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Terça-Feira, 05 de Agosto de 2008, 21h:59 | Atualizado: 26/12/2010, 12h:21

RONDONÓPOLIS

Pela 1ª vez em 12 anos, briga se limita a 2 nomes

  Zé do Pátio deixa a Assembléia nesta quarta para o desafio do tudo ou nada na corrida à Prefeitura de Rondonópolis. Enquanto em sua vaga no Legislativo assume provisoriamente o pastor Antônio Brito, ele se dedica ao novo projeto tendo como único adversário o prefeito Adilton Sachetti (PR), que reúne um palanque "pesos pesados" da política. Pátio enfrenta a batalha na pele de Davi. Numa alusão à passagem bíblica, ele acha que vencerá o gigante Golias, protagonizado por Sachetti.

 Esta é a primeira vez nos últimos 12 anos que a disputa para prefeito se limita a duas candidaturas. Em 1996, foram quatro: Alberto de Carvalho (PMDB), Edmilson Paulista (PSC), Augustinho Freitas (PPB) e Antonio Máximo (PPS). Venceu o peemedebista Alberto. No pleito de 2000, três se enfrentaram nas urnas, sendo eles Carlos Ihambert (PRN), Wellington Fagundes (PSDB) e Percival Muniz (PPS), que saiu vitorioso. Já em 2004, as eleições "pegaram fogo" com quatro candidaturas: Adilton Sachetti (PPS), Zé do Pátio (PMDB), Ihamber, desta vez pelo PDT, e Wellington, que já tinha voltado para o PL. Neste pleito, venceu o hoje prefeito Sachetti.

   Agora, além da máquina municipal, Sachetti tem a seu favor a estrutura do Estado, por intermédio do governador Blairo Maggi, de quem é amigo pessoal. Também conta com apoio dos grupos do deputado federal Wellington Fagundes, ex-adversário político, e de vários partidos.

   Hoje, Sachetti seria derrotado nas urnas, conforme as últimas pesquisas de intenção de voto. O problema agora vai ser Pátio segurar essa "dianteira". O prefeito começa a intensificar a campanha corpo-a-corpo e difundir as obras e projetos desenvolvidos ao longo dos quase 4 anos de mandato.

  Enquanto o prefeito aposta que conseguirá convencer o eleitorado rondonopolitano de que é mereceder de mais um mandato, Pátio faz o contrário. O peemedebista explora a tese do sentimento de mudança e as falhas administrativas como estratégia para capitalizar votos. A sorte está lançada.

Eleições municipais em Rondonópolis

1996
Alberto de Carvalho (PMDB) - vencedor
Edmilson Paulista (PSC)
Augustinho de Freitas (PPB)
Antonio Máximo (PPS)

2000
Wellington Fagundes (PSDB)
Percival Muniz (PPS) - eleito
Carlos Ihamber (PRN)

2004
Adilton Sachetti  (PPS) - eleito
Zé do Pátio (PMDB)
Carlos Ihamber (PDT)
Wellington Fagundes (PL)

2006
Adilton Sachetti (PR)
Zé do Pátio (PMDB)

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Comentários (25)

  • Marco Freire | Quarta-Feira, 31 de Dezembro de 1969, 20h00
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    No Zé não Voto nem pagando!!! Ho homi ruim de serviço, ta doido, nunca vi trabalhando na vida, pra falar a verdade já sim, ele tem uns 15 terrenos que foram grilados, e que hoje estao no seu nome, to vendo que tem um pouco de poder mesmo, só que é para benefício próprio. Estranho né.

  • Zé moreira | Quarta-Feira, 31 de Dezembro de 1969, 20h00
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    Francisco,
    sou um homem trabalhador,faço parte da classe media baixa desta cidade.Quando o senhor diz q agente tem que pagar os impostos cobrados, o senhor esta certo.Só que este que se encontar na nossa prefeitura aumentou o valor cobrado, tirando das nossas condiçoes a pagar.Eu tb nao irei tirar o dinheiro da comida de meus filhos a pagar estes.Nao irei votar para uma pessoa que tira as pessoas humildes de suas casas pq nao pagam os impostos devido. Vou votar no Zé do patio, pois este sim é um homem d povo, nao é um comunista, ele é do povo.Este ao duvido pois ele tem uma historia na sua vida politica.O sachetti tb tem,aquela q perdeu para vereador em Itiquira.

