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Quarta-Feira, 14 de Maio de 2008, 13h:52 | Atualizado: 26/12/2010, 12h:20

MEIO AMBIENTE

Líderes em MT comemoram a queda de ministra

  Um dia após a saída da ministra do Meio Ambiente Marina Silva do cargo, a Folha de S. Paulo desta quarta (14) divulga a opinião de mato-grossenses ligados diretamente ao setor em Mato Grosso, como o presidente da Federação da Agricultura e Pecuária do Estado, Rui Otoni Prado. À Folha, Otoni diz esperar que seja indicado alguém com capacidade de discutir questão ambiental e desenvolvimento econômico de forma integrada.

   Já o presidente da Associação dos Produtores de Soja do Estado (Aprosoja), Gláuber Silveira, classificou a saída de Marina de providencial. "Ela vinha prejudicando a imagem do Brasil no exterior, ao divulgar dados errados sobre o desmatamento". Por sua vez, o presidente do Sindicato das Indústrias Madeireiras do Norte (Sindusmat), José Eduardo Pinto, se limitou a dizer que a notícia sobre a queda da ministra traz esperança à classe madeireira. (Pollyana Araújo)

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Comentários (12)

  • Pedro Ferreira | Quarta-Feira, 31 de Dezembro de 1969, 20h00
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    A despeito da noticia da queda da ministra Marina Silva, que dexou toda classe politica e empreendeores do ramo de madeira, especialmente os que insistem em trabalhar dentro da irregularidade, em estado de extase, chegou a hora de fazerem um esforço coletivo e indicarem o nome da maior autoridade do meio ambiente de Mato Grosso, O Sr. Luiz Henrique Daldegan, para ocupar a pasta do Ministerio do Meio Ambiente, seria uma contriuição magnifica. a cara do estado que cuida tao bem de sua biodiversidade.

    Pedro

  • Gilmar | Quarta-Feira, 31 de Dezembro de 1969, 20h00
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    O peder da soja,do nelore,da cana de açucar,do desmatamento e da exploração ilegal de madeira demitiram a Ministra. Lula não é mais o mesmo, o poder contagía.

  • João da Mata | Quarta-Feira, 31 de Dezembro de 1969, 20h00
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    É admiravel a possição dos nossos lidres, corajosos e destemidos defensores de desmatamentos e outras mazelas, e pasmem, sempre em causa propria, deveriam utilizar as ideranças que exercem de forma mais sensata, a natureza da a respsta por si só, a china ta ai como exemplo recente

  • José Antônio de Oliveira | Quarta-Feira, 31 de Dezembro de 1969, 20h00
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    A questão agora não é o setor produtivo rural de Mato Grosso, ficar comemorando a queda da ministra Marina Silva, e sim partir para uma agenda propositiva para definir de uma vez por todo o que pode ser feito na amazônia brasileira. E será muito mais fácil negociar com o Mangadeira Unger (um intelectual de Harvard) que com a xiita Marina Silva (uma fundamentalista dos povos da floresta). Mas, é preciso que defina dentro do Programa da Amazônia Sustentável uma política que garanta os direitos adquiridos dos povos do entorno da Tranzamazônica e da 163, senão vai ficar tudo com antes, no quartel de abrantes!

  • Luiz Carlos | Quarta-Feira, 31 de Dezembro de 1969, 20h00
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    Que coisa... todos os empresários ligados ao setor madeireiro de MT felizes com a queda da Senadora Marina Silva... e por outro lado os brasileiros mais tristes ainda, porque vai começar outra queda: A queda das arvores seculares mato-grossenses... e desordenadamente. Isso entristece muito. A (in)conveniência política venceu a sustentabilidade ambiental coerente.

  • Nivaldo Costa | Quarta-Feira, 31 de Dezembro de 1969, 20h00
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    Os madereiros, os plantadores de soja, os criadores de gado como o senador Jayme Campos só poderiam comemorar a queda de Marina Silva, do Ministério do Meio Ambiente. Não poderíamos esperar outra reação se não fosse apenas essa, de êxtase. Marina Silva demonstra com o seu pedido de demissão não concordar com a insegurança do presidente Lula com relação a política ambiental para o Brasil. Marina Silva estava fazendo o trabalho bonito e correto, melhorando a imagem do País no exterior quanto ao setor. Porém, preferiu ceder não querendo conviver mais com o falso governador de Mato grosso, Blairo Maggi que, aqui no Estado na presença da ex-m inistra, se mostrava aliado. Distante dela, fazia críticas asperas, inclusive usando garotos de recado como o deputado estadual Dilceu Dal Bosco e o inexperiente Mauro Mendes. Viva o agronécio...

  • Ramiro | Quarta-Feira, 31 de Dezembro de 1969, 20h00
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    É PRECISO ENCONTRAR UM PONTO DE CONVERGÊNCIA NESSA DISCUSSÃO AMBIENTAL. OS EXAGEROS DE AMBAS AS PARTES ESTA INVIABILIZANDO O CAMINHO PARA UMA SOLUÇÃO SATISFATÓRIA QUE SEJA BOA PARA O AMBIENTE E TAMBÉM PARA O HOMEM.
    TALVEZ SE O CONTEÚDO IDEOLÓGICO FOSSE RETIRADO DA DISCUSSÃO, PUDESSEMOS CHEGAR A UM CONSENSO.
    SOLUÇÃO EXISTE E NÃO É MUITO DIFICIL, BASTA QUE SE RESPEITE A LINGUAGEM DA PRÓPRIA NATUREZA QUE NOS INDICA ATRAVÉS DE SINAIS GEOLÓGICOS, OS LIMITES QUE DEVEMOS RESPEITAR PRINCIPALMENTE AS NACENTES, O CURSO DOS RIOS, AS ENCOSTAS, OS PARQUES, RESERVAS, ETC...
    DEIXANDO AS PAIXÕES DE LADO SERÁ POSSIVEL AVANÇAR NA DISCUSSÃO.

  • Carla Macedo | Quarta-Feira, 31 de Dezembro de 1969, 20h00
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    O povo matogrossense ainda vai pagar muito caro para recuperar o meio ambiente que este desenvolvimento está destruindo.
    É uma vergonha que pessoas ditas de bem, só por causa de dinheiro, destrua a vida e a natureza, de seus próprios filhos inclusive.
    Os brasileiros acabam de perder talvez a única pessoa honesta, ética e responsável dos quadros ministeriais - é uma pena.

  • helio | Quarta-Feira, 31 de Dezembro de 1969, 20h00
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    infelizmente quem estava dando um freada significativa no desmatamento teve duração curta no ministerio do meio ambiente, a maioria com conversa que deixou meio mundo desempregado , horas, então que se dane as florestas e que deixem desmatar pq vai parar de ganhar dinheiro e ficar desempregado, pais capitalista é asssim msm..

  • Zoroastro | Quarta-Feira, 31 de Dezembro de 1969, 20h00
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    Os ruralistas venceram mais uma vez. Eles são poderosos pois sempre pegam dinheiro no Banco do Brasil e nunca pagam. Quem paga é o povo.
    Essa turma só quer saber de dinheiro, o ambiente que se exploda.
    Os matogrossenses que fiquem expertos com essa gauchada e os representantes políticos, todos pecuaristas e fazendeiros. Todos cheios da grana às custas do Banco do Brasil. O lucro eles não dividem, agora os prejuízos é o povo quem paga.
    DEUS NOS AJUDE, pois fauna e flora nossos netos conhecerão apenas por fotografia.

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