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Terça-Feira, 22 de Abril de 2008, 10h:45 | Atualizado: 26/12/2010, 12h:20

RONDONÓPOLIS

Me critica porque tenho olhos azuis, diz Sachetti

  Prefeito vê racismo nos ataques do antecessor e deputado Muniz

  O prefeito de Rondonópolis, Adilton Sachetti (PR), acusa o deputado Percival Muniz (PPS) de racismo e diz que adotou o estilo Blairo Maggi de fazer política, marcado pelo fim do "tapinha nas costas". "Não levo em consideração as críticas partidas do Percival, pois são críticas pessoais e de cunho racista. Me condena só porque meu olho é azul?", reage Sachetti. Para o prefeito, Muniz se interessa somente com o poder e quem não lhe dá espaço, ele (Muniz) parte para agressão verbal. "Ele (Muniz) sempre patrola quem está na frente".

   Até 2005, um ano após sua eleição, Sachetti era aliado de Muniz, que foi seu antecessor. Hoje, em pré-campanha rumo às urnas de outubro, ambos estão rompidos politicamente. O prefeito busca um novo mandato, com apoio do ex-adversário, deputado Wellington Fagundes, enquanto Muniz apóia o peemedebista Zé do Pátio, líder nas pesquisas de intenção de voto.

Adilton Sachetti, prefeito de Rondonópolis  Em entrevista ao RDNews, Adilton Sachetti, com perfil mais técnico que político, destaca a mudança de cultura da população rondonopolitana, como principal ação que conseguiu fazer no seu mandato. Conta que é contrário ao uso de chavões populistas, ao demonstrar repúdio à forma que seu antecessor Percival Muniz conduzia a prefeitura. "Não adianta fazer discursos populistas e, na hora dos atos, dar tratamento diferenciado a cada cidadão", disse o republicano, ao se referir a privilégios concedidos a determinadas pessoas em detrimento de outras.

  Segundo ele, os típicos governantes querem ser populares, mas ao mesmo tempo não pensam na população de modo geral. "Em Rondonópolis, por exemplo, quem mais produziu casas populares?", enfatiza o prefeito. Conta que, até agora, viabilizou a construção de 5 mil casas populares. "Nosso grupo político tem agido assim, do mesmo modo que o governador Blairo Maggi vem agindo".

   Reeleição

   O prefeito diz que pretende contar com o apoio do PSDB na disputa deste ano. "Quero muito o PSDB com a gente". Adianta que vai conversar com o pré-candidato tucano e ex-governador Rogério Salles. Ignora, porém a dobradinha feita entre o PSDB e o PMDB em Cuiabá e Rondonópolis - leia mais aqui. Segundo ele, não há nexo misturar Cuiabá com Rondonópolis. Lembra que dois tucanos já fizeram parte da sua administração, sendo eles Gastão de Matos, que deixou a secretaria de Administração para disputar uma vaga de vereador, e o atual secretário de Agricultura e Pecuária, Adão Hipólito Garay, também tucano. (Pollyana Araújo)

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Comentários (8)

  • Cesar Oliveira | Quarta-Feira, 31 de Dezembro de 1969, 20h00
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    Não é tapinha é chute

    Esse negócio de racismo é pura bobagem entre tantas bobagens que Seaquiete fala. Ele diz que faz e acontece, ma quase nada ele fez para o povo com os recursos da prefeitura. o terceiro maior orçamnto do Estado. Aliás fez: aumentou o repasse da Câmara Municipal, que no seu mandato tem apenas treze veradores, enquanto no mandato do prefeito antigo eram dezessete e o repasse era menor. Explique essa Saquethi.

    Agora as portas da eleições elevem com essa de racismo. Toda Rondonópolis fala que ele não gosta de pobre. E ele nunca deu demonstração ao contrário. Ele aumentou os impostos, água, expulsou das ruas quem trabalhava honestamente, sofistificou o atendimento em seu gabinete e muito mais. Isso é governar sem dar tapinha, mas é governar chutando o povo.

  • Osmar | Quarta-Feira, 31 de Dezembro de 1969, 20h00
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    Por causa da arrogância e da prepotência do prefeito Sachetti os partidos não estão querendo coligar com o PR nessa eleição de Roo, todos tem medo da impopularidade do prefeito que não atende ninguém no seu gabinete, o Sachetti está colhendo o que plantou e tudo indica que ele sofrerá uma derrota histórica para Zé do Pátio com mais de 60% de diferença.

  • Pedro Paulo | Quarta-Feira, 31 de Dezembro de 1969, 20h00
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    Uelton fagundes fala pro Siakéti parar de Moaggi.

  • Thiago De Rosa | Quarta-Feira, 31 de Dezembro de 1969, 20h00
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    Ei, Sachetti, a tua hora vai chegar. Djá djá vai tá looondje da prefeitura

  • Eduardo Oliveira | Quarta-Feira, 31 de Dezembro de 1969, 20h00
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    OOOO Meu Deus.... Coitadiiiinho do Sachetti!! Só por que ele tem olho azul!!! Pra cima de moi não Sachetti. Todos sabem que suas empresas estavam falidas e hoje sabemos como elas estão. Um Abraço pra você e até 5 de outubro

  • Miguel | Quarta-Feira, 31 de Dezembro de 1969, 20h00
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    Sachettinho meu filho nao fica triste não, tem tanta gente querendo ter um olho AZUL, imagine uma prefeitura então !!! Olho gordo é pior que olho AZUL hein Percival ... até porque olho azul em pior das hipoteses vira uma tremenda B...... !!!!

  • Pedro | Quarta-Feira, 31 de Dezembro de 1969, 20h00
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    Melhor tapinha nas costas do que virar as costas, e é isso que faz e fez essa turma de botinudos, eles governam para meia dúzia de apadrinhados do poder, esses apadrinhados realmente não precisam de tapinha nas costas, eles recebem todo bônus da administração, o ônus fica para o resto da sociedade (é assim mesmo que eles classificam resto).
    Basta, chega, dia 05 de outubro vamos dar o troco neles, é preferível um tapinha nas costas que virar as costas.

  • Cesar de Oliveira. | Quarta-Feira, 31 de Dezembro de 1969, 20h00
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    O HOMEM DOS OLHOS AZUIS.

    Quero perguntar para o Seaguetti: desde quando gente de olhos azuis é discriminada nesse país? Ai! Se o grande Gilberto Freire estivesse vivo e ouvisse tamanha aberração.

    O Seaquetti pode entender bem de números. Sendo assim é bom se conscientizar, pois de antropologia e política ele é zero a esquerda. Pelo que consta os deputados Percival e Zé do Pátio reunem algumas características para serem discriminados. Por exemplo: Um deles é mulato o outro é quase; um deles é baiano o outro é quase. E só não são porque não são pobres. Mas, mesmo assim não trazem esse tema para o campo do debate.

    Com essa declaração Seaquetti deu uma demonstração de que realmente não gosta de pobre. Alíás! Pobre para ele é para ser usado, agora na época de eleições, para depois delas serem chutados.

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