Últimas

Sexta-Feira, 15 de Agosto de 2008, 09h:31 | Atualizado: 26/12/2010, 12h:21

VALE A PENA RECORDAR

Na luta pela eleição, candidata brinca com números

  Entre alguns candidatos folclóricos que surgiram nas eleições de 2004 em Cuiabá, Valéria Cardoso (PP) foi uma das "roubaram" a cena com um estilo irreverente nas apresentações no horário político na TV. Prometeia lutar contra a exclusão social e na construção de um mundo mais justo. Não foi aprovada pelo eleitorado cuiabano. Obteve somente 379 votos. Abusando da criatividade, a candidata utilizou a sequência de 5 números 1 escolhida para ser seu identificador partidário. De forma teatral, os telespectadores assistiam Valéria dançar frente às câmeras, apontando os dois dedos indicadores sugerindo a representação da combinação 11.111. “Então você é tudo um. Número um. 11111”, dizia ela.

   A atitude da professora nascida no Rio de Janeiro, pode ser comparada com figuras lendárias que até hoje brigam por uma cadeira na Câmara Municipal de Cuaibá.  Hoje, quatro anos depois, Valéria está fora da disputa, mas outros "folcóricos" e já conhecidos dos eleitores permanecem na corrida eleitoral. Compadre Banga, Tenente Lara, Lucio Mandioca e Caça-Corrupto são candidatos a vereador. O teatro na TV prossegue.  (Vívian Lessa)

Postar um novo comentário

Comentários (4)

  • Paulo Nogueira | Quarta-Feira, 31 de Dezembro de 1969, 20h00
    0
    0

    De fato ela é mesmo uma candidata folclórica.

  • Paulo Campos | Quarta-Feira, 31 de Dezembro de 1969, 20h00
    0
    0

    Acima de folclórica, a valéria é uma excelente pessoa. Tive o prazer de conhecê-la pessoalmente na Secretaria de Assuntos Indígenas do Estado. Sempre sorridente, atenciosa e alegre, dedicava especial atenção aos índios que alí iam e notei que eles gostavam muito dela.
    Hoje, acredito, a Valéria deve estar dedicando seus serviços na SMTU, para onde foi convocada através de um concurso público. E essa mesma alegria, deve estar dispensando aos motoristas nas ruas, e espero que ao invés de multar (como a maioria só o fazem), faça primeiro o trabalho de orientação, e em caso de reincidência, aí sim considero justa a multa.
    Um abraço Valéria.

  • léo medeiros | Quarta-Feira, 31 de Dezembro de 1969, 20h00
    0
    0

    A GUARDA(?) QUE ESCREVIA POESIAS NO TRÂNSITO

    Toma nota
    placa a placa
    guarda números
    verdes, vermelhos, amarelos
    sinais fechados
    sinais abertos
    letras anotadas
    — literalmente uma literatura de esquina!
    Os motores carecem de poesia

  • léo medeiros | Quarta-Feira, 31 de Dezembro de 1969, 20h00
    0
    0

    Educar antes de Multar?

    No Brasil, o trânsito não é considerado um assunto importante como deveria ser. A sociedade como um todo, e também o poder público, muitas vezes encara o tema apenas pelo lado da multa. Em ano eleitoral multa-se menos, para ser mais simpático aos olhos do eleitorado. Em uma das principais avenidas da cidade de São Paulo, vê-se uma grande faixa com a seguinte frase: “educar antes de multar”, esta de um equivocado candidato a vereador que pretende sensibilizar os eleitores.

    Em primeiro lugar, uma autoridade de trânsito que tem constrangimento em multar não deveria ser autoridade de trânsito. É, também, oportuno lembrar que todo o processo educativo, necessariamente, deve conter limites e estes fiscalizados. Portanto, a obrigação legal de fiscalizar o descumprimento do Código de Trânsito Brasileiro, faz parte do processo educativo.

    Trata-se de uma inviabilidade e um desrespeito à lei, defender primeiramente o processo educativo que é permanente e não tem fim para só depois multar. Este tipo de marketing eleitoral contém um grave equivoco.

    Pela Constituição Brasileira quem legisla, privativamente, sobre o trânsito é a união e não o município. Este pode legislar complementarmente, sempre ancorado na lei federal. O que o legislativo municipal deve fazer é fiscalizar se o executivo local está cumprindo efetivamente a lei de trânsito. Aí, é oportuno lembrar que a não municipalização do trânsito de quase 90 % dos municípios brasileiros e não gastar em trânsito o que é arrecadado com multas, são dois exemplos de desrespeito à lei federal. Quanto a educar e multar, são duas importantes tarefas, que pela lei e pela lógica, devem ser concomitantes.


    Roberto Salvador Scaringella

Pode abandona Raye e pune Saggin

sandro saggin curtinha 400   Sandro Saggin (foto) amargou outra derrota em Barra do Garças. Inicialmente, seria candidato a prefeito pelo Podemos. Mas resolveu, por conta própria, levar o partido para uma coligação com partidos de esquerda que lançaram o ex-prefeito Paulo Raye, apoiado pelo PC do B, PT e Pros. A...

Ex-vereador recua para apoiar primo

divino 400 barra do bugres   Ex-vereador, ex-presidente da Câmara e empresário bem sucedido, Chico Guarnieri (PTB) não será candidato a prefeito de Barra do Bugres nas eleições deste ano. Guarnieri, que disputou a prefeitura em 2016, até ensaiou, mas recuou ao ver que o primo, pedetista Doutor Divino...

3 ex-prefeitos viram cabos eleitorais

percival muniz 400 curtinha   Dois candidatos de oposição em Rondonópolis têm ex-prefeitos como principais cabos eleitorais. O empresário Luiz Fernando, o Luizão (Republicanos), conta com apoio de Adilton Sachetti, que já comandou o município e perdeu na tentativa de reeleição, e...

3 candidatos competitivos em Sinop

roberto dorner 400   Apesar da "inflação" de candidatos a prefeito de Sinop, com cinco no páreo, a disputa tende a se acirrar mesmo entre o empresário Roberto Dorner (foto), do Republicanos e apoiado pela prefeita Rosana Martinelli (PL), o ex-prefeito e deputado Juarez Costa, que atraiu 10 partidos para o palanque, e o...

Ex-prefeito no páreo em Alta Floresta

robson silva 400 curtinha   Alta Floresta, uma das cidades pólos do Nortão, tem sete candidatos a prefeito. Um deles é Robson Silva (foto), empresário, ex-prefeito entre 93 e 96 e que concorre pelo MDB, mesmo partido do prefeito Asiel Bezerra, que está encerrando o segundo mandato e se tornou um dos principais...

Vice sinopense quer retornar à Câmara

gilson de oliveira 400 curtinha   O vice-prefeito de Sinop e apresentador de TV, Gilson de Oliveira (foto), resolveu concorrer a vereador, cadeira já ocupada por ele por dois mandatos, o primeiro pelo PSDB, entre 2005 e 2008, e, depois, pelo PSD (2009/2012). Foi candidato a deputado estadual duas vezes (2006 e 2010) e, como suplente da...

ENQUETE

facebook whatsapp twitter email

Você acha que o efeito-Bolsonaro terá impacto no resultado das eleições de novembro em MT?

sim - onda Bolsonaro continua

não - efeito não influencia mais

sei lá!

Não se trata de pesquisa eleitoral, mas de um mero levantamento de opiniões de leitores do RDNews e do Blog do Romilson, com participação espontânea dos internautas. Resultado sem valor científico.