Últimas

Segunda-Feira, 20 de Julho de 2009, 23h:21 | Atualizado: 26/12/2010, 12h:23

CONFRONTO

MT não é fazendão, cutuca Jayme sobre o governo Maggi

  Jayme Campos disparou críticas, na entrevista concedida em Barra do Garças na semana passada, não apenas a seu primeiro-suplente no Senado Luiz Antonio Pagot, mas também ao governador Blairo Maggi (PR). Em verdade, ele se mostra frustrado pelo fato de sua pré-candidatura ao Palácio Paiaguás não ter apoio nem de Pagot e nem de Maggi. Desde 2002, eles estiveram no mesmo palanque, apesar de, nos bastidores, conviverem sob divergências e tiroteios verbais. Maggi faz campanha pela candidatura do vice-governador Silval Barbosa (PMDB). Já Jayme ensaia projeto majoritário e, ao mesmo tempo, admite levar o DEM a apoiar o nome do prefeito cuiabano Wilson Santos (PSDB), seguindo a tendência de aliança nacional.

----------------------------------------
"Acima de Blairo Maggi está povo de MT,
que não é um fazendão que tem capataz"
----------------------------------------

  Perguntado pelo repórter Ronaldo Couto se no pleito de 2010 estará no mesmo palanque do governador Maggi, Jayme Campos considera essa hipótese difícil e mandou recado. Disse que se a turma da botina, grupo ligado a Maggi, quiser vir com ele, tudo bem. Depois, disparou sua metralhadora verbal: "Acima de Blairo Maggi está o povo de Mato Grosso, que não é fazendão que tem capataz. MT é livre, democrático. Vivemos num país em que a expressão (liberdade) é  permitida", diz Jayme, que se elegeu senador com apoio do próprio Maggi.

    O parlamentar afirma que "sempre fez política com o povo". "Aqueles coronéis que acham que são donos de MT podem ter certeza de que não estão comigo", comentou Jayme, que foi governador, prefeito de Várzea Grande e é considerado cacique político. O curioso é que, mesmo com críticas duras contra a administração Maggi, Jayme não decreta rompimento político. Quando questionado sobre a posição dúbia, joga culpa na bancada do DEM na Assembleia, governista de carteirinha, motivada a manter tudo como está para não perder as várias indicações de apadrinhados políticos na administração estadual.

--------------------------------------------------------------
Veja no play a bronca de Jayme sobre o governo Maggi

Postar um novo comentário

Comentários (17)

  • Cirelene Candia | Quarta-Feira, 31 de Dezembro de 1969, 20h00
    0
    0



    NEM FAZENDÃO E MUITO MENOS BANANAL..........SENHOR SENADOR!!!!!!!!!

    CAPOS ???????NEM PENSAR MAIS!!!!!!!!

  • lauro v. s .p. medina | Quarta-Feira, 31 de Dezembro de 1969, 20h00
    0
    0

    QUANTA INGRATIDÃO., QUANDO O BLAIRO PEGOU O ESTADO., ESTAVA EM PETIÇÃO DE MISERIA (APESAAR DE SER UM ESTADO RICO COMO FICOU PROVADO PELA ADMINISTRAÇÃO
    DOS BOTINUDOS0) ESTADO ESTAAVA EM INSOLVENCIA , POIS TEVE QUE INCLUSIVE ACABAR COM A COMPANHIA DE DESENVOLVIMENTO., SALARIOS ATRASADOS.,
    AGORA QUE O ESTADO ESTA REDONDO COMO
    SE DIZ, VEM OS MESMOS ABUTRES QUERENDO
    ACABAR NOVAMENTE COM O DESENVOLVIMENTO CRIADO PELO GOVERNO
    DO SR. BLAIRO MAGGI., ESPERO COMO CIDADÃO QUE OS CAMPOS NUNCA MAIS.,
    FAZENDÃO SÃO AS FAZENDAS QUE OS CAMPOS
    ADQUIRIRAM APOS ENTRAR NO GOVERNO E QUE NÃO SÃO POUCAS NÃO!
    ESTE ESTILO DE POLITICO TEM QUE SER SEPULTADO JUNTO COM O SANEY E COMPANHIA LIMITADA.

