo a versão contada por Júlio Neto.

    Ele disse que fez o pagamento e comunicou ao pai-candidato Júlio Campos: "Pai, agora espera. Acho que vai acontecer com o Maksuês igual aconteceu com Walter Rabello. Sem a TV, vai entrar em parafuso". Segundo Júlio Neto, a partir daí o seu tio Jayme Campos entrou em ação, em defesa de uma composição do DEM com o então adversário PP. "Jayme disse que era amigo do Riva e ficou com medo do dinheiro da Assembleia e disse que Maksuês (apoiado pelo deputado) tinha de indicar a mulher dele para vice. Eu disse, então, até logo para vocês que são professores e que estão na política há vários anos".

   Júlio Neto conta que, numa reunião no gabinete do deputado Roberto França, na Assembleia, se posicionou contrário e foi convidado a se retirar da sala. Diz que, a partir da composição da chapa Júlio-Mara, pensou em se distanciar mas, em defesa da candidatura do pai, passou a percorrer os bairros para pedir voto. Lembra que era barrado nas reuniões. "Começou a campanha e Júlio Campos se reunia com a velha guarda e eles não deixavam eu dar opinião. Falavam para eu sair da sala. Você vai lá pra fora, conversar com Leonardo Leão".

   Na entrevista, marcada por momentos bem humorados do programa apresentado por Marcos Schmitz e com participação de Edson Guilherme, João de Oliveira e Ariê de Campos, o Babatinha, Júlio Neto disse que considera o tio Jayme "o rei da Várzea Grande" e que a candidatura do seu pai foi conduzida pelo prestígio do senador. "O rei da Várzea Grande chama Jayme Campos". Perguntado se, dessa forma, não estaria desconsiderando a força política de Júlio no município, Neto argumentou que Júlio foi prefeito em 1976, quando Várzea Grande tinha 40 mil habitantes e que Jayme veio a ser prefeito por três mandatos numa cidade hoje com mais de 200 mil habitantes. "O povo não gostou da união (de Júlio com Maksuês) e votou no dormindo. Ruim por ruim, vamos no mais ruim mesmo", declarou Júlio Neto, numa alusão ao apelido de "dormindo", atribuído ao prefeito reeleito Murilo Domingos. Na sua avaliação, a aliança DEM-PP, que uniu os dois adversários políticos, foi uma repetição da composição JúlioCampos-Carlos Bezerra, na eleição majoritária de 98, quando os dois, então inimigos políticos, perderam para governador e senador, respectivamente.

   Em outro momento da entrevista ao programa Caximbocó, Júlio Neto disse que procurou Jayme para pedir ajuda financeira. A conversa foi o seguinte:
    - Tio, perdemos e estamos sem dinheiro, endividados, descapitalizados. Então, eu tenho essa camioneta financiada, já paguei 24 parcelas. O senhor assume 12 (restantes) e me devolve as 24 que já paguei.
     Em resposta, Jayme retrucou:
      - Júlio Neto, eu não sou garagem!"
      - Você é o bonzão para mandar a gente se juntar com o Maksuês, mas para ajudar agora diz que não é garagem, mas tudo bem!

      Apesar desses conflitos, Júlio Neto afirma respeitar o tio-senador. Ele conta que, logo em seguida, o pai começou a brigar com Wallace Guimarães, a quem ameaçava expulsá-lo do DEM. "Pelo pai, a gente faz qualquer coisa. Aí eu fui de ponta de lança pra cima dele: seu traidor, baixinho, vagabundo, você tem de ser expulso", narra Júlio Neto, vibrando como se tivesse comemorando o ato de bravura. Depois, disse que avisou para o pai que, se Wallace não deixasse o DEM, ele (Júlio Neto) se desfiliaria do partido. "Eu sou homem e você não vai comigo, pai? A minha palavra vale mais que cheque. Eu sou cria de seo Fiote (avô Júlio Domingos de Campos, já falecido)", conta Júlio Neto, que acabou deixando o DEM. Observa que logo em seguida o primeiro partido que o convidou para filiação foi o PSDB, que combateu os Campos por muitos anos.