  • Carlos Chagas Leite | Quarta-Feira, 31 de Dezembro de 1969, 20h00
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    Gente vamos focar nos fatos e não na conversa de pessoas folgadas e sem rumo, que fazem apologia ao populismo badernoso, quem transformou Rondonópolis foi Adilton Sachetti , sejam coerentes pois quem irá passar fome futuramente será os mesmos que hoje criticam sem fundamento.

  • douglas | Quarta-Feira, 31 de Dezembro de 1969, 20h00
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    o povoderondonópolis tem que ver que a cidadee outra tudo no seu devido lugar os três governos tudo junto isso e muito importante para cidade creçer precimos de sachetti no governo de novo . outra coisa o povo do pmdb fez a cidadeperdevarias empresas .hoje no governo do sachetti foi criador 8 mil empregos.

  • Souza Pereira | Quarta-Feira, 31 de Dezembro de 1969, 20h00
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    meu querido Douglas, as coisas nao funcionam como vc diz ser, o Sachetti nao conseguiu quase nada, a maioria das obras foram feitas com o dinheiro PAC, cade o dinheiro publico desta cidade???Pense melhor sobre esta situaçao.

  • Mauro p. | Quarta-Feira, 31 de Dezembro de 1969, 20h00
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    Marco Freire, axo q vc nunca fez uma federal. Pois Ze do patio nao fica cossando no plenario, ele luta para o povo, ele trouxe mais de oito cursos para a UFMT campos ROO. E os seus terrenos ele tem sao comprados nas desviados, ele os têm antes de entra na vida publica.Eu só queria q vc se emformaace melhor.

  • Ze moreira | Quarta-Feira, 31 de Dezembro de 1969, 20h00
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    Carlos chagas,
    Nao tem como dar uma nova chance a este prefeito, pois ele nunca olhou para os pobres desta cidade, e nunca vai olhar.Iremos passar fome sim se este continuar no poder.

  • gilmar machado | Quarta-Feira, 31 de Dezembro de 1969, 20h00
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    A sociedade rondonopolitana, esta pagando caro, em forma de altos IMPOSTOS , governo autoritario, obras públicas de má qualidade e de cunho eleitoreiro, pois estão sendo feitas as vesperas da eleição. Perdemos a oportunidade na eleição passada de eleger um candidato que tinha apenas dois partidos coligados e 170 mil rondonopolitanos. Esse sim poderiamos cobrar, pois não tinha o rabo preso com nenhum empresario. Não vamos perder novamente esta segunda chance. VOTE CONCIENTE.

  • Rafael | Quarta-Feira, 31 de Dezembro de 1969, 20h00
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    Nao troque o certo pelo duvidoso: Sachetti de novo.

    Senao Rondonopolis nao ira pra frente.Patio é opositor de Lula e Blairo.

    Precisamos de um prefeito afinado com o Paiaguas e Planalto,pra nao sermos discriminados e ganharmos muitas verbas e obras.

    Sachetti 22.

  • joachim catrine | Quarta-Feira, 31 de Dezembro de 1969, 20h00
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    A união de Wllington Fagundes com Sachetti e toda a turma da botina, mostra apenas uma coisa: as elites, igual a farinha do mesmo saco, sempre se juntam quando se trata de tentar evitar que o povo chegue ao poder, através de uma candidatura popular e reconhecidamente compremetida com os interesses dos mais pobres, ou seja, a grande maioria do povo.

    Sachetti e Fagundes estiveram separados e brigavam feito, até pouco tempo atrás (lembram?), mas agora estão grudados.

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