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Domingo, 30 de Dezembro de 2007, 08h:29 | Atualizado: 26/12/2010, 12h:19

RONDONÓPOLIS

Pátio e Muniz brigam e podem rachar a oposição

Deputados não se entendem sobre estratégias e uma ruptura facilitará a reeleição do prefeito Sachetti  

   Os deputados estaduais Zé Carlos do Pátio (PMDB) e Percival Muniz (PPS), que começaram a unir as oposições em Rondonópolis rumo às eleições de 2008, agora estão prestes a decretar ruptura. Começam a se digladiar. Um racha entre os dois, que apresentam perfil mais político e com identificação com as massas, benefica o prefeito Adilton Sachetti (PR), que está em desvantagem nas pesquisas e, mesmo assim, vai encarar a disputa à reeleição.

   Pátio e Muniz fizeram um pacto para um apoiar o que apresentar melhor visibilidade eleitoral. Como o peemedebista lidera todas as pesquisas de intenções de voto para prefeito, Muniz recuou e virou cabo eleitoral do colega parlamentar. Agora, ambos começam a enfrentar divergências. Ex-prefeito por dois mandatos, Percival Muniz cobra maior presença do pré-candidato em Rondonópolis e uma posição mais dura contra a administração Sachetti. Pátio faz espécie de corpo mole. Entende que essa investida deveria ocorrer a partir de abril.

    Como seu nome começou também a melhorar nas pesquisas, Muniz pretende entrar na disputa, o que vem trazendo preocupação a Zé do Pátio, que concorreu em 2004 e ficou em terceiro lugar, apesar da pequena diferença de votos sobre o segundo colocado Wellington Fagundes (PR) e o hoje prefeito Sachetti.

    Os oposicionistas já perderam a esperança do apoio do ex-prefeito Rogério Salles (PSDB) que, a exemplo de 2004, deve apoiar o amigo Sachetti. Dessa forma, não há mais chance da sonha tríplice-aliança (PMDB-PPS-PSDB) em Rondonópolis.

   Mesmo em conflitos, os dois deputados sabem que um racha facilitará a reeleição de Sachetti, que não só tem a favor o peso da máquina administrativa, mas também o governador Blairo Maggi e o grupo de Fagundes, todos no palanque.

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Comentários (6)

  • Ronaldo | Quarta-Feira, 31 de Dezembro de 1969, 20h00
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    Conversa fiada Romilson, nao tem racha nao.

  • Cristiano de Souza | Quarta-Feira, 31 de Dezembro de 1969, 20h00
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    Em verdade, o Percival percebeu que o jeito explosivo do Zé do Pátio pode dificultar a busca de apoio do empresariado que deve ficar inseguro em jogar a prefeitura de Rondonópolis na mão de alguém cheio de xilique. Pelo jeito Percival vai ser candidato e deixar o deputado Zé do Pátio chupando o dedo. Essa é a verdade.

  • Antonio Carlos | Quarta-Feira, 31 de Dezembro de 1969, 20h00
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    a charge retrata bem os dois são duas cobras que estão se engalfinhados para chegar ao poder .....temos que ter muito cuidado com o veneno e o rabo de ambas...

  • Maneporrete | Quarta-Feira, 31 de Dezembro de 1969, 20h00
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    QUE NADA.ELES NÃO QUEREM MESMO,É CORRER O RISCO DE PASSAR A TITULARIEDADE DO COFRE AO OUTRO!!! RACHID? NEM PENSAR!!!

  • jose medeiros | Quarta-Feira, 31 de Dezembro de 1969, 20h00
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    Romilson, voce é com certeza um dos jornalistas que mais consegue furos, mas tenho algumas considerações a fazer, sobre esta reportagem.
    com relação ao Ex. governador Rogerio Salles, acho dificil ele apoiar o Adilton, pois em que pese o laço de amizade, devemos lembrar que o Adilton nao deu bola pra este laço no momento de apoiar o Jaime para o senado, mandou a amizade as favas e alegou circunstancias da politica, entao a menos que o Rogerio esteja querendo um suicidio politico ele acompanhará o Adilton novamente.
    entao acho mais facil um camelo passar pelo fundo de uma agulha do que rogerio apoiar Adilton.
    com relaçãoa Percival e a Zé Carlos, nao existe racha. Ocorre que houve na ultima reuniao do ano do PPS, nós pressionamos o Percival, pois nao está havendo contraponto em relação ao Adilton aqui em rondonopolis. ele juntamente com o grupo os seus discipulos estao em plena campnha e nao há quem faça frente a estas ações, a imprensa esta manietada aqui, onde materias prestes a serem impressas sao retiradas a mando do paço, diante disto solicitamos ao percival de que ou o zé toma a frente e assume como candidato que é ou entao começariamos a trabalhar a ideia de o PPS lançar candidato, o que o partido nao quer é ficar vendo a banda passar, Percival foi conciliador e prometeu que iria cobrar do Zé. foi só isto.

  • Pedro | Quarta-Feira, 31 de Dezembro de 1969, 20h00
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    ....tenho o rdnews como terômetro dos bastidores da politica do Estado,mas infelizmente essa materia e uma retorica de alguns meses atras e não condiz com a atual realidade.

    Abraços e boas festas!!!

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