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Domingo, 11 de Novembro de 2007, 22h:05 | Atualizado: 26/12/2010, 12h:19

EDUCAÇÃO

Médici e Liceu Cuiabano ficam entre as piores

   Dez alunos do 3º Ano do ensino médio da escola estadual Liceu Cuiabano e outros 10 do Presidente Médici se submeteram a um teste junto com estudantes da rede pública de todas as capitais brasileiras. Eles foram reprovados nas questões de Português, Matemática, História, Geografia e Redação de tal modo que colocaram as duas instituições como as detentoras das piores notas. Assim, o Médici e o Liceu Cuiabano, escolas tradicionais da capital mato-grossense, apareceram com as piores médias: 1,1.

   O Provão do Fantástico, revista eletrônica da Rede Globo, dedicou uma reportagem de 8min06seg neste domingo (11). Ao todo, foram selecionados 270 alunos das 27 capitais, incluindo o Distrito Federal. Conclui-se que esses estudantes do chamado terceirão estão despreparados para o vestibular com vistas ao ingresso em curso superior. O nível é caótico.

      Veja a reportagem, clicando na imagem  abaixo e veja aqui o resultado completo.

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Comentários (10)

  • Matheus Azevedo dos Santos | Segunda-Feira, 04 de Fevereiro de 2013, 17h02
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    Em minha opinião esses comentários caluniosos em relação ao Liceu Cuiabano são desnecessários. Toda instituição de ensino, seja ela tradicional ou não, conta com alguns seres (alunos) indesejáveis que mancham a imagem da instituição. Nem por isso toda a escola deve "pagar o pato"!

  • joelma pontes | Quarta-Feira, 31 de Dezembro de 1969, 20h00
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    Olá. Eu li os comentários acima e não quero entrar no mérito da vida particular de alunos. Só que, nós devemos analisar de que forma foram escolhidos esses alunos. É simples dizer que o Estado é ineficiente na educação, mas, "peralá". Será que esses alunos são os que se preocupam com os estudos? Será que eles são aqueles que produzem no dia-a-dia na sala de aula?
    Não quero defender o Estado "o estado Blairo Maggi e sua cúpula", mas, o nosso território que possui tantos alunos capazes de passar por qualquer avaliação, até mesmo a do Enade! Temos que eleminar esse vício de que aluno de escola pública é "desinteligente"! (prá não dizer o contrário).

  • André Barcelos | Quarta-Feira, 31 de Dezembro de 1969, 20h00
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    Saudades daquela educação querida!

    Domingo à noite com chuva. Nada melhor do que ficar em casa com pernas para o alto, assistindo à televisão. Isso até ver que o tema do próximo bloco do programa seria EDUCAÇÃO, o qual exibiria o resultado de uma pesquisa sobre desempenho escolar. Fiquei ainda mais apreensivo quando vi que o exame foi realizado em âmbito nacional o que culminaria, pensei, em críticas ao meu Estado. Começou a matéria e, com ela, as “bombas”. As notas revelam um Brasil que não sabe interpretar um texto nem realizar as operações elementares da matemática. Um Brasil que não sabe ler tampouco escrever. Mas a matéria seguia e, até aquele momento, nada se falara de Mato Grosso. Mostraram uma escola do Nordeste com a pior nota de português e uma outra, do Sul, com a pior de matemática. Confesso que, por instantes, mesmo diante daquele quadro, pude sentir certo alívio, afinal, meu Estado estava fora da lista. Sentimento nada nobre, confesso. Egoísta, aliás. Mas é nessas horas que vestimos a “camisa” não é mesmo? Entretanto, o alívio foi embora e, num segundo, voltei à realidade, a qual fora tantas vezes demonstrada em tantas outras pesquisas. O nosso Estado não só figurava na lista como também tinha posição de destaque. Melhor ainda, dobradinha digna daquelas das escuderias da Fórmula Um, que se sagram campeãs da competição: eleitas as duas piores escolas, Liceu Cuiabano e Presidente Médici, duas das mais tradicionais instituições de ensino de nossa capital. A chuva virou uma tempestade.
    Estudei no Liceu Cuiabano, onde concluí o meu 2º grau, hoje ensino médio. Lembro-me com carinho daquele lugar. Lugar de grandes homens e grandes mulheres. De pessoas que fizeram e continuam fazendo algo por nossa sociedade. E é este um dos motivos da minha tristeza e indignação: ver o nome, a história de um lugar como aquele naquela posição da pesquisa.
    É triste ver como o nosso ensino e suas instituições são tratadas em Mato Grosso. E não adianta dizer que investimentos foram feitos ou que os recursos destinados à educação aumentaram. Hoje queremos ver resultados. Acordei insultando todas as gerações de nossos governantes e dos responsáveis pela administração da nossa educação.
    Mas, como diria o velho ditado: “Nada é tão ruim que não possa piorar.”
    Manchete do Jornal Hoje: “Troca de socos vira diversão de estudantes em MT! Não bastasse o nome do Estado, lá estava novamente o do Liceu Cuiabano.
    Mas a notícia do almoço acabou suscitando alguns questionamentos: Qual o papel do estudante em tudo isso?
    Dias atrás, mais de mil estudantes reunidos na Praça Alencastro reivindicavam o direito ao passe livre irrestrito. Discussões acaloradas, estudantes batendo no peito, gritando, dizendo que os impediam de estudar.
    Mas será que estes mesmos alunos estariam dispostos a sair às ruas para exigir uma educação de qualidade? Será que estes mesmos alunos estão dispostos a encarar o fato de que, para que haja uma melhora significativa no resultado das pesquisas (na qualidade de nosso ensino) não bastam somente bons professores, boas instalações, mas sim DEDICAÇÃO por parte dos mesmos? Ouso dizer que a maioria não quer mudanças, pois isso resultaria na reprovação daqueles que nada querem com coisa alguma. Pois isto implicaria em trabalho, em disciplina, e mesmo em dedicar horas de seu “lazer” para estudos extra-escolares. Em regra, o aluno de nossa capital não quer estudar. Ele quer “passar de ano”. Para a maioria destes estudantes, professor bom é professor “bonzinho”, que conta piadas em sala de aula, é professor que aprova, independentemente se o aluno sabe ou não a matéria. Enquanto que os profissionais preocupados com a situação são expulsos (literalmente) das salas de aula pelos mesmos alunos. O pior é que o Estado adora os profissionais “bonzinhos”, que fazem os índices de aprovação ir às alturas, e o nome do Estado (leia-se Município também) aparecer bonito na foto, principalmente em época de eleição. E pena dos profissionais que se dedicam, por terem de se adaptar ao “mercado” porque, apesar do salário infame, é este que coloca comida no prato.
    O sistema público de ensino deveria ser o norte, o elemento organizador da educação num país. O problema é que no Brasil esse papel se perdeu, em especial, no ensino fundamental e médio. E isso só muda quando entendemos a importância que a educação tem para a constituição de uma sociedade.
    Precisamos mudar, precisamos cobrar. Precisamos avaliar nossa conduta como estudantes, como professores, como governantes. Não podemos tampar o sol com a peneira, precisamos encarar o problema apontado pela pesquisa e buscar a melhora do nosso ensino, resgatar a história de sucesso de nossas instituições.
    Ah... que saudade tenho daquela educação querida!

