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Quinta-Feira, 23 de Julho de 2009, 15h:27 | Atualizado: 26/12/2010, 12h:23

REPERCUSSÃO

Só Justiça pode julgar PMs presos por grilagem, diz Maggi

   Vinte dias após a deflagração da Operação Pluma, em que seis policiais militares foram presos, dentre eles o ex-comandante-geral e coronel da reserva Adaildon Evaristo de Moraes Costa, o governador Blairo Maggi (PR) falou nesta quarta (22) pela primeira vez sobre o assunto. O republicano sustentou que tomou as devidas providências ao exonerar o coronel em maio de 2007 e que agora cabe à Justiça julgar se as denúncas procedem. “Está nas mãos da Justiça. Eles têm direito à ampla defesa e ao princípio do contraditório e a Justiça vai dizer se eles são culpados ou não”, afirmou, após o lançamento de 3,6 km de asfalto no distrito de Souza Lima, em Várzea Grande.

  O chefe do Executivo evitou tecer comentários sobre os relatos de testemunhas de que houve assassinatos na região atribuídos a militares e relacionados à disputa por terras. “Desconheço estas acusações. Não li os autos do processo, nem sei por quais acusações eles respondem”, ponderou. Maggi exonerou Adaildon em maio de 2007,  assim que tomou conhecimento das denúncias de abuso de autoridade e agressões durante o cumprimento de um mandado de busca e apreensão de armas e drogas em três fazendas da região do Vale do Araguaia, em 7 de abril de 2007. 

   Durante a Operação Pluma, deflagrada em 3 de julho deste ano, seis policiais militares foram presos. Além de Adaildon, policiais federais prenderam o ex-comandante regional da PM de Sinop e Tangará da Serra, Elierson Metello, o sub-tenente Adalberto da Cunha de Oliveira, os capitães Robson Oliveira Curi e Antonio de Moura Neto, e o major Wlamir Luis da Gama Figueiredo.

   Segundo informações da Polícia Federal, eles faziam segurança privada de fazendas da região, desviavam recursos da PM, como alimentação e combustíveis, facilitavam o tráfico de drogas e retiravam à força, mediante violência física, grileiros das fazendas invadidas. (Andréa Haddad)

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Comentários (14)

  • gover da alta cúpla | Quarta-Feira, 31 de Dezembro de 1969, 20h00
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    se aver justiça em mato grosso vai cair muita gentona mais eles ainda permanece no cargo. será que o governo não vai fazer mudaça no auto escalão do governo.já citaram um politico influente só falta demitir alguns que não quer perder o poder.

  • Grupo de Soldados | Quarta-Feira, 31 de Dezembro de 1969, 20h00
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    Concordamos com o Senhor PM Reformado, não sabemos se é oficial ou praça, mas o senhor está corretíssimo.

    Os praças quando cometem crime de MORAL, são excluídos, podem checar na Corregedoria. Os oficiais são promovidos, podem checar na Justiça Militar seus processos são os mesmos.

    Pedimos a PF que nos ajudem, ao MP, QUEM POR FAVOR, SERÁ QUE O GOVERNADOR FAZ ISSO.

    Olhem tambem quem tem mais de 30 anos e não vai embora, será que estão fazendo o que metello fez?????????????????

  • zequinha | Quarta-Feira, 31 de Dezembro de 1969, 20h00
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    Concordo Gov. Blairo Maggi, a Policia federal sabe trabalhar e não prende ninguem de graça, pois as investigações foram feitas a longo prazo e como é de costume trabalham com seriedade tirando de circulação corruptos, traficantes e ladrões de colarinho branco, separando o joio do trigo para que a sociedade não seja contaminada. A PF tem provas verdadeiras e suficientes para processar todos envolvidos, deixando agora estas provas para nossa valiosa incorrupta justiça; É que todos os mato grossensses esperam.

  • ADSC | Quarta-Feira, 31 de Dezembro de 1969, 20h00
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    O comentários do PM Reformado e do grupos de Soldados estão de parabéns.
    Esperamos que a sociedade não pense que nem o Pedro Capilé.(o pvo não..................!)
    espro que a corregedoria desta vez se faça a justiça, não haja com como sempre fez quando se tratava de oficias envolvido trabalhavam no serviço interno ou transferiam p/ outra região ou p/reserva.
    se fosse um praça já teriam resolvido seria preso e excluido.
    Governador diz que vai deixar pela justiça.
    Será que nenhum desses envolvido, tem cartas escondidas na manga com politicos?

  • Leda marques Ferreira | Quarta-Feira, 31 de Dezembro de 1969, 20h00
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    Fico enfurecida em saber que essa quadrilha, teve decadas em Barra do Garças para proteger a população.As vezes penso que é preferivel ser irmã de um dependente de drogas do que ser amiga de profissionais que facilitam as drogas.









    Sempre questionei ? que os profissionais da segurança publica apreendem drogas, mas não as queimam em publico perante a população. Para onde vai tantas drogas apreendidas? meu irmão é um drogado, e a culpa é dessa sociedade capitalista selvagem.




    Quero parabenizar a policia federal de Mato Grosso por ter tido coragem e ousadia de prender profissionais da mesma categoria ou seja estão sujando o nome da categoria. ESPERO QUE A JUSTIÇA SEJA FEITA!

  • rui b | Quarta-Feira, 31 de Dezembro de 1969, 20h00
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    o governador não é juiz, ele ta certo, mas que tem muitas evidencias de crime tem, se não um juiz federal não decretaria as prissões, mas ca entre nós esse coronel ELIERSON METELLO ele é o chefe dessa quadrilha, a justiça vai manda-lo para a cadeia e perder a patente, pois não foi digno do oficialato e não é digno de qualquer profissão

  • Doricão De Santa Terezinha | Quarta-Feira, 31 de Dezembro de 1969, 20h00
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    È muita moleza falar que a justiça é quem julga, quando se sabe que tudo isto vai virar uma enorme pizza.

  • Joel | Quarta-Feira, 31 de Dezembro de 1969, 20h00
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    HHUUUUUUUUUMMMMMM, então foi um engano os praças que foram excluidos por reivindicarem salarios, né Governador, se so a justiça pode julgar então???????????
    Deixa pra lá né, praça é praça não vale nada mesmo néééééé.

  • Mario | Quarta-Feira, 31 de Dezembro de 1969, 20h00
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    Não vamos esquecer que o deputado Welington Fagundes é apontado nas investigações, como um dos financiadores do esquema de grilagem de terras. Ele brevemente sera julgado pelo Povo nas urnas.

  • Pedro Capilé | Quarta-Feira, 31 de Dezembro de 1969, 20h00
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    Parabéns Governador Blairo Maggi!
    Cada macaco no seu galho... Cabe a justiça julgar os fatos como procedentes ou não.
    O povo insiste em meter o bedelho onde não lhe convém!

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