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Quinta-Feira, 06 de Setembro de 2007, 06h:49 | Atualizado: 26/12/2010, 12h:16

PROJETO

Termo coronelismo no MT + 20 complica Yênes

  O secretário de Estado de Planejamento, Yênes Magalhães, que classificou as regiões de Juara e Sinop como de pouca representatividade política, de terra onde impera o coronelismo e onde há corrupção, já foi pedir benção ao deputado José Riva (PP), o primeiro a se rebelar contra o Plano de Desenvolvimento MT + 20, elaborado sob a batuta da pasta de Planejamento. Assim que recebeu uma das 100 mil cópias do diagnóstico que estão sendo distribuídas, Riva subiu a tribuna para protestar na sessão noturna de terça.

    O ex-prefeito de Juara disse que se tratava de uma sacanagem política classificar sua região (Vale do Arinos) e também a Grande Sinop como sendo, entre outras coisas, terra de coronel. Exigiu explicações do governo Blairo Maggi e chegou a dizer que o menosprezo a uma região em que ele sente representar ocorre tão logo começou a se fala em sua pré-candidatura ao Senado. Riva disse que o estudo tinha sido mal elaborado e sugeriu jogá-lo no lixo.

    Na quarta, logo cedo, eis que Yênes bate a porta do gabinete da presidência da Assembléia para amenizar a crise. Enquanto o secretário conversava com o presidente Sérgio Ricardo (PR), Riva e Dilceu Dal Bosco (DEM), um dos representantes do Nortão, atacavam o programa lançado em julho deste ano sob a concepção a partir do comércio, da indústria e da sociedade como um todo.

  Yênes explicou que o plano não é do atual governo, mas sim para Mato Grosso, elaborado a partir de discussões em audiências públicas e diagnósticos apresentados por todos os segmentos representativos da sociedade. A idéia do MT + 20, insiste ele, é que o Estado tenha, ao longo dos anos, reduzido ao mínimo as desigualdades econômicas e sociais existentes hoje e que siga o modelo de desenvolvimento sustentável durante o processo de implementação de equipamentos e obras estruturantes e de abertura para novos empreendimentos.

    As explicações de Yênes não convenceram os deputados mais exaltados, como Dal Bosco e Riva, que cumpre o quarto mandato, três vezes presidente da Assembléia e na primeira-secretaria pela também pela terceira vez. Riva garante que não é coronel político.

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Comentários (22)

  • rodrigo souto maior | Quarta-Feira, 31 de Dezembro de 1969, 20h00
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    alguem de sã conciencia tem duvidas do coronelismo do RIVA?
    ele manda e desmanda não só lá como na assembleia , para isso é só verificar a sua trajetoria dentro da mesma. ninguem fala mais dos cheques da assembleia encontrados com ARCANJO, nem das compras das calcinhas por exemplo , ou estou inventando coisas ?

  • maria salete | Quarta-Feira, 31 de Dezembro de 1969, 20h00
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    Não sou ligada a Riva nem ao Dalbosco,mas concordo com eles .Dizer que esta região foi abandonada por Blairo Maggi,isso sim é verdade.A violência que hoje impera em todo o Nortão é fruto da falta de investimentos em todos os setores,os mais gritantes são na infra estrutura,segurança e saúde.A policia tem agido de forma truculenta,expulsando posseiros de terras,agindo sempre em defesa do mais forte e sendo paga para isso.Saúde,cáos total.Todos precisam ir para Cuiabá para se tratar.Falar em coronelismo é falar da ausência e omissão do Estado e do Governo Blairo Maggi.Se esse é o jeito diferente de governar é melhor voltarmos aos politicos tradicionais,pois a situação em todo o Estado era bem melhor.,,

  • Paulo Augusto Correa da Costa | Quarta-Feira, 31 de Dezembro de 1969, 20h00
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    Vetado por conter expressões agressivas, ofensas e/ou denúncias sem provas.
    Queira, por gentileza, refazer o seu comentário.

  • paulo henrique | Quarta-Feira, 31 de Dezembro de 1969, 20h00
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    Vetado por conter expressões agressivas, ofensas e/ou denúncias sem provas.
    Queira, por gentileza, refazer o seu comentário.