    André Barcelos
    Presidente do Centro Acadêmico da Faculdade de Direito da UFMT

  • Antonio Carlos Cuiabano | Quarta-Feira, 31 de Dezembro de 1969, 20h00
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    Esses serão os futuros academicos da UNIC.

    Falculdade de truco e casa de shows.

  • humberto de campos | Quarta-Feira, 31 de Dezembro de 1969, 20h00
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    a educação começa em casa,a escola complementa.

  • anderson | Quarta-Feira, 31 de Dezembro de 1969, 20h00
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    Parabéns ao governador, ao pessoal da Seduc e do Sintep. Enquanto um fica fazendo cera e os outros política, os nossos estudantes patinam no bê-a-bá e na tabuada. Mas todo mundo sabe cantar o hino de Cuba e acha o MST um barato. Ah!, quase esqueço. Eles avaliam que o PCC é problema social, saca? O importante não é aprender a ler, escrever e outras operações básicas. O negócio é relativizar.
    Parabéns governador! Parabéns Seduc! Parabéns Sintep. Vocês salvaram nossa semana...

  • ANDREIA TEICHEIRA TURRA | Quarta-Feira, 31 de Dezembro de 1969, 20h00
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    VCS PODERIAM FAZER UMA REPORTAGEM A RESPEITO DA ESCOLA LICEU CUIABANO, PASSO NA AV. GETÚLIO VARGAS TODOS OS DIAS E O QUE POSSO OBSERVAR NESSA ESCOLA É QUE OS JOVENS NÃO ESTÃO INDO LÁ P/ ESTUDAR, MAS SIM PARA NAMORAR, PORQUE É VISÍVEL O AGARRAMENTO DENTRO DO PÁTIO DA ESCOLA.ACHO Q A ESCOLA DEVIA SER MAIS ENÉGICA QTO A QUESTÃO DISCIPLINAR, NAO Q ISSO SEJA FEIO, OU PROIBIDO, MAS TEM SEU LUGAR E SUA HORA.

  • FRANCISCO BAYMA | Quarta-Feira, 31 de Dezembro de 1969, 20h00
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    SINCERAMENTE ME SINTO INDIGNADO E DIGO AINDA QUE ALEM DO PODER PÚBLICO TOMAR AS PROVIDENCIAS NECESSÁRIAS PRA MUDAR ESTA SITUAÇÃO VEJO UM PERCENTUAL DE RESPONSÁBILIDADE DOS PROFESSORES NESTES RESULTADOS.
    CREIO QUE FALTAM MAIS DAR MAIS SANGUE E AMOR PRÓPRIO PARA ESTA CLASSE OS MESMOS SÓ FICAM FELIZES COM DINHEIRO NO BOLSO A DEDICAÇÃO E COMPROMISSO DESTA CLASSE HOJE EM DIA DEIXA A DESEJAR.
    BAYMA

  • Suzanna Auxiliadora | Quarta-Feira, 31 de Dezembro de 1969, 20h00
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    Hoje cedo conversei com um amigo que estava indignado com essa reportagem, me contou uma idéia que aprovei na íntegra. É assim: Deve ser criado uma lei para que todos os servidores públicos, gerentes, coordenadores, diretores, superintendentes, presidentes, secretários, vereadores, deputados, prefeitos, governador e todos os diretores do Sintep, matriculem seus filhos na escola pública. Se existir esse lei tudo será diferente, porque uma coisa só da certo se vc acreditar nela, agora, se meu pensamento é que escola publica é apenas para os filhos de minha empregada e lá nem os filhos dos professores e do diretor estudam, então é o caus na educação.

  • MEDEIROS | Quarta-Feira, 31 de Dezembro de 1969, 20h00
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    SERIA DE INTERESSE PUBLICAR AS QUESTÕES DA PROVA...

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