    QUEREMOS UM MATO GROSSO NOVO SIM, MAS
    NÃO NOS METODOS DO SENADOR JAIME E SUA TURMA.

  • J Carlos | Quarta-Feira, 31 de Dezembro de 1969, 20h00
    0
    0

    Mt não é fazendão e nem curral de coronel...

  • Paulo | Quarta-Feira, 31 de Dezembro de 1969, 20h00
    0
    0

    O engraçado é que eu ouvi do próprio Jaime, na época em que o Walter Rabello ainda estava na frente das pesquisas pra prefeito de cuiabá, a seguinte frase, vamso ver quem consegue transferir mais votos eu ou o Maggi e disse aindavamos ver quem tem o maior curral eleitoral, todos sabemos o final da história, o Rabello não conseguiu nem ir para o segundo turno e o Mauro Mendes, um desconhecido, teve mais de trinta porcento dos votos validos.

  • GONÇALO BENTO DA SILVA | Quarta-Feira, 31 de Dezembro de 1969, 20h00
    0
    0

    QUE PENA O SENADOR ACHAR QUE O POVO É ESQUECIDO.
    O QUE O SENHOR ENQUANTO SENADOR TEM FEITO PELA SUA CIDADE NATAL VÁRZEA GRANDE A QUAL GOVERNOU POR TRES MANDATOS, UMA CIDADE QUE PAROU NO TEMPO POR DOZE ANOS. ASFALTOS FEITO NA SUA GESTÃO DE PÉSSIMA QUALIDADE, SEM REDE DE ESGOTO.
    NÃO ESTOU AQUI DEFENDENDO PAGOT, MAS ACHO QUE DEVERIA IR TRABALHAR SENADOR, COMO QUERER GOVERNAR NOVAMENTE MATO GROSSO DESSE JEITO.
    AOS LEITORES DO RDNEWS, ATENTEMOS, PRA RENOVAÇÃO JÁ EM TODAS AS INTÂNCIAS DO PODER, ATÉ QUANDO ESSES SENHORES VÃO PERMANECER, FINGINGO QUE FAZ ALGO PELA NAÇAO E POVO VINGE QUE NÃO É COM ELE.
    OBRIGADO PELA OPORTUNIDADE,
    SENHOR JAYME CAMPOS POR FAVOR VÁ FAZER ALGO PELO ESTADO, PARE DE PICUINHAS

  • RONEI DUARTE | Quarta-Feira, 31 de Dezembro de 1969, 20h00
    0
    0

    Quem tomou as medidas administrativas duras e antipáticas para sanear o estado de Mato Grosso foi o estadista e ex-Governador Dante de Oliveira durante os 08 anos do seu governo.
    A implantação do MT no sistema nacional de energia elétrica com estabelecimento dos linhões para as cidades da região norte(Sinop.Colider,Alta Floresta,Peixoto etc) é um exemplo. A reforma administrativas acabando com os enormes cabides de empregos, criação dos planos de carreiras e salários dos servidores públicos estaduais,o refinanciamento da dívida do estado com a União, a construção da usina de Manso são alguns outros exemplos. Portanto,Blairo Maggi já encontrou o estado devidamente estruturado e com as contas públicas equilibradas para continuar seu desenvolvimento e administrar o fazendão.

  • bomdepapo | Quarta-Feira, 31 de Dezembro de 1969, 20h00
    0
    0

    Engano seu colega, você foi enganado, Dante de Oliveira não deu nenhum plano de cargo de salario e sim tirou o nosso adicional por tempo de serviço e ao inve´s de sálario criou o subsidio; isso seguinifica que ficou pior ele tirou o Adicional que era vinte por cento em cima do seu salario bruto dando um pequeno aumento para os funcionarios. Plano de cargo, Saude para os funcionarios quem deu foi o Gov. Blairo Maggi.

  • ADRIANO | Quarta-Feira, 31 de Dezembro de 1969, 20h00
    0
    0

    SENADOR VÁ TRABALHAR, VAI PROCURAR O QUE FAZER.