  • Luiz | Quarta-Feira, 31 de Dezembro de 1969, 20h00
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    Esta certo o Dep Riva.....querendo ou nao ele é um dos maiores representantes politicos desse estado...Coloca a turma da botina no bolso....
    Pau neles Riva

  • Antonio César da Cunha | Quarta-Feira, 31 de Dezembro de 1969, 20h00
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    Vetado por conter expressões agressivas, ofensas e/ou denúncias sem provas.
    Queira, por gentileza, refazer o seu comentário.

  • Suzi Oliveira | Quarta-Feira, 31 de Dezembro de 1969, 20h00
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    Esse diagnóstico deve ser muito bom, pois só assim para despertar o deputado RIva... A sua região não vai bem há tempos, e só agora ele pode obaservar, através de um documento do governo butinudo. Não sei se ele ficou chateado pelos problemas apontados ou de ser comparado aos coronéis

  • Nilson A. BAtista | Quarta-Feira, 31 de Dezembro de 1969, 20h00
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    Sobre a materia que veiculou no DIÁRIO DE CUIABÁ sobre o MT+20 acho que merece no mínimo uma monção de repúdio.
    Seja para a jornalista que transcreveu a matéria se ela não foi verdadeira ou seja a Assembleia Legislativa, se ela for verdadeira.
    Em se tratando de Poderes independentes e harmônicos não se pode um poder desmerecer e desprestigiar o trabalho do outro.
    È princípio constitucional zelar pelo respeito aos poderes e as funções por eles exercída. Ao executivo compete traçar planos e programas de ação política. A Legislativo, legislar que é sua função precípua e só atipicamente se imiscuir nos planos do Governo (aqui executivo).
    Não queremos dizer com isso que a Assembléia Legislativa devesse aceitar o MT+20 e soltar fogos de regogizo porque ele seria exatamente o que os deputados esperam e o que a Assembléia Legislativa esperava do Plano do Governo.
    O Poder Legislativo pode e deve discordar do plano, pode emendar o Plano, mas não cabe a eles rejeitar o plano e, mais, quando se referir aos outros poderes deve se referir com respeito, com a dignidade que a Administração Pública requer.
    O Legislativo não pode tratar com desrespeito a função Executiva (caso de jogar o Plano no lixo). Não pode desmerecer o trabalho de profissionais que se empenharam e se dedicaram ao leantamento das necessidades da sociedade.
    O processo de discussão foi democrático e foi amplamente divulgado. Se não alguns Deputado se enchergou representado no processo é simplesmente porque se omitiu e não se fez representar. Logo, não merece guarida qualquer crítica desrespeitosa, calunioso como esta.

    Nilson Batista

  • Aparicio Cardozo | Quarta-Feira, 31 de Dezembro de 1969, 20h00
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    Esse tal de Yenes, primeiro deveria conhecer Juara para depois falar, moro aqui há 20 anos e nunca o vi mais gordo por aqui.

    Por isso não consigo entender como ele pode falar da nossa região se não a conhece.

    Outro fato é que esse MT+20 parece mesmo uma forma encontrada para funcionários da SEPLAN viajarem pelo Mato Grosso a fora jogando conversa fora, gastando tempo e dinheiro público, por que resultado mesmo, o único que vimos foi essa baboseira que escreveram nesse relatório.

    Mesmo que não tivéssemos nem um representante na Assembléia, a região não pode ser tratada desse jeito, por que na hora de pedir o voto eles dizem em palanque que os “verdadeiros representantes serão o povo” e ta escrito na Constituição que todo o poder emana do povo, e nesse caso ele disse que o povo não representa nada.

    Os deputados contam com nosso apoio e entendo que seria hora do Sr. Yenes, fazer de conta que vai passear, visitar a família e aproveitar para dar lugar para quem realmente saiba planejar Mato Grosso.

    Finge que vai ali e não volta mais secretário.


  • Katia Amorim | Quarta-Feira, 31 de Dezembro de 1969, 20h00
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    Quero me solidarizar com o deputado Riva, que sempre traz benefícios e obras para a região. Se a região ainda consegue sobreviver e dar sustento a seus habitantes, é por gente que trabalha como o deputado Riva, e não um secretario qualquer que se acha acima do bem e do mal. Nessa histório o governo Blairo perde pontos.

    Katia - bancária

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