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Quinta-Feira, 06 de Março de 2008, 16h:47 | Atualizado: 26/12/2010, 12h:19

VARIEDADES

Ministério garante que Figueiredo não foi preso

 O secretário-executivo do Ministério das Cidades, Rodrigo Figueiredo, mato-grossense de Santo Antonio de Leverger, está sob investigação da Polícia Federal. Nesta quinta surgiram fortes boatos em Brasília de que ele teria sido preso num operação da PF. O Ministério das Cidades tratou de desmentir a notícia que ganhou repercussão nos bastidores. A assessoria de Figueiredo assegura que ele despachou normalmente no Ministério. Observa que Figueiredo não foi convocado nem para prestar depoimento na polícia.

   Ele é ligado ao deputado federal Pedro Henry (PP). No ano passado, uma gravação interceptada pela PF, que resultou na Operação Navalha e prisão de 40 pessoas acusadas de envolvimento em fraudes em obras públicas, revela um diálogo entre o ex-presidente do PP, deputado cassado Pedro Corrêa (PE), e Flávio Candelot, ex-diretor da secretaria de Política Urbana (hoje Ministério das Cidades). Na conversa, o ministro Márcio Fontes (PP) é citado e menciona os municípios de Sinop e Cuiabá. Figueiredo também surge como personagem da história.

   O ex-deputado repassa a Candelot orientações que Fontes teria lhe dado para facilitar a liberação de verbas públicas. Os recursos custeariam obra de saneamento básico em Sinop. Aliás, o prefeito sinopense Nilson Leitão (PSDB) chegou a ser preso na Operação Navalha, junto com seu ex-secretário Jair Pessini, sob acusação de desvio de licitação para contemplar a empreiteira Gautama e, em moeda de troca, receber R$ 200 mil de propina.

     Num dos trechos do diálogo, o ex-deputado cita Cuiabá: “Márcio falou na minha frente agora com o superintendente de Negócios, lá em Cuiabá". Conforme o relatório da PF, produzido em 19 de outubro, sobre o diálogo comprometedor entre Candelot e Corrêa, o nome de Rodrigo Figueiredo, também é citado, como espécie de apoio.

   Figueiredo é hoje um dos braços do ministro Márcio Fortes e chegou a conduz a pasta por alguns dias. Ele é filho de Milton Figueiredo (já falecido), que foi deputado estadual por três mandatos (66/74) e federal por duas vezes (79/87).

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Comentários (6)

  • Paulo Mattos | Quarta-Feira, 31 de Dezembro de 1969, 20h00
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    Não conheço esse Figueiredo, aliás, nunca tinha ouvido falar nessa personalidade. Mas me pergunto e pergunto aos internautas que navegam placidamente neste melhor blog da cidade: para que prender um homem como esse Figueiredo, se não há um formulação contundente de culpabilidade de seu eventual envolvimento nessas falcatruas que acontecem diariamente no governo Lula ? Só para aparecer na televisão, nos jornais, nas rádios e em todos os meios de comunicação do país ? Só para se dizer que neste país, os corruptos são presos e algemados em rede nacional ? Pois é, mas me digam aí, quantos corruptos, de todas as operações sensacionlistas desencadeadas pela Polícia Federal, com a conivência e beneplácito do Ministério Público, encontram-se presos, condenados pela Justiça ? Em que prisão deste país, se encontram os Juízes, Ministros, Desembargadores, Deputados e outros que tais que foram presos nas Operações de nomes mirabolantes e que apareceram em rede nacional algemados, humilhados e tratados como verdadeiros bandidos ? O que foi feito dos processos realizados contra essas pessoas ? Seriam eles criminosos verdadeiros ou serviram apenas como bodes expiatórios para se produzir uma falsa sensação de aplicação da Justiça ? Francamente. Agora, vamos prender o Figueiredo. Vamos acionar a força tarefa da Polícia Federal, do Ministério Público, alugar um avião, um helicóptero, várias viaturas e vamos ao encontro do Figueiredo, triste Figueiredo. Vamos apresentá-lo algemado na televisão do Brasil e do mundo para que, no dia seguinte, após ele prestar o seu depoimento sobre os fatos de que é acusado, ser solto, "na moita" e nunca mais ninguém ouvir falar do Figueiredo. Ficará, no entanto, como os demais já citados, marcado com corrupto, bandido, criminoso, sem que ninguém, muito menos a Justiça Pública, sempre paquidérmica e inoperante, lhe propicie uma sentença, seja condenatória, seja absolutória. Só neste Brasil mesmo... Vergonhoso.

  • Ronaldo | Quarta-Feira, 31 de Dezembro de 1969, 20h00
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    Rodrigo está sendo acusado de ter falado no telefone que iria correr atrás dos processos que estão no ministério das Cidades.

    Tá ficando meio claro que estão é de olho no cargo dele!!! aí vem a PF, que quase não gosta de holofotes, que indicia um Secretário Executivo que está trabalhando... correndo atrás do processos... Se ele não fizesse isso...seria incompetente!! Como fez...agora é acusado de corrupção!!

    É o Brasil do PT!!! OU NÃO FAZ... OU ROUBA!!!

  • Carmem Lucia | Quarta-Feira, 31 de Dezembro de 1969, 20h00
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    Conheci a familia integra do Rodrigo, filho do ilustre Milton Figueiredo e esse menino nao coaduna com nenhuma pratica criminosa. Temos que separar o joio do trigo para depois acusar. Estamos vivendo em uma triste epoca em que todo mundo que trabalha no Poder Legislatico ou no Executivo ou no Judiciario virou ladrao.

  • Maria | Quarta-Feira, 31 de Dezembro de 1969, 20h00
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    A Polícia Federal a cada grande operação negocia um grande aumento salarial. Pobre daqueles que servem de bode expiatório. Na revista Isto é diz que Rodrigo Figueiredo, compromete-se a "correr atrás" de um processo de interesse de um município da BA. Nós servidores públicos temos por obrigação servir à sociedade, "correndo atrás" de tudo que nos compete. A irresponsabilidade tomou conta das autoridades policiais, todos são colocados no mesmo balaio. Tenho certeza que estamos diante de mais uma vítima de sensacionalismo barato que assola este Brasil.

  • Jussania Dias Moura | Quarta-Feira, 31 de Dezembro de 1969, 20h00
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    Isso é irresponsabilidade. Uma pessoa leva a uma vida inteira e mais a vida de seus antecedentes para construir um nome, uma arvore genealógica de gente decente de caráter, e em um minuto a ganância o desrespeito a honra a dignidade e aos bons princípios jogam por terra todo o trabalho de uma vida.O trabalho investigação deixou de existir,escolhe-se a vítima, cria-se o indício convoca-se a imprensa e o mocinho prende o bandido. The End.O mundo assiste, e ele terá o seu curriculo manchado para sempre.e Viva a democracia

  • julio augusto de oliveira soares | Quarta-Feira, 31 de Dezembro de 1969, 20h00
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    Quando na minha infância e juventude tive a honra de privar da companhia do saudoso dep.Milton figueredo e sua família que a vários anos perdi contato.mais com o ilustre legislador aprendi a amar mais ainda as terras de Rondon, e o seu legado de honra tenho certeza que seu filho Rodrigo não deixaria conspurcar pelo belo exemplo do seu pai.

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