  • CARLOS | Quarta-Feira, 31 de Dezembro de 1969, 20h00
    0
    0

    SEU JAYME CAMPOS SUA VEZ JA FOI DEIXA QUEM QUER TRABALHAR QUEM FEZ POR MATO GROSSO ATÉ HOJE FOI O GOVERNADOR MAGGI TENHO UMA CASA GRAÇAS A ELE PORQUE EM SEU TEMPO NEM HOSPITAL VC FEZ PRA MATO GROSSO MEU PAI FALO QUE A POLICIA ATRASO O SALARIO VAI DISCANÇAR UM POUCO DE QUEM QUER TRABALHAR

  • RONEI DUARTE | Quarta-Feira, 31 de Dezembro de 1969, 20h00
    0
    0

    Caro amigo Bondespacho!
    como afirmei anteriormente, foram medidas administrativas antipáticas especialmente para o servidor público atingido,como parece ser o seu caso. Porém,foram atos moralizadores dos gastos públicos, realizado de baixo para cima, atingindo inclusive os salários dos desembargadores,secretários,Deputados estaduais, que não podem mais ganhar acima do Governador do Estado. Repito Blairo Maggi recebeu as contas do estado devidamente saneadas e com todos os salários dos servidores públicos pagos em dia. Realmente,algumas categorias de servidores por intransigência das suas representações classistas deixaram de ter seus PCS. é também inquestionável as obras estruturais realizadas pelo Governo Dante de Oliveira Quanto ao MT Saúde entendo que esse já nasceu nati-morto. Em relação ao governo Blairo Maggi, que durante esses 07 sete anos não teve sequer uma simples oposição na Assembléia Legislativa,não fez mais porquê não quiz espaço,oportunidade política e economia estável não lhe faltaram! Inclusive por ser base aliada do Governo Federal,tendo todos os Senadores e deputados federais do Estado ao seu lado. É incompreensivel verificar que ficaram emperrados projetos tais como: Ferronorte,Porto seco de Cáceres,Zona de livre Comercio de Cáceres, a saída para o Pacífico,reforma agrária no estado, Hospital Regional de Cuiabá etc...projetos essenciais para o desenvolvimento do estado.

Apoiado por deputados bolsonaristas

jose medeiros 400 curtinha   Um dos vice-líderes do Governo Bolsonaro na Câmara, o deputado José Medeiros (foto), do Podemos, vem recebendo apoio na disputa ao Senado de vários parlamentares bolsonaristas. O chamado núcleo duro do presidente no Congresso Nacional está com Medeiros, entre eles os deputados...

Justiça barra ficha suja em Poconé

clovis martins 400   A Justiça Eleitoral barrou em Poconé o ex-prefeito Clovis Damião Martins (foto), considerado ficha suja. Está inelegível por oito anos. Filiado ao PTB, ele foi condenado pelo TCU por irregularidade insanável que configura ato doloso de improbidade administrativa. Enquanto...

3 estão fazendo pesquisa em Cuiabá

Três institutos de pesquisa entraram em campo na capital nesta semana para levantar as intenções de voto para prefeito. São eles: Malujoa Comunicações, que geralmente divulga os resultados no site Olhar Direto; a Voice Pesquisas e Comunicação, do site Midianews; e Real Time Big Data. A Voice poderá tornar públicos os números apurados da pesquisa a partir de segunda (26), enquanto os outros dois estão autorizados...

Marino enaltece Leitão para o Senado

marino franz 400 curtinha   O empresário e ex-prefeito de Lucas do Rio Verde, Marino Franz (foto), anunciou apoio a Nilson Leitão (PSDB) para o Senado. Disse que conhece o candidato tucano de longa data, desde quando este foi prefeito de Sinop e assegura que Leitão é preparado, representa muito bem a região e o...

Magali de fora em General Carneiro

magali vilela 400   A ex-prefeita de General Carneiro, Magali Vilela (foto), que se lançou novamente à disputa ao Executivo, foi barrada pela Justiça. Teve o registro indeferido, já que está inelegível por ter sido condenada à suspensão de seus direitos políticos em...

Kalil, ausência e críticas de educadores

gilmar ferreira 400 curtinha   O candidato a prefeito de Várzea Grande Kalil Baracat (MDB) não foi a um evento realizado pelo Sintep para apresentar suas propostas aos técnicos e professores da educação básica. A ausência e sem apresentar justificativa deixou professores na bronca. O sindicalista...