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Terça-Feira, 16 de Outubro de 2007, 08h:05 | Atualizado: 26/12/2010, 12h:19

ARTICULAÇÃO

MPE "cola" no Executivo e engorda orçamento

   Sob Paulo Prado, o Ministério Público Estadual nunca esteve tão contemplado pelo Poder Executivo como agora. De um orçamento anual hoje de R$ 138,2 milhões, o MPE saltará para R$ 142,9 milhões no próximo ano, um aumento de 3,3%. Em 2005, assim que Prado assumiu a Procuradoria-Geral de Justiça de Mato Grosso, o repasse não chegava a R$ 100 milhões.

    A boa relação institucional do governo Blairo Maggi com o procurador-geral parece ter intimidado algumas ações do MPE. A campanha contra o nepotismo é um exemplo. Promotores de Justiça têm fechado o cerco contra prefeitos, presidentes das câmaras municipais e outros detentores de mandatos eletivos. Já quanto ao governador Maggi, que desde 2003, quando assumiu o Palácio Paiaguás, mantém a esposa Terezinha no cargo de secretária, não vê o mesmo despreendimento. Maggi, inclusive, já mandou recado ao MPE, ao dizer que não aceita tirar a esposa do primeiro escalão do governo.

   Sobre esse assunto, Prado silencia. Assim, com a boa relação com o Executivo, ele conduz o seu mandato com orçamento cada vez maior. Isso o permite até comprar veículos Toyota, modelo Hilux, cabine dupla 4x4 SRV para a instituição, ampliar estrutura, construir novas promotorias no interior e contemplar servidores e membros do MPE com reajuste salarial e outros benefícios. Não é à-toa que virou "unanimidade" e foi reconduzido ao posto de procurador-geral de Justiça com chapa única.

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Comentários (13)

  • RODRIGO | Quarta-Feira, 31 de Dezembro de 1969, 20h00
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    É.......SAPO GORDO MERECE MERENDA GORDA

  • Willian | Quarta-Feira, 31 de Dezembro de 1969, 20h00
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    Infelizmete somente que é a favor do bando dos butinudos é que tem aumento em seus orçamentos.

    E a natureza? ninguem mais viu!!!

  • ELIFAS JOSE RIBEIRO | Quarta-Feira, 31 de Dezembro de 1969, 20h00
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    Domingo(15) de outubro assistindo à um programa "ponto de vista"houve um telespectador que perguntou se o senhor era filho de um cidadão muito conhecido em cuiaba e o senhor respondeu:
    "um do meu orgulho é ser filho dele"
    sinto muito dr paulo prado mas não esta parecendo!

  • carlos | Quarta-Feira, 31 de Dezembro de 1969, 20h00
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    Não vi por parte do Romilson a mesma indignação em relação ao orçamento dos outros poderes. Seria por causa da verba publicitaria disponivel? Enquanto estavam escrevendo essa matéria no mínimo estranha as hilux tanto criticadas estavam sendo utilizadas no desmonte do jogo do bicho em mt. Isso não pode ser considerado jornalismo.

  • Pedro | Quarta-Feira, 31 de Dezembro de 1969, 20h00
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    ...Ministério Público? Que Ministério Público?

  • jussara | Quarta-Feira, 31 de Dezembro de 1969, 20h00
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    É UMA PENA O DR.PAULO PRADO TER JOGADO TODA A SUA REPUTAÇÃO E A DO MINISTÉRIO PUBLICO NO RALO.NINGUÉM ACREDITA MAIS NO MIN.PUBLICO DEPOIS DESSA GESTÃO.CADÊ O GAECO,CADÊ AS AÇÕES CONTRA OS DESMANDOS COMETIDOS NA SEMA DESDE MOACIR PIRES,CADÊ AS AÇÓES CONTRA AS LICITAÇÕES"SUSPEITAS"DA SEJUSP.SETEC,SEC DE SAÚDE,SEC.DE EDUCAÇÃO,INTERMAT.ETC....TUDO FOI ESQUECIDO POR CONTA DO AUMENTO DOS RECURSOS...ESTAMOS MUITO TRISTES PORQUE O MIN.PÚBLICO SEMPRE FOI A NOSSA ÚNICA ALTERNATIVA CONTRA AS INJUSTIÇAS,CORRUPÇÃO...É UMA PENA DR. PAULO QUE O SENHOR TENHA ESQUECIDO A SUA HISTÓRIA

  • jorge maciel | Quarta-Feira, 31 de Dezembro de 1969, 20h00
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    É curioso observar que, às custas de transferências de verbas generosas -- ou gordas como diz o texto -- os poderes se entndem, tornam-se uma espécie de cúmplices, em detrimento à população. O Legislativo, nacional e historicamente, é subserviente ao Executivo e o Judiciário, paulatinamente, vai se enquadrando. No meio dessa trança, a população que fica orfã e vê os que têm poder se contemplarem - mutuamente. Coitados de nós!!!!

  • Amado Amador | Quarta-Feira, 31 de Dezembro de 1969, 20h00
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    Os jovens cavalheiros, os bons moços que defendiam a sociedade começaram a se prostituir bem cedo. Antes do tempo estão cansados e gordos como porcos cevados. Aliás, o Executivo sempre cevou o TJ a custa de suplementos orçamentários, e este Poder aceita por que possui ares de executivo, de cobrar tributos travestido de taxas, de construir prédios travestidos de levar “justiça” ao cidadão. Dado a sua natureza, o Judiciário nunca foi longe sem a ajuda do governador de plantão, aliás, a PGE, os defensores do estado, debocha dos gordinhos de toga pois sabem que seu trabalho é facílimo por conta da voracidade do agora, da miopia das pretensões dos defensores do povo, seja do MPE, seja do Judiciário (e nem falamos em Legislativo).

  • joao carlos | Quarta-Feira, 31 de Dezembro de 1969, 20h00
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    enfim....... um blog com coragem de mostrar no que virou o saudoso MP. saudes Dr. Jacob

  • Renato Orlandir da Cunha | Quarta-Feira, 31 de Dezembro de 1969, 20h00
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    Quem investiga o MP? Estou fazendo uma monografia sobre o papel das instituições judiciárias, suas atribuições e quem deve fiscaliza-las, com o objetivo de avaliar a eficiência de tais instituições. Eu diria que no caso das queimadas autorizadas por um secretário de Estado há nítido propósito de facilitação do dano ambiental para determinado segmento econômico. Foi preciso um juiz federal solicitar a apuração das responsabildiades. Neste caso, haveria aí uma omissão por parte do MP?

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