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Terça-Feira, 16 de Junho de 2009, 09h:55 | Atualizado: 26/12/2010, 12h:23

CUIABÁ ANTIGA

Porto abrigou elite cuiabana e a efervecência do comércio

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Após a criação do Arraial de Bom Jesus de Cuiabá em 1827, o Porto tornou-se centro de carga e descarga dos produtos que abasteciam a região. Além de ter sido o local onde foi estabelecida a maioria das lojas comerciais, tornando-se um espaço de extrema importância para o comércio local da época, o Porto abrigava moradia  das famílias da elite cuiabana. Entre os que viveram no bairro estão os proprietários das usinas de açúcar, das companhias de navegação e os comerciantes de maior poderio financeiro da capital. Encontram-se na região do Porto alguns dos principais patrimônios históricos de Cuiabá e casarões coloniais, como o Espaço Liu Arruda, o Museu do Rio “Hid Alfred Scaff”, o Aquário Municipal, o Mercado do Porto, a Casa do Artesão, o Restaurante Regionalíssimo, as Igrejas São Gonçalo e Nossa Senhora Auxiliadora e o antigo cais do porto. A imagem acima, registrada em 1979,  mostra fachada principal de um dos casarões residenciais do bairro Porto.
Fonte: Arquivo/Misc

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Comentários (18)

  • Abdalla Zarour | Quarta-Feira, 31 de Dezembro de 1969, 20h00
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    Como a vida passava devagar naquela época. Lembro de todos os momentos narrados pelos primos, tios e irmão. Ao mesmo tempo que fico feliz e emocionado ao rever a foto da fachada da casa dos nossos avós, fico um pouco triste de perceber que é apenas uma lembrança de nossas vidas. Como seria bom se a gente pudesse reviver tudo isso, principalmente, num natal ou ano novo. O que acham?

  • Emerson Jamil Zarour | Quarta-Feira, 31 de Dezembro de 1969, 20h00
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    Hoje em Recife recebi um email da minha irmã hoje com uma das melhores lembranças da minha infância, a casa da minha avó e do meu avô, em que passávamos no mínimo dois meses por ano nela, ficava na XV de novembro - Cuiabá - MT.
    O local era enorme e no fundo tinha uma parte apenas com arvores onde jogávamos bola a tarde toda, uma vez que na parte de cimento minha vó não deixava pois a bola insistia em cair nos vestidos que ela costurava, muitas vezes com minha mãe.
    Como não lembrar de cada detalhe, pois brincávamos de se esconder dentro dela, apesar de dois quartos sempre estarem trancado, justamente para ter brincadeira.
    Como não lembrar do dia histórico em que jogávamos bola eu, Féris, Abdalla e meu irmão Rivelino e tínhamos acabado que capinar nosso campo de jogo e deixamos a inchada ao lado e prontamente começamos a partida, e logo em seguida Rivelino tentou buscar uma bola que saia pela lateral e chutou certinha a parte cortante da inchada............hoje risos JJJ, divertíamos muito depois quando Féris contava a história dele subindo pelo pilares que eram enorme.
    Como não lembrar de mais de uma dezena de noites natalinas e virada de ano comemoradas nela, não se lembrar é esconder a própria história.
    Como não lembrar do incêndio que teve na padaria ao lado da casa, passamos a noite em claro não sabendo se o fogo ia se alastrar, mas na parte da manha vem o melhor: Tia Betinha leva um porco assado que ficou a noite toda sendo preparado.
    Como não lembrar do melhor da festa, quando íamos embora para Campo Grande e recebíamos um bom valor (R$) da nossa avó Maria
    Como não lembrar do almoço e do lanche da tarde, sempre preparada no fogão de lenha que comprava-se na época do carroceiro que passava diariamente na frente da casa, sem contar a coalhada que se comia um monte.
    Como não lembrar de cada ano novo, em que no momento derradeiro da São Silvestre as mulheres resolviam ligar a nova faca elétrica, e a imagem da TV morria. ( O Bicho pegava)

    Esta foto que recebi hoje, e que até então eu não tinha nenhuma com toda a frente me deixa muito feliz, pois apesar desta frente ter sido alterado perto dos anos 80, é esta imagem que eu tenho.......dos melhores dias da minha infância.

    SHOWWWWW


    Penso: Tenho os melhores Pais que uma pessoa pode ter

  • Alba Medeiros | Quarta-Feira, 31 de Dezembro de 1969, 20h00
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    Eu, cuiabana do baú...lembro das águas do Rio Cuiabá em 74 chegando as portas desta casa. Vi meus sobrinhos nascendo, crescendo, festando na casa de D. Maria, a vó, dona deste casarão. Mas, hoje eu não a vejo mais. Ela sobreviveu ao tempo, a chuva, mas não ao homem. Ficou apenas nas nossas lembranças, nas fotografias...pena.

