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Sábado, 21 de Julho de 2007, 15h:04 | Atualizado: 26/12/2010, 12h:16

INFRAESTRUTURA

Para procurador, governo federal mudou regra

    O procurador-geral da Prefeitura de Cuiabá e diretor-presidente da Sanecap, José Antonio Rosa, contestou as declarações da leitora Maria José. Ela afirmou, em matéria abaixo intitulada "Prefeito endurece diálogo e complica empréstimo", que Santos fora infantil e teria dificultado as negociações com o governo federal para obter recursos à Capital, diferente dos gestores Murilo Domingos (Várzea Grande) e Adilton Sachetti (Rondonópolis), que deixaram Brasília com verbas do PAC asseguradas.

José Rosa critica mudança na regra sobre contrapartida para obter recursos do PAC     "Na reunião, o prefeito Wilson Santos afirmou que o governo federal mudou a regra do jogo no meio do caminho. Isso foi feito por uma questão estratégica de só liberar dinheiro com contrapartida de 20%, o que dá um valor muito alto", contrapôs José Rosa, que estava presente nas duas reuniões na última quarta (18), uma na Casa Civil e a outra, mais tarde, no Ministério das Cidades. José Rosa afirma que o Município "não tem como fabricar dinheiro para bancar a contrapartida". Para ele, o ideal seria que esse percentual baixasse de 20% para 5%.

   "Não podemos fazer loucura e pegar empréstimo por pegar. Temos que ter compromisso com a gestão pública. O Município tem que ter condições de pagar. Então, o que houve foi uma defesa da gestão feita pelo prefeito, que foi incisivo e verdadeiro". O presidente da Companhia de Saneamento da Capital observa que no Ministério das Cidades, onde foi feita uma nova engenharia, as negociações avançaram mais do que em relação à Casa Civil.

    Foram aprovados os projetos Cuiabairros e o PAC Sanear. No caso do primeiro, serão liberados R$ 35 milhões, sendo R$ 28 milhões do BNDES e R$ 7 milhões de contrapartida da prefeitura. Sobre o PAC Sanear para investimentos em abastecimento de água, esgotamento sanitário, habitação e drenagem, estão aprovados R$ 34,6 milhões, com contrapartida de 18%.

      "Diferente do que essa mulher (Maria José) falou, não teve nada disso (de recusa de negociação). Foi só defesa intransigente da gestão porque está claro para o governo federal que, se não tiver contrapartida, os projetos não andam", explicou José Antônio Rosa. Segundo ele, os dados técnicos apresentados pelo prefeito Santos e auxiliares foram elogiados por representantes do governo federal.

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Comentários (5)

  • Marcelo Souza | Quarta-Feira, 31 de Dezembro de 1969, 20h00
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    Vilson Nery ou vc não gosta da pessoa do prefeito Wilson Santos ou vc não bante muito bem da cabeça, pois não será os tucanos e muito menos o PT que vai pagar os 20% de contra partida, mas sim Eu, Vc e a população de Cuiabá. Está sim, correto o Prefeito Wilson Santos que defende Cuiabá e a sua população. Inveja mata cara, vai estudar para ver se vc consegue ser algo na vida cara.

  • Renato Santos | Quarta-Feira, 31 de Dezembro de 1969, 20h00
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    O governador Blairo Maggi precisa tomar cuidado, porque esta ajudando esse povo ai com recursos que eu dúvido que seja realmente aplicado no saneamento. Até porque quem vai fiscalizar a aplicação desse dinheiro? Esse Antonio Rosa é uma raposa que agora esta cuidando do galinheiro. Outra coisa, Maggi ta alimentando cobra.

  • ana maria | Quarta-Feira, 31 de Dezembro de 1969, 20h00
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    Ha bem , logo vi que alguem mentia nesse caso a Dona Maria Jose:não sei por qual razão, o que sei e que Cuiaba esta precisando de AJUDA FEDERAL, ESTADUAL E ATE INTERNACIONAL
    pois o que vemos ela esat relegada por esses governos mediocres que não querem ver Cuiaba progredindo despontando pelo progresso , existe sim mtos trabalhando contra Cuiaba .Pois não perdem por esperar a politica é dinamica do jeito que esta logo virá o troco tenho dito.........;;;;

  • Marcelo Souza | Quarta-Feira, 31 de Dezembro de 1969, 20h00
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    Prefeito há um comentário nos bastidores que o Blario magi foi quem organizou a reunião do PAC em Brasília onde aconteceu da seguinte forma: cada cidade discutiria separada os seus recursos, começando por Rondonópolis e em seguida com Várzea Grande e finalizando com Cuiabá. Sendo que nas duas primeiras cidades o Governador Participou e exigiu a presença da Ministra Dilma onde o Gorverno de mato Grosso assumiu algumas contrapartidas que deveriam ser assumidas por Rondonópolis e Várzea Grande e quando aconteceu a reunião com Cuiabá o Blairo e a Dilma não compareceram. É Verdade Prefeito?

  • Vilson Nery | Quarta-Feira, 31 de Dezembro de 1969, 20h00
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    Esses tucanos são mesmo incoerentes. Lembra-se que eles renegociaram as "dívidas" do Estado (na verdade rombos causados por sucessivas ladroagens),comprometendo 22 por cento da receita estadual.

    Agora, na prefeitura, assumir o compromisso de pagar 20% de uma obra que será construída de imediato, com resultados positivos para a cidade, eles não querem. O desejo da tucanalha é que o Governo Lula faça a obra e eles [os tucanos] instalem as placas!

    Vilson Nery

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