    Ele afirma que Júlio nunca quis ser conselheiro do TCE, mas sim político. Perguntado sobre a classe política, o filho do ex-governador disparou contra a Justiça e contra o prefeito Murilo: "Não acredito na Justiça brasileira, que só pega ladrão de galinha e não pega prefeito. Duvido que tem um juiz ou desembargador que vá peitar o braço do governador Blairo Maggi em Várzea Grande", instigou Júlio Neto, para quem a gestão Murilo cometeu crimes eleitorais. O empresário declarou ainda que é amigo do ex-deputado e hoje conselheiro do TCE Campos Neto, mas que nunca votou no primo.

    "Ele (Campos Neto) não é um cara para quem eu telefono, não posso dizer que ele é um grande amigo. Não votei nele, mas lá em casa a turma votou nele", ponderou, ao lembrar que seus votos para deputado nas últimas eleições foram para Gilmar Fabris e Sérgio Ricardo. No caso de Sérgio, afirma ter sido pressionado pela mãe Isabel. Sérgio apresentava programa na TV do Grupo Futurista de Comunicação. Já no caso de Fabris, afirma ter votado por pressão do pai. Revela que só se arrependeu mesmo de ter dado voto para o hoje presidente Lula. "O Lula prometeu acabar com a corrupção, com o sistema político brasileiro, com a compra de voto e não cumpriu o que prometeu".

    Perguntado se está preparado para disputar e ocupar cargo eletivo, Júlio Neto fez um comentário surpreendente: "Se eu entrasse hoje, eu ia ser o primeiro a me corromper. Primeiro, porque eu não tenho estrutura financeira e empresarial ainda para ser independente. Segundo, porque tenho um filho (Júlio Davi) para criar. Se eu entrasse na política hoje seria ladrão. Aliás, quem não seria ladrão!".

    Antes, no início da entrevista, ao discorrer sobre futuro político, Júlio Neto havia dito que prefere continuar a atividade empresarial para cumprir sua missão e que só iria disputar eleições quando perceber o chamado de Deus. "Eu sou muito emocional e espiritual. Não acredito que a política e os políticos são meios para melhorar as condições de vida do povo, com políticas de transformação. Um político que quer ser transformador, um revolucionário como Che Guevara, acaba ficando isolado e fora do sistema. Eu estou totalmente discrente da política e acho que posso contribuir mais como empresário que gera empregos e paga impostos".

   Trajetória

    Ao comentar sobre sua trajetória, Júlio Neto afirma que começou, com 17 anos, com criação de cavalo árabe. Depois, passou a administrar um loteamento e condomínio fechado de alto padrão, no distrito de Sousas, em Campinas (SP). Com a decisão do pai de disputar o governo em 98, voltou para Cuiabá com o propósito de ajudá-lo. "O Júlio entrou na campanha contra o Dante e ele não é de entregar os pontos. Quando ele entra na política, põe todas as fichas, mais a cueca e mais cheque sem fundo para 60 dias. E foi tudo", conta Júlio Neto, ao lembrar da derrota nas urnas e das dívidas milionárias.

    A partir daí, diz ele, o Grupo Futurista de Comunicação, que congregava rádios como Antena FM e Industrial, e as TVs Rondon e Brasil Oeste, passaram a fazer oposição ao governo Dante. "Sem o apoio do governo é difícil de viver e naquela época o mercado publicitário era muito pequeno. Aí o Grupo Futurista caiu e o Grupo Gazeta de Comunicação cresceu e virou essa potência que é hoje e teve vários casos, como Secomgate e outros problemas, mas eu não critico o Dorileo Leal, não. Ele é o papa da comunicação, é um grande empresário".

   Júlio Neto conta que em 2002, após ter concluído o curso de Administração em São Paulo, retornou com a disposição de ajudar o pai na campanha para deputado, mas este acabou sendo nomeado conselheiro do TCE. Foi, então, auxiliar a mãe, professora Isabel Campos, a administrar as empresas. Lembra que encontrou a rádio Industrial com sete folhas dos funcionários atrasadas, equipamentos sucateados e móveis estragados. "O prédio só faltava pegar fogo, e, pegou. Eu dei um choque de gestão". Diz que, quando se preparava para viajar para os EUA para fazer curso de inglês, sua mãe descobriu que estava com câncer no ovário. "Aí eu fiz uma promessa de que, se minha mãe sobrevivesse a uma cirurgia, eu parava de fumar. Deu tudo certo e tem 6 anos que não fumo mais".

