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Sexta-Feira, 16 de Maio de 2008, 07h:43 | Atualizado: 26/12/2010, 12h:20

MEIO AMBIENTE

Maggi confronta novo ministro; crise continuará

  O governador mato-grossense Blairo Maggi (PR) já mudou o conceito sobre o novo ministro do Meio Ambiente, Carlos Minc, que substitui Marina Silva no Meio Ambiente. O rei da soja ficou cabreiro com as primeiras declarações de Minc. Em entrevista à TV Globo, o ex-secretário estadual de Meio Ambiente do Rio de Janeiro disparou: "Se deixar, Maggi plantaria soja até nos Andes".

    Em nota, Maggi, maior produtor de soja do mundo, disse que o novo ministro foi preconceituoso. Classificou as declarações de "descabidas, inoportunas, extemporâneas e impróprias". O governador de segundo mandato já chegou a conclusão de que a gestão não será boa. Minc deve ter sido motivado pelos números. Mato Grosso é recordista no desmatamento da floresta. Dados do Inpe e que são contestados pelo governo do Estado apontam que em 2007 Mato Grosso foi um dos campeões em desmate na Amazônia Legal. Dos 36 municípios que mais derrubaram árvores ilegalmente, 19 estão em solo mato-grossense.

   Maggi disse que espera maior diálogo de Minc com o setor e que não ocorram truculências nas operações de repressão aos crimes ambientais, como a Arco de Fogo, feita em conjunto por Ibama, Polícia Federal e Força Nacional de Segurança. Segundo ele, essas investidas trazem prejuízos econômicos ao Estado, inseguram, desemprego e terror num Estado que é o maior produtor de soja e algodão e primeiro em rabanho bovino do país.

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Comentários (17)

  • Pedro | Quarta-Feira, 31 de Dezembro de 1969, 20h00
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    ....safra amarga, está colhendo o que plantou...

  • Natasha Muriel | Quarta-Feira, 31 de Dezembro de 1969, 20h00
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    estava na hora mesmo...
    se Marina tava engasgada...
    pelo menos agora podemos ouvir alguma opinião sincera...
    e se deixar ele planta mesmo...
    até no quintalzinhu da casa dele...
    isso ai MAGGI, vamos alimentar o povo e matar o planeta...
    esse é o Governador de MT...
    Minhas condolências...
    kkk...

  • carlos águia | Quarta-Feira, 31 de Dezembro de 1969, 20h00
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    E isso ai maggi, o que iremos comer, agora se nao temos empregos, nao temos renda, ou sera que teremos que plantar fumo, pra ir vender nas grandes cidades, nobre ministro?? porque nos do interior estamos pagando pra ficar no meio do mato, e se formos pra cidade vamos fazer o que nobre ministro...so se for pra rouba, ou vira bandido.. cade nossos deputados e nossos senadores.... ou nao sei de nada??? ou nao vi nada? nao e assim lulalula...

  • Elias Alves Aranha | Quarta-Feira, 31 de Dezembro de 1969, 20h00
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    Quatro séculos em 30 anos
    Amazônia vive sangria, diz jornal espanhol.
    Uma reportagem do El País descreveu na edição do dia 10/12 o que chama de sangria da Amazônia brasileira. O texto, publicado em meio à conferência da Organização das Nações Unidas (ONU) para mudança climática em Bali - que discute temas como aquecimento global e combate ao desmatamento - afirma que, “nos últimos 30 anos a Amazônia foi mais devastada que em 450 anos de colonização”. Os destruidores são bem conhecidos: o comércio de madeira, a pecuária e a agricultura. E o último grande carrasco da Amazônia está começando a rondá-la: o plantio de soja.

    Para o El País, o mundo tem os olhos postos sobre as riquezas da floresta. A Amazônia fornece não apenas madeira preciosa, mas também o maior conjunto de minerais do mundo em seu subsolo, desde diamantes até caulim, a matéria-prima que serve para fabricar cerâmica, cosméticos e medicamentos.
    Mas, diz o texto, o pulmão verde também contamina. A explicação: 75% do 1,5 milhões de toneladas de dióxido de carbono que o Brasil produz é fruto das queimadas na Amazônia. Por cada quilômetro quadrado destruído de selva são produzidas 22 mil toneladas de CO2.”.

    A contabilidade desfavorável segue. Em três anos, foram destruídos 60 mil quilômetros quadrados de selva, o que produziu 1,3 milhões de toneladas de dióxido de carbono, mais que o produzido durante 80 anos na grande São Paulo, cidade com 20 milhões de habitantes. Só em 2006, foram realizados 20 mil incêndios propositais.
    A reportagem alerta que, se o desmatamento não for combatido, grande parte da Amazônia está ameaçada de desaparecer.
    Esta hipótese é reforçada, segundo o jornal, pelo aquecimento global, que pode transformar um quinhão da Amazônia em savana.

    O diário cita uma observação do biólogo americano William Laurence, pesquisador do Smithsonian Tropical Reserche Institute. Para ele, antes de 20 anos, restarão apenas 28% dos atuais 4 milhões de quilômetros quadrados da selva amazônica brasileira.A Maçonaria encampa movimento para defender a Amazônia da garra das nações poderosas. A intenção é de chamar a sociedade para par juntos tomar consciência do interesse de grupos Norte Americano e Europeu, que estão unidos com o interesse de transformar a Amazônia em Área Internacional, uma ação louvável dos maçons, pois, por trás do discurso vem o interesse em nossos recursos naturais.

