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Quinta-Feira, 27 de Setembro de 2007, 00h:11 | Atualizado: 26/12/2010, 12h:16

DEBATE

Senado não terá voto secreto; Pagot fica para 3ª

    O Senado aprovou na noite desta quarta o projeto de resolução que acaba com as sessões secretas no plenário da Casa em votações de processos de cassação. A aprovação foi uma das condições impostas pelo DEM e o PSDB para o fim da obstrução às votações no plenário do Senado. Foram votadas cinco medidas provisórias para destrancar a pauta. A mensagem com nome de Luiz Pagot para o Dnit só vai entrar na pauta agora na sessão de terça (2).  

   A oposição cobra, agora, a votação da PEC (proposta de emenda constitucional) que acaba com as votações secretas no Congresso. Ao contrário do projeto aprovado esta noite pelo Senado, a PEC terá uma tramitação lenta, uma vez que precisa de quorum qualificado para votação no plenário da Casa, além de ser apreciada em dois turnos.

    Além das MPs e do projeto com urgência constitucional, o plenário do Senado também precisa votar uma lista de autoridades indicadas para cargos públicos. Entre as indicações, que não trancam a pauta de votações da Casa, está a de Pagot para a direção-geral do Dnit. Ele espera pelo cargo há seis meses. A mensagem vai entrar na pauta na sessão da próxima terça e não nesta quinta como havia previsto o senador Jonas Pinheiro.

    Na semana passada, a oposição conseguiu impedir por dois dias seguidos a aprovação do nome do ex-secretário do governo Blairo Maggi. Como enfrenta resistências na oposição, principalmente por causa da acusação de crime de responsabilidade por ter exercido ilegalmente dupla função, os governistas estão dispostos a inverter a pauta de votações e postergar o caso Pagot para facilitar o acordo com a oposição.

   O senador Arthur Virgílio (AM), líder do PSDB, adiantou que não houve acordo no mérito com a base governista, ou seja, as mensagens podem ser votadas, sem compromisso de aprovação. No caso específico de Pagot, o parlamentar destaca que a orientação para a bancada do tucanato é pelo voto contrário.

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Comentários (6)

  • Izidoro de Moraes | Quarta-Feira, 31 de Dezembro de 1969, 20h00
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    isso mesmo os congressistas estao corretos, nao tem que aprovar o nome desta pessoa que exerceu uma dupla função ganhando a cifra de aproximadamente R$ 500.000,00 daquela casa(dinheiro nosso) e de uma instituiçao privada.
    O cidadão comum (pobre e nao apadrinhado politico)mal pode permanecer no emprego privado trabalhando suas meras 8 horas diarias quem diria se pudesse dar o nome em um orgão publico so para ficar recebendo uma bufunfa dessas.

  • MARCELO SIQUEIRA | Quarta-Feira, 31 de Dezembro de 1969, 20h00
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    EU, SE FOSSE O PAGOT, A HORA QUE O SENADO ACABASSE DE APROVAR SEU NOME PARA O DNIT, PEGARIA O MICROFONE, FARIA UM BELO DISCURSO FALANDO SOBRE A VIDA DOS SENADORES QUE O BOICOTARAM E ENTREGARIA ESSE CARGO. ISSO FARIA DO PAGOT, NA MINHA CONCEPÇÃO, UM GRANDE HOMEM.
    FORAM TANTAS MAZELAS, QUE ELE JÁ SE TORNOU UM CARGO MALDITO, IMPREGNADO DE COISAS RUINS, QUE PODEM ATÉ LEVÁ-LO A NÃO DESENVOLVER UM BOM TRABALHO E SAIR DE LÁ QUEIMADO.

  • Pendro Antonio de Oliveira | Quarta-Feira, 31 de Dezembro de 1969, 20h00
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    Enquanto esse senhor nao devolver o R$ que recebeu do senado irregularmente nao sera contemplado com esse cargo. Volta Pagot, volta, para o nosso estado venha fazer intigra aqui. Caso vc seja indicado, por amor a seu filhos nao indica o Vivaldo Lopes.

  • Gonçalo Fernandes | Quarta-Feira, 31 de Dezembro de 1969, 20h00
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    Até que enfim um jornalista aborda com seriedade e isenção a tentativa de nomeação do dr. Pagot. O sr. está de parabéns, sr. Romilson.

    Lamento que de modo geral a nossa imprensa se preste ao papel de mascarar a realidade do que se passa no Senado, ora debitando o fiasco da investida à pirraça do ex-senador Antero, ora culpando o caso Renan pelos seguidos "não" ao dr. Pagot.

    Na verdade, o dr. Pagot encontra-se em incômoda posição. Pode até ser aprovado em plenário, mas o senador Márcio Couto, do Pará, garante que caso isso ocorra, ingressará com ação no Supremo para barrar a homologação, porque - comprovadamente - o dr. Pagot foi servidor do Senado e concumitantemente trabalhou para a empresa Hermasa, do governador Blairo Maggi, em Itacoatiara.

    Gostaria, sr. Romilson, que a imprensa revisse o tratamento desse caso, e que abordasse com profundidade e isenção o fato de o dr. Pagot jamais ter dito em suas inúmeras entrevistas e palestras que acendeu duas velas ao mesmo tempo. Esse silêncio é indício de algo errado, algo muito grave, que precisa se tornar de domínio público nesta terra onde lamentavelmente a maior parte da imprensa vê virtude até em espirros dos donos do poder.

  • Silvia | Quarta-Feira, 31 de Dezembro de 1969, 20h00
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    Sr.Gonçalo Fernandes, DR é Titulação Academica, não pronome de tratamento. so porque alguem ocupa algum cargo os baba ovo já os consideram DR. Pagot é DR. ???

  • Jeovaldo Rosa de Magalhães | Quarta-Feira, 31 de Dezembro de 1969, 20h00
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    Olha vou falar uma coisa, quando o trem esta enparrado e porque enterraram "cabeça de burro" na pasta, o Drº Pagot, vai ter que rezar, orar, muito pois o trem está encroado, ou os Politicos resolveram acabar de vez com as estradas do Brasil, as chuvas estão ai, logo vem a safra, e a estrada só na cabeça de burro. Com essa turma nos representando lá no congresso o Brasil esta quebrado, ja são 06 meses de lenga lenga, não ha estado que aquente uma coisas dessa. Como fica não tem outro nome ate agora, quer dizer vai começar tudo denovo mais 06 meses?????? OOOOOOOOOOOO politicalha porcaaaaaaaaaaa!!!!!!!!!!só pensam em pooooodeeeeer!!!!???? Valha me Deus, queremo as estradas em perfeita ordem.

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