    Em seguida, em tom de brincadeira, Júlio Neto observou, olhando para Edson Guimarães, um dos entrevistadores do Caximbocó, e disse: "Eu escutei uma frase do Edson Guilherme: é dando que se recebe". Ele conta que hoje as emissoras foram arrendadas e estão sendo administradas pelo empresário Luiz Carlos Beccare, dono do Grupo Cidade Verde. "O Beccare cumpre com a palavra. É um dos maiores administradores". Júlio Neto afirma, por fim, que hoje administra a Imobiliária e Empreendimento Santa Laura e vai lançar um condomínio de alto padrão numa área de 180 ha, na estrada da Guia.

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Comentários (121)

  • Laura | Quarta-Feira, 31 de Dezembro de 1969, 20h00
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    Napoleão Bonaparte disse que, na guerra como na prostituição, os amadores são melhores que os profissionais. JNeto pode até ter sido um amador nessa entrevista, mas possui um grande talento profissional que se aplica a todas as questões humanas: uma compreensão da natureza humana e a compreensão das fraquezas de seus adversários. E isso, com certeza, será suficiente para levá-lo muito longe, quer seja na política ou na vida empresarial.

  • RENATO GODOI SILVEIRA | Quarta-Feira, 31 de Dezembro de 1969, 20h00
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    OOO DEPUTADO RIVA!!!

    COMO ASSIM? O JAYME ESTAVA COM MEDO DO DINHEIRO DO RIVA DA ASSEMBLÉIA???

    ELE TAVA FALANDO DO SEU SALÁRIO DE DEPUTADO???

  • Claudio augusto De Morais | Quarta-Feira, 31 de Dezembro de 1969, 20h00
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    Vetado por conter expressões agressivas, ofensas e/ou denúncias sem provas.
    Queira, por gentileza, refazer o seu comentário.

  • azzapa | Quarta-Feira, 31 de Dezembro de 1969, 20h00
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    Dá pena de Várzea Grande, descobrir que é gente deste tipo que as tais, elites conseguiram produzir, após tanto tempo mamando nas tetas da sociedade.

    Se este típico filhote da ditadura é o que de melhor a oligarquia acha que conseguiu gerar e deposita suas derradeiras esperanças políticas e empresariais; imagino então o pior; o restolho.

    E ainda, o bufão querendo fazer tipo de paladino da justiça, defensor dos pobres e oprimidos, estilo Color de Melo. Essa é para escrachar de vez.

    Mais um ator desta tragi-cômica ópereta bufa, que não vai do nada, a lugar nenhum.

    O povo já está deixando bem claro, que eleição não se ganha desta forma.

    Deste jeito o tribunal de contas vai ficar pequeno para tanto filhotinho da ditadura.

    Enquanto isto, no Brasil real, deve ter muito Einstein morrendo a míngua nas filas dos hospitais e pronto socorros da vida.

    PS: Humilde sugestão para o filhote da ditadura e para a oligarquia Campos em geral:

    TROQUEM URGENTE DE MARQUETEIRO.

    Várzea Grande e Mato Grosso evoluíram muito mais do que vocês. Deste jeito vocês só vão se afundar ainda mais. Vão acabar gastando tudo o que conseguiram amealhar sofregamente ao longo das últimas décadas.

    Mudem o estilo. O sucesso de ontem, não garante o sucesso de hoje e muito menos o sucesso do amanhã. Repetir compulsivamente antigas fórmulas em novos tempos fatalmente resultará em grandes frustrações.

    Postado em 25-set-09 às 14:41; 15:55; 16:06; 17:17 e 17:57

  • Laura Campos | Quarta-Feira, 31 de Dezembro de 1969, 20h00
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    É inacreditável como os homens quase sempre são ingratos, inconstantes e como adoram julgar as pessoas segundo suas próprias conveniências. Como diz um antigo ditado: Ande com os meus sapatos antes de me julgar.

    Existe uma diferença muito grande entre como vivemos e aquela que aspiramos viver. E aqueles que convivem conosco sabem a nossa realidade, como Monteiro escreveu.

    Falar mal é fácil. As pessoas sabem a pinga que a gente bebe, mas não sabem os tombos que a gente toma. Julgam-nos por achar que vivemos nesse mundo de ilusão de status, poder e dinheiro.