  • Roberto rivelino Zarour | Quarta-Feira, 31 de Dezembro de 1969, 20h00
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    Caro amigo Evaldo, queria te responder que a foto não é mesmo de 1913, pois é do inicio da década de 60, porem a casa é de 1913, você confundiu.
    Meus avôs moraram nela, como também fui criado nela, passando alguns natais inesquecíveis, como férias também.
    Rivelino

  • Elias Feris Zarour | Quarta-Feira, 31 de Dezembro de 1969, 20h00
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    Essa casa era de uns italianos que a construiram em 1.913, ficou fechada por muitos anos, aí foi qdo. meus pais a adquiriram em 1.962, quase 50 anos depois, eu tinha na época apenas 14 anos.O que nao me foge da memoria é que eu sempre que passava em frente a casa, apedrejava os vidros da janela juntamente com os meus amigos do porto, pois diziam que la tinham fantasmas, e para minha surpresa era la a minha futura casa e lá fui eu morar com os fantasmas. Só fui sair da casa em 1.975, apos meu casamento, foram anos lindos, maravilhosos, festas etc etc...nao esqueço detalhe algum desse periodo.
    Lembro da minha mae sentada em cadeira de palhinha na porta, sempre a partir das 17 hs, e sentavamos em volta para conversar com ela, lembro tbem. de fogueira de S.Pedro erguida por meu pai na calçada(era permitido naquela epoca), foguetorio em epoca junina, assistimos muitos desfiles de bloco carnavalesco nhozinho estrela dalva e outros na av.xv de novembro ....EU ERA FELIZ E SABIA...Parabens ao site RDNEWS em proporcionar esta lembrança

  • Moysés | Quarta-Feira, 31 de Dezembro de 1969, 20h00
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    Infeliz o comentário da Suelme Fernandes, dizendo que o bairro Porto era local de dos setores mais populares (negros e pobres), desde o período colonial. Ela está mal informada. Seria bom ela perguntar a alguém que viveu esta época de ouro do bairro, pois, lá não era só isso que ela disse. Perdeu uma boa chance de ficar calada. Se ela precisar, dou o nome de todas as famílias que moravam na avenida XV de Novembro, pode ser que ela vai conhecer alguns que hoje tem muitos serviços prestados a Cuiabá.
    Parabéns ao site pela imagem.

    Moysés, morador desta casa de 1.962 à 1.990

  • Moysés | Quarta-Feira, 31 de Dezembro de 1969, 20h00
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    Infeliz o comentário da Suelme Fernandes, dizendo que o bairro Porto era local de dos setores mais populares (negros e pobres), desde o período colonial. Ela está mal informada. Seria bom ela perguntar a alguém que viveu esta época de ouro do bairro, pois, lá não era só isso que ela disse. Perdeu uma boa chance de ficar calada. Se ela precisar, dou o nome de todas as famílias que moravam na avenida XV de Novembro, pode ser que ela vai conhecer alguns que hoje tem muitos serviços prestados a Cuiabá.
    Parabéns ao site pela imagem.

    Moysés, morador desta casa de 1.962 à 1.990

  • Andréa Martins Oliveira | Quarta-Feira, 31 de Dezembro de 1969, 20h00
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    Felizmente tive a oportunidade de frequentar em algumas ocasiões esta residência em minha infância, e tenho certeza que era um lugar de certa forma especial, pois mesmo muito nova, ficaram gravadas em minha memória algum momentos lá vividos. São boas lembranças que trago comigo. Parabéns a revista por este resgate.

  • Nádia Zarour | Quarta-Feira, 31 de Dezembro de 1969, 20h00
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    Que surpresa, quanta saudade!! Muito bom ver essa matéria, principalmente olhar a foto da casa dos meus avós. Minha infância perfeita, natais inesqueciveis, todo espaço do mundo para corrermos... brincarmos... dançarmos... tudo era festa!! Melhor ainda ler os comentários dos meus tios e primos, relembrando essa época gostosa dessa nossa vida. Parabéns pela matéria, deixou a família Zarour muito emocionada.

  • Elzita de Brito Mello | Quarta-Feira, 31 de Dezembro de 1969, 20h00
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    Belíssimos casarões existentes em nossa querida Capital, ainda bem que este último governador tem dado carinho e importancia aos mesmo e restaurando-os.

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