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Sexta-Feira, 23 de Março de 2007, 01h:20 | Atualizado: 26/12/2010, 12h:15

ARTICULAÇÃO

Minha vaga não está à venda, diz conselheiro

  Spinelli se aposenta até meados de 2008, mas torce para compulsória ser ampliada para 75 anos    

    Prestes a completar 70 anos de idade, o conselheiro Ubiratan Spinelli afirma que conquistou 'lugar ao sol', torce para a aposentaria compulsória se ampliar para 75 anos e dispara em direção àqueles que já começam a se articular de olho em sua cadeira: "Minha vaga não está à venda e nem vou sair por agora. Quem estiver contando com isso vai ter de esperar".

    Ex-deputado, Tom Spinelli recorre à frase do ex-presidente da República e hoje senador Fernando Collor dee Mello (PTB-AL), que, sob pressão por causa das denúncias de corrupção, costumava repetir: 'O tempo é o senhor da razão'.  O conselheiro completa 70 anos em junho do próximo ano, condição que o empurra para a inatividade.

   O conselheiro, que ganha cerca de R$ 22 mil mensais e usufrui de uma série de privilégios, garante que não foi procurado por nenhum pretenso candidato ao cargo vitalício. Na sua avaliação, a cadeira de conselheiro (são sete ao todo) é concorrida porque "é um bom assento e todos querem conquistar um lugar ao sol". Oberva que a 'costura' precisa ter aval do governador, mesmo se tratando de vaga a ser indicada pela Assembléia Legislativa.

   Spinelli observa que, com o concurso público prestes a ser realizado para criação de vagas no Ministério Público de Contas, membros do Ministério Público passarão a ter direito também à disputa por cadeira de conselheiro. "Tudo vai depender de quem vai ser governador na época, pode ser o Blairo ou pode ser, por exemplo, Jaime Campos", comentou o conselheiro, para quem o governador tem poder muito forte na hora da definição de conselheiro do TCE.

   O conselheiro observa ainda que tramita um projeto no Congresso Nacional prevendo ampliação do direito à aposentadoria de 70 para 75 para ocupantes de cargos, como de conselheiro do Tribunal. Diz ter esperança desse projeto virar lei e entrar logo em vigor para, assim, permanecer ao menos mais três anos na ativa.

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