    De que adianta ser filho de ex-governador, ex-senador, ex-deputado, ex-prefeito, se os outros não nos dão a oportunidade de mostar nossas qualidades pessoais, nosso valor, nosso caráter? Estão sempre nos classificando de patricinha, playboy, mimado, arrogante e por aí vai...

    Julio Neto, meu querido irmão, todo grande homem será sempre objeto de controvérsias. Tem partidários e contrários. E até inimigos, apesar do tempo. E é esta atualidade, através do tempo, que fará a imortalidade da família CAMPOS

  • Jacyara | Quarta-Feira, 31 de Dezembro de 1969, 20h00
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    La no Mãe Bonifácia, fui solicitado a comentar a esta entrevista de Julio Neto, solicitação essa feita por amigos entre eles dois dignos jornalistas - um da TV e outro da radio e imprensa.
    Não gostei da fala de Julio Neto, fico olhando e imaginando este guri fazendo discurso- nervoso, inseguro e isso é mostrado pelo modo com que lança as palavras, não só pela sucessão mas tambem pelo tom de voz usado: aspero, contudente - demonstrando enfim um desatino nervoso e não uma fala lucida e colocada.
    A Politica, segundo Max Weber, é um SISTEMA, portanto estamos todos inclusos nesta grupo, o qual denominamos Sistema Politico, agora podemos dizer que Julio Neto é fruto deste sistema, suas origens estão devidamente assinaladas e tudo o que venha a fazer ou a dizer, esta em consonancia com o previsto, portanto não adianta ser mal educado ou boçal, você faz parte da história e é seu dever continua-la, e se melhorares esta nova trajetória, OK, parabens.
    Quanto a tua fixação de ter como idolo Gilmar Fabris, fico imaginando que este erro deve ser genético.
    Por favor Julio Neto, ao falar ao publico, fale com moderação e para isso, solicito que aprendas com seu primo : Carlos Eduardo (DUDU) este sim, um verdadeiro PRINCIPE.

    Meu carinho a senhora sua mãe e na qual saudo a todos da familia Campos, Curvo, Monteiro, Botelho....

  • cristiane duarte | Quarta-Feira, 31 de Dezembro de 1969, 20h00
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    Sua famíla afundou Varzea Grande , que tem 142 anos se quer tem uma rodoviária na cidade , não tem água pro povo ela não consegui se reerquer graças a sua família e agora vocês (campos)quer pegar o nosso estado que o governador deixou inteiro , para afundar igual fez com várzea grande.Só se o povo quer cometer um suicidio com MATO GROSSO.Que Deus nos livre dessa família(campos).

  • jota | Quarta-Feira, 31 de Dezembro de 1969, 20h00
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    NaO será diferente dos seu tio JAIME E NEM DO SEU PAI jULIO.OQUE ELES FISERAM PRA
    MATO GROSSO?

  • cirilo | Quarta-Feira, 31 de Dezembro de 1969, 20h00
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    O FALASTÃO TA QUERENDO APARCER. PENSA QUE ESSA CONVERSA MOLE VAI ENGANAR ALGUEM. TODO MUNDO SABE QUEM É O PAI DELE E O TIO. NUNCA FIZERAM NADA POR VARZEA GRANDE. ESTÃO POLITICAMENTE MORTOS.

  • Fernando da Silva | Quarta-Feira, 31 de Dezembro de 1969, 20h00
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    O Ministério Público tem que bater duro nesse cara, dizer que o Riva usa o dinheiro da Assembléia é muito grave. Esse cara disse que o poder Judiciário do Estado está comprado, isso é um absurdo. Quem fala demais da bom dia a cavalo...Minitério Público do Estado de Mato Grosso mostre a sua cara, esse cara tem que explicar essa conversa...Ele colocou na mala os três poderes do nosso Estado...O Executivo, o Judiciário e o Legislativo, não acredito que essa conversa não de em nada, esse cara simplesmente disse em bom tão que não existe pessoas honestas nesses poderes, estou pasmo, esse cara é maior de idade e deve responder civilmente e penalmente por suas acusações levianas, chamar um membro do Legislativo de vagabundo isso é inaceitável...Ministério Público mostre a sua cara. Esse cara pensa que é quem para falar umas coisas dessas e não ser punido, ele deve pensar que é DEUS...Acredito no Marcelo Ferra Procurador Geral de Justiça, ele com certeza tomará alguma atitude, senão for tomada vou ter que reconhecer que esse cara está certo e com a razão.

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