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Quinta-Feira, 10 de Maio de 2007, 18h:25 | Atualizado: 26/12/2010, 12h:15

ARTICULAÇÃO

Pela 1ª vez, 3 senadores se unem por projeto

Serys, Jonas e Jaime querem inclusão do Projeto Brasil Central no PAC para atender ramais da ferrovia

Numa ação conjunta, os três senadores mato-grossenses Serys Marly (PT), Jaime Campos e Jonas Pinheiro (ambos DEM) ignoraram as diferenças políticas e defenderam nesta quinta (10) a inclusão do Projeto Brasil Central no Programa de Aceleração do Crescimento (PAC). O projeto prevê a construção de três ramais da Ferrovia Norte-Sul na Região Centro-Oeste (Mato Grosso, Mato Grosso do Sul, Rondônia, Goiás e Tocantins) e em áreas próximas à região em Minas Gerais, Bahia, Pará, Piauí, Maranhão e Paraná.

    O Brasil Central foi discutido em audiência pública na Comissão de Serviços de Infra-estrutura do Senado, com o diretor-geral da Agência Nacional de Transportes Terrestres (ANTT), José Alexandre Nogueira Rezende; e do autor do projeto e diretor da ANTT, Gregório Rabelo; além de consultores da Universidade Federal de Santa Catarina, que trabalharam na elaboração do projeto.

     Serys, Jaime e Jonas chegaram a sugerir que a bancada, incluindo os deputados federais, vá até o presidente Lula para apresentar o projeto e pedir sua inclusão no PAC. Gregório Rabelo disse que, se o Projeto Brasil Central não for efetivado, "vai ser pior para o desenvolvimento da região e do país".

    José Alexandre Nogueira Rezende, que defende o modelo ferroviário para escoar as produções do Centro-Oeste e de estados limítrofes à região, disse que o Brasil já poderia estar produzindo mais de 300 milhões de toneladas de grãos, se tivesse optado pela ferrovia, e não as atuais 120 milhões de toneladas.

    Jonas Pinheiro lembrou que a região Centro-Oeste está a mais de dois mil km de distância de qualquer porto e que essa situação leva o produtor de soja a pagar até 50% sobre o custo final do produto em algumas regiões de MT, quando o custo final do produtor americano representa apenas 4%. Serys Marly  disse que a péssima situação das estradas no Estado e no resto do país tirará quase 50% dos lucros dos produtores de soja na região. (Com Agência Brasil)

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