    O fato de que a Amazônia possui o maior banco genético do mundo no abrangente à biodiversidade, deixa a dúvida aos brasileiros e o questionamento: É nossa Amazônia? Por isso o debate e decisão sobre o assunto é uma tarefa política ser desempenhada politicamente na sociedade, e não através de ações isoladas. Além do chamamento e conscientização devem cobrar do Poder Público Federal posição e especialização técnica para cuidar e fiscalizar a Amazônia brasileira. Informações de alguns brasileiros que moram nos EUA dão conta de que há um livro de Geografia para alunos do ensino médio naquele país intitulado to Geogrphy , e mostra na página 75 a Amazônia separada das fronteiras dos oito países a que pertence, ilustrando o texto: Desde a metade dos anos 80 a mais importante floresta chuvosa do mundo, passou para a responsabilidade dos EUA, e da ONU. Seu nome é hoje: Forner internactional Reservo f Amazon Forest (Finraf).

    Sua criação é devida o fato de que está localizada na América do Sul numa região das mais pobres e abandonada região, cercada por pises irresponsáveis, cruéis e autoritários. A Amazônia é parte de oito países estranhos. Na maioria dos casos reinam ali a violência do tráfego de drogas, armas e de madeiras bem como de uma visível ignorância. É claro que a Amazônia não é mais “nossa”. Agora seu nome é Finraf, pertence aos EUA coordenado pela ONU. Mas fiquem certos: Quem tiver o poder sobre a Amazônia terá o poder sobre o mundo.


    Elias Aranha - Colider

  • J. Barreto | Quarta-Feira, 31 de Dezembro de 1969, 20h00
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    QUEM PLANTA VENTO, COLHE TEMPESTADE

    Infelizmente o pior que poderia acontecer para o nosso Estado já aconteceu.
    Doravante carregaremos o estigma de inimigos do meio ambiente. Melhor seria se o nosso governador tomasse algumas medidas simpáticas, ainda que populistas.
    À exemplo do Sergio Ricardo, poderia comprar um barquinho e limpar o rio, plantar algumas mudas de arvores junto com as crianças, enfim, coisas que nada resolvem mas que criam imagem positiva.
    GOVERNADOR: CHEGA DE ENRIQUECER E CONCENTRAR A RENDA! CHEGA DE DEVASTAR! CHEGA DE PROTEGER RURALISTAS PARASITAS DO BANCO DO BRASIL! CHEGAAAAAAAAAAAAAAA!

  • Luciano Regis | Quarta-Feira, 31 de Dezembro de 1969, 20h00
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    So esclarecendo que a soja do Blairo não vai para mesa do povo, diretramente, ela vai p/ o USA para virar ração p/ PORCO...o Brairo não esta preocupado com produção de alimento e sim com o ($$$$$) niquio.... e se deixar ele planta soja até na lua!!!

    Não podemos cair na contra propaganda do governador...ele é um devastador e o mundo inteiro sabe disso!!!

  • Jacyara | Quarta-Feira, 31 de Dezembro de 1969, 20h00
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    Romilson, Bom dia

    Desconfio muito deste enrfrentamento de Maggi, acho que será novamente fogo de palha, vamos nos lembrar de Marina Silva, foi só lero, lero.
    Ming, pelo menos é um adversário dentro dos padrões do governador, branco, olhos claros e fala ingles -- na falta de alguem é só mandar para o enfrentamento o secretário da casa civil e Yuri.
    Agora é muito dificil entender, como algum leitor, possa ignorar que mato grosso vive e sobrevive do agronegócio.

  • Gilmar Maldonado Roman | Quarta-Feira, 31 de Dezembro de 1969, 20h00
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    O problema do desflorestamento não é do Blairo, e sim do sistema burocrático e irresponsabilidade institucional. O IBAMA cobra para cada M3 de madeira, a reposição de 6 árvores. Ora, se foram extraidos milhões cúbicos de madeira, é evidente que foram pagas bilhões de árvores para a reposição florestal. Onde estão os reflorestamentos feitos e/ou autorizados pelo IBAMA que recebeu em dinheiro limpo pagos por industrias madeireiras, papel e celulose, mineradoras, industrias quimicas e tantas outras ao longo de 5 décadas?

  • Dione | Quarta-Feira, 31 de Dezembro de 1969, 20h00
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    Concordo plenamente com o meu colega Gilmar. Gente.. vcs ai que estão falando que Blairo planta soja em tudo que vê, deveria ter a oportunidade de sobrevoar 1 x se quer por Mato Grosso.. ver o que é verdade e o que não é, ao invés disso.. fica dando ouvidos a quem fica fazendo sensacionalismo.. me poupe!!

  • AMADO DE OLIVEIRA FILHO | Quarta-Feira, 31 de Dezembro de 1969, 20h00
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    Caro Romilson

    Lendo estes comentários me lembrei de um artigo do Onofre Ribeiro, onde ele narrava que um grupo de amigos numa determinada lanchonete, tomavam cerveja (a cevada vem do campo), degustavam petiscos (todos originados em pastagens), bebiam refrigerantes (o açucar vem do campo) e, durante todo o tempo criticavam os produtores rurais. Ao sair todos se dirigiram a seus veículos total flex (o alcool também vem da roça).

    Lembro disto para afirmar a àqueles que não sabem o que estão falando, que reflitam melhor, afinal na própria agenda 21 brasileira (espero que os críticos tenham acesso à este tipo de leitura) está gravado: ...enquanto não houver outro forma de sintetizar proteínas que não seja pela ação do sol e da chuva sobre a terra, a agricultura e a pecuária será a atividade mais importante para a manutenção dos povos no planeta terra Fonte: Agenda 21 brasileira, Capítulo da Agricultura.

    Economista - AMADO DE OLIVEIRA FILHO

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