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Sábado, 28 de Abril de 2007, 12h:21 | Atualizado: 26/12/2010, 12h:15

Artigo

Opção madura e responsável

     A consolidação de alianças sociais e políticas é um balizador da práxis do Partido dos Trabalhadores, consagrada em seu programa e estatutos desde sua fundação, em 1979. Reafirmado ao longo dos 27 anos de atuação, responde - em grande medida -, por sua inserção no movimento social, na opinião pública e no resultado eleitoral crescente.
     Os avanços e projetos que propomos ao Brasil e ao povo brasileiro são tarefas de um conjunto de forças sociais e políticas na visão do nosso partido. Aliás, é da natureza do PT a descrença no totalitarismo, no partido único, no governo monocrático. Constituímos um partido comprometido com a democracia representativa, com a liberdade, com a diversidade.
     Esses conceitos norteiam a nossa práxis política contemporânea, formam uma orientação madura e responsável para conduzir o governo que lideramos, e justifica nosso exercício no poder central do Brasil.
     O segundo mandato do presidente Lula é sustentado por uma coalizão de partidos. O governo federal não é exclusivo do PT, mas desse conjunto de forças da representação social real da sociedade brasileira, cujo amálgama é a aliança fundamental com a maioria do povo brasileiro.
     À exceção do PFL (Democratas), do PSDB e do PPS, os demais segmentos aderiram espontaneamente ao projeto de desenvolvimento econômico e social para o Brasil, deram sua contribuição para a incomparável vitória de Lula no 1º e no 2º turnos e são co-responsáveis pelo governo.
     Fortalecer a coalizão é construí-la, também, a partir das bases regionais e locais, com seus limites e capacidades e peculiares. Sem precipitações de entusiasmo ou ufanismo. Exige diálogo, reciprocidade, confiança, equilíbrio na solução de conflitos.
     O Diretório Regional do PT de Mato Grosso compreende a densidade deste momento político novo. No dia 10 de março passado, indicou o apoio parlamentar e a abertura de canais formais de diálogo do PT com o governador a fim de buscar as convergências para o melhor êxito das políticas públicas de largo alcance social - como o Programa de Desenvolvimento da Educação - e dos investimentos estruturantes do PAC.
     A consolidação de alianças sociais e políticas é um balizador da práxis do Partido dos Trabalhadores, consagrada em seu programa e estatutos desde sua fundação, em 1979. Reafirmado ao longo dos 27 anos de atuação, responde - em grande medida -, por sua inserção no movimento social, na opinião pública e no resultado eleitoral crescente.
     Os avanços e projetos que propomos ao Brasil e ao povo brasileiro são tarefas de um conjunto de forças sociais e políticas na visão do nosso partido. Aliás, é da natureza do PT a descrença no totalitarismo, no partido único, no governo monocrático. Constituímos um partido comprometido com a democracia representativa, com a liberdade, com a diversidade.
     Esses conceitos norteiam a nossa práxis política contemporânea, formam uma orientação madura e responsável para conduzir o governo que lideramos, e justifica nosso exercício no poder central do Brasil.
     O segundo mandato do presidente Lula é sustentado por uma coalizão de partidos. O governo federal não é exclusivo do PT, mas desse conjunto de forças da representação social real da sociedade brasileira, cujo amálgama é a aliança fundamental com a maioria do povo brasileiro.
     À exceção do PFL (Democratas), do PSDB e do PPS, os demais segmentos aderiram espontaneamente ao projeto de desenvolvimento econômico e social para o Brasil, deram sua contribuição para a incomparável vitória de Lula no 1º e no 2º turnos e são co-responsáveis pelo governo.
     Fortalecer a coalizão é construí-la, também, a partir das bases regionais e locais, com seus limites e capacidades e peculiares. Sem precipitações de entusiasmo ou ufanismo. Exige diálogo, reciprocidade, confiança, equilíbrio na solução de conflitos.
     O Diretório Regional do PT de Mato Grosso compreende a densidade deste momento político novo. No dia 10 de março passado, indicou o apoio parlamentar e a abertura de canais formais de diálogo do PT com o governador a fim de buscar as convergências para o melhor êxito das políticas públicas de largo alcance social - como o Programa de Desenvolvimento da Educação - e dos investimentos estruturantes do PAC.
     Neste contexto, recebemos o convite do governador Blairo Maggi para que o Partido dos Trabalhadores sele com seu governo uma aliança política e administrativa transparente, calcada nos mesmos princípios da aliança nacional. Não é simples adesão. Não apaga nossas diferenças e identidades. Trata-se da valorização das convergências programáticas, no compromisso solidário de honrar as melhores expectativas populares.
     Educação, para o Partido dos Trabalhadores, é prioridade em qualquer projeto político que tenha a nossa participação. Aí temos forte base social organizada, grande acúmulo de formulação, influência e gestão. Não é produto do acaso que a Senadora Serys, a Deputada Verinha e eu mesmo sejamos sujeitos de reconhecimento público.
     Confiar ao PT a gestão da educação demonstra que esta aliança é desafiadora. Tem de ser vigorosa e estratégica. Não é mera ação de governabilidade.
   

CARLOS ABICALIL é deputado federal por Mato